sábado, 27 de abril de 2024

Navegando pelo cinema





Israel-Palestina: a guerra no cinema




O festival de cinema israelense, que ocorreu em Paris no final de março de 2024, teve como pano de fundo seis meses de guerra em Gaza, sem fim à vista, nem perspectivas para nenhuma das partes. O festival apresentou um panorama da produção recente, no qual os filmes sobre a guerra não estão muito presentes. Como explicar ou interpretar este fato, tendo em conta as quinze guerras ocorridas desde o nascimento do Estado de Israel em 1948 e a abundância de filmes produzidos? Para ler o texto de Kristian Feigelson clique aqui

 






Todo velho "oneroso" deve ser apagado




É um Japão estranho. O governo estimula “cidadãos dispensáveis” – os idosos – ao capitalismo a submeterem-se a eutanásia gratuita. Plano 75 não é futurista, mas o hoje exacerbado. E mostra poesia e o afeto que resistem em um sistema desumano. Para ler o texto de José Geraldo Couto clique aqui








Os que ficam para trás




Ao ler a sinopse é difícil considerar que o filme "Os Rejeitados" vai mais além de um conto de natal à moda norte-americana, repleto dos clichês de costume, com sua história que se passa na virada dos anos 1970/71, numa high school esnobe da Nova Inglaterra. No internato Barton, escola preparatória para a universidade, estudam garotos filhos da detestável – como o filme enfatiza – elite mais rica (e mais arrogante) do país, naquela época traumatizada pela derrota no Vietnã e sitiada por forte crise financeira. Lá, um professor frustrado, mal humorado, mas apaixonado pela sua profissão e por História Antiga castiga seus alunos nas aulas de filosofia, com Marco Aurélio em "Meditações – O Diário do Imperador Estoico". Para ler o texto de Léa Maria Aarão Reis clique aqui


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