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sábado, 8 de setembro de 2018

Metade da população entre 13 e 15 anos sofre agressões na escola, diz informe

Bullying

Relatório da UNICEF revela ainda que cerca de 720 milhões de crianças em idade escolar vivem em países onde não estão totalmente protegidas por lei do castigo corporal na escola. 

Para ler o texto completo de Patricia Peiró clique aqui

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Por que agredimos nossos professores?


A imagem da face inchada e vermelha da professora Marcia Friggi, que viralizou nas redes sociais nas últimas semanas, não deveria sair da nossa cabeça tão cedo. Docente de uma escola municipal de Indaial, Santa Catarina, ela levou um soco de um aluno de 15 anos e relatou a violência em um post no Facebook. 
Para ler o texto completo de Priscila Cruz clique aqui

terça-feira, 23 de maio de 2017

O bem-sucedido projeto antibullying que a Finlândia está exportando à América Latina

Crianças praticando bullying

Não importa se são públicas ou particulares, em bairros privilegiados ou em regiões mais pobres na China, no Reino Unido ou no Brasil. Na maioria das escolas do mundo há - em maior ou menor medida - casos de bullying. Nem mesmo a Finlândia, país considerado uma liderança em educação, é uma exceção. Mas, desde 2009, o bullying nas escolas do país vem diminuindo drasticamente graças a um método revolucionário para combater situações nas quais um estudante ou um grupo hostiliza de forma sistemática um colega. 
Para ler o texto completo de Laura Plitt clique aqui

sábado, 26 de novembro de 2016

Congresso barrou discussão sobre sexualidade nas escolas. Como isso afeta os alunos LGBT

Participantes da Parada do Orgulho LGBT de 2014, em Brasília

Adolescentes brasileiros sofrem agressão verbal e física de forma sistemática na escola, mostra pesquisa. 

Para ler o texto de André Cabette Fábio clique aqui

domingo, 2 de outubro de 2016

DOSSIÊ: Tempo de Escola

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Apresentação da Seção Temática Tempo de Escola

Ana Maria CavaliereI IUniversidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Rio de Janeiro/RJ – Brasil

Para introduzir o debate sobre o tempo de escola, fio condutor desta seção temática, será preciso, antes de mais nada, situá-lo em termos de suas múltiplas perspectivas de exploração e enfoque. O tema se abre para abordagens teóricas diferentes e, em torno dele, vem se constituindo, no Brasil e no mundo, um grande acervo de investigações e ensaios com múltiplas tendências e sentidos. 
Para ler o texto completo de Ana Maria Cavalieri clique aqui

Para ter acesso ao Dossiê clique aqui

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Formas de violência escolar preconceito e bullying


O preconceito e o bullying são duas formas de violência escolar, ainda que não se restrinjam à educação escolar. Neste texto, indaga-se se se trata de um mesmo fenômeno ou, em caso contrário, qual seria sua relação, considerando quer as condições sociais e culturais que os produzem, como as necessidades psíquicas envolvidas. Para isso, essas formas de violência são associadas com o enfraquecimento da constituição do indivíduo que as desenvolve, tendo em vista o declínio da possibilidade de experiência nos últimos séculos. 
Para ler o texto completo de José Leon Crochík clique aqui

terça-feira, 26 de maio de 2015

"Os miúdos aprendem que a pessoa mais agressiva é quem tem mais poder"


Sheri Bauman, psicóloga norte americana especialista em bullying, esteve em Portugal como oradora do Seminário “Estratégias e medidas de prevenção dobullying e do cyberbullying”, no ISCTE-IUL, em Lisboa. Trabalhou em escolas públicas durante 30 anos, é professora na Universidade do Arizona e tem várias investigações sobre as respostas dos professores ao bullying. Lamenta que ainda hoje haja docentes que recebem denúncias de alunos com respostas como “não sejas queixinhas”.
Para ler a entrevista de Sheri Bauman clique aqui

sábado, 10 de janeiro de 2015

Alunos da PUC-Campinas denunciam esquema de violência que envolve veteranos e médicos formados na instituição


Em depoimento na CPI instalada na Assembleia Legislativa para apurar violações dos direitos humanos e outras ilegalidades nas universidades de São Paulo, alunos da Faculdade de Medicina da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Campinas denunciaram ontem (07/01) um esquema de intimidação, ameaças, violências física e moral e trotes humilhantes.
O esquema tem a participação de alunos veteranos e mesmo médicos formados. Segundo os alunos, a Associação Atlética Acadêmica Samuel Pessoa é um dos pilares do esquema, cuja estrutura de poder seria baseada na hierarquia na qual a ponta superior teria a participação ou anuência de professores da instituição. A entidade destina-se a promover e coordenar eventos esportivos e “integração” dos alunos da faculdade, organizando festas e outras atividades.
Os veteranos e alunos, de modo geral, são submetidos a um sistema de hierarquia e a todos são atribuídos apelidos, que são dados numa data específica, o "Dia do Apelido". “A pessoa ganha um apelido e perde a identidade”, disse um dos depoentes. O sistema de intimidações e trotes violentos envolve alguns veteranos conhecidos por alcunhas como Castor, Cebola, Xoxota e Boner, alguns dos citados na audiência. É comum que um veterano se especialize em um tipo de trote.
Para ler o texto completo de Eduardo Maretti clique aqui

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Pesquisa põe Brasil em topo de ranking de violência contra professores

Saída escola no Rio de Janeiro

Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.
Na enquete da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.
Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados - a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%. Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero.
Para ler o texto completo de Daniela Fernandes clique aqui
Leia a entrevista de Cristovam Buarque com o título “Escola é violenta com aluno”, clicando aqui

domingo, 2 de março de 2014

De José Pacheco a Florestan Fernandes: a absurda militarização de uma escola

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Criador da Escola da Ponte escreve a seu mestre e relata triste caso em Goiás. Mas frisa: “jamais deixarei de ser educador e ser humano rebelde”

Eu sei, meu amigo, que pode parecer inverossímil aquilo que te irei contar, mas crê ser a mais pura verdade.
Um governador de estado inaugurou uma escola construída no Padrão Século XXI, que custou quase três milhões (sic). Pouco tempo após a pompa e circunstância da inauguração, um jovem aluno foi morto a tiro dentro dessa (dita) escola modelo. A diretora disse que o rapaz tinha comportamento normal e boas notas. O porteiro prestou depoimento: “a Polícia Militar vem, ajuda, mas quando eles saem os marginais voltam”. Acrescentou que o colégio tinha encomendado uma barreira de proteção em volta do prédio onde os alunos estudam. Que um serralheiro colocaria as placas em volta da escola, “mas, antes de ficar pronto, infelizmente aconteceu essa tragédia”, disse. E tranquilizou os intranquilos, dizendo: “a Polícia Militar ficará na porta da escola entre os próximos 15 e 30 dias, até que o projeto de segurança seja implantado”.
Um superintendente da secretaria de educação averiguou as condições da infraestrutura de segurança e, peremptoriamente, afirmou: “um circuito de câmeras de monitoramento será instalado ao redor de toda a escola”. E a Polícia Militar, por sua vez, informou que fará rondas. Porém, apesar das garantias dadas por quem pode dá-las, poucos alunos apareceram na instituição na manhã seguinte. E uma mãe decidiu mesmo tirar o filho daquela escola, porque se cansou de ouvir os relatos do menino, que afirmou ter testemunhado o uso de drogas no local.
Para ler o texto completo de José Pacheco clique aqui

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A violência na escola e o papel dos educadores

 
A escola é uma das mais importantes instituições de controle social (Dewey, 2011), sendo responsável por ensinar e regular uma série de comportamentos que, juntamente com outras instituições, podem ou não garantir aquilo que entendemos por coesão social. Para Durkheim (1930/1999), a coesão social é uma ligação resultante da solidariedade entre as pessoas. A intensidade dessa solidariedade mede a ligação entre os indivíduos, variando segundo o modelo de organização de cada sociedade.
Assim, a escola não apenas reproduz as violências presentes na sociedade, já que não é uma cápsula fechada e isolada do mundo, mas, sendo uma instituição ativa, também produz violências. Essas violências podem ser encontradas em vários níveis: verbal, físico, psicológico e simbólico, como demonstrou Bourdieu (2005). Ele chama atenção para a violência que não é sentida por aqueles que a sofrem porque é invisibilizada, naturalizada. É a imposição de categorias de percepção do mundo social que são cultivadas nas classes dominantes e impostas sem questionamento a todas as outras classes. Essas categorias estão presentes na língua, nas artes e em qualquer outra estrutura capaz de moldar a forma de pensar e agir dos indivíduos. É violência porque é imposta e arbitrária. Essa violência é tipicamente encontrada na escola e praticada cotidianamente pelos professores, sem que estes saibam que estão sendo violentos e sem que os alunos percebam que estão sendo violentados.
Para ler o texto completo de Joyce Kelly Pescarolo & Pedro Rodolfo Bodê de Moraes clique aqui

sábado, 1 de junho de 2013

Por que ninguém mais quer ser professor na escola pública?

As escolas públicas são muito mais vulneráveis a esses problemas pelas suas características: plural, universalizada, composta por uma clientela heterogênea quanto à condição econômica, social e cultural.
A educação básica na escola pública vai mal. As universidades reclamam, dizem que os alunos que chegam as universidades tem informação, mas são incapazes de compreendê-las. De que será a culpa? Da escola? Dos educadores? Do Estado? Dos Jovens? A racionalidade nos indica que a culpa não é dos nossos jovens, afinal, eles não nasceram prontos, foram produzidos assim na configuração política e social em voga. Sabemos que desde que o “mundo é mundo” os jovens sempre manifestaram certa rebeldia. O que mudou foi à configuração da rebeldia. A indisciplina e a violência revelam-se cada vez mais cruel e perversa.
Para ler o texto completo de Luiz Claudio Tonchis clique aqui

quinta-feira, 9 de maio de 2013

MÍDIA & PRECONCEITO: Imprensa e escola omissas

Deu no jornal, nos dias 30 de abril e 1º de maio: uma aluna dá uma facada em colega em escola de ensino médio na periferia de São Paulo. Só que não deu bem assim. Na Globo, pernambucanaesfaqueia colega em São Paulo. “Atingido pela menor, o aluno de 16 anos sofreu...” Ela é menor, ele é aluno. O Diário do Grande ABC deu a manchete “Adolescente vítima de Bulling (sic) esfaqueia colega na escola”, informando que ela havia chegado há pouco tempo de Pernambuco e que “o adolescente tirava sarro dela por conta do sotaque”. O Jornal do Brasil também sugere o motivo do crime na manchete: “Alegando bullying, aluna esfaqueia colega dentro de escola em SP”. Também foi um dos únicos a anunciar que a escola programou “uma reunião na unidade de ensino para alertar aos pais sobre casos de violência e bullying”. Infelizmente, nenhum dos dois veículos menciona que ela é negra, um dos dois motivos do bullying.
A Folha de S.Paulo repete a manchete, “Adolescente esfaqueia colega dentro de escola em Ribeirão Pires (SP)”, sem usar o “bullying”, indicando que o motivo seria apenas ela se sentir “ofendida” pela perseguição dele “por ter sotaque nordestino”. O Diário de Pernambuco, naturalmente, deu manchetes de “aluna pernambucana”. O Diário foi o único veículo para quem a mãe da vítima/ agressora, residente em Ribeirão Pires, concordou em dar informações [áudio disponível aqui]. A família viera para a região metropolitana de São Paulo há apenas três meses. A mãe se surpreendera com a facilidade com que a jovem fez amizade, várias colegas vinham regularmente à casa: “Eu fazia bolinho pra elas”. E conta que o rapaz vinha há tempos perseguindo ela, chamava-a constantemente de “nega recalcada”, escondia apostila e trabalhos da jovem, além de um álbum de fotos que ela levara para a escola. E, cada vez que ela falava algo, “tirava sarro” do sotaque “de nordestina”.
Ela é “menor”, “pernambucana”, “jovem negra” ou, na melhor das hipóteses, “adolescente”. Ele é “a vítima”, “o colega”, “menino (!) [que] leva facada no peito”. Nada ficamos sabendo sobre o rapaz: por que não o “jovem paulista branco”?
Para ler o texto completo de Tina Amado clique aqui

sábado, 26 de janeiro de 2013

ROBERT KURZ: A pulsão de morte da concorrência


Há alguns anos que se tornou corrente no mundo ocidental a expressão "massacre em escolas". As escolas, outrora locais da educação mais ou menos autoritária, do erotismo púbere e das travessuras juvenis inofensivas, entram cada vez mais no campo de visão da esfera pública como palco de tragédias sangrentas. Certamente, relatos sobre alguns amoques já são conhecidos também do passado. Mas cabe aos excessos sanguinolentos actuais uma qualidade própria e nova. Eles não se deixam encobrir por uma névoa cinza de generalidade antropológica. Pelo contrário, trata-se inequivocamente de produtos específicos de nossa sociedade contemporânea.
Para ler o texo completo de Robert Kurz clique aqui

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

“Eu sou a mãe de Adam Lanza”

Três dias antes de Adam Lanza, 20 anos, matar sua mãe, e abrir fogo contra uma classe cheia de crianças em Connecticut, meu filho Michael (nome fictício), de 13 anos, perdeu o ônibus da escola porque estava usando calças que não eram as do uniforme.
“Eu posso ir com essas calças”, disse ele, o tom crescentemente agressivo, as pupilas negras engolindo as íris azuis.
“Elas são azul marinho”, respondi. “Sua escola diz que as calças só podem ser pretas ou cáqui”.
“Eles me disseram que eu podia usar dessa cor”, insistiu. “Você é uma vaca idiota. Posso usar as calças que bem entendo. Estamos na América, tenho direitos”.
“Você não pode usar as calças que bem entende”, eu disse, em tom afável, razoável. “E definitivamente não pode me chamar de vaca idiota. Você está proibido de brincar com seus jogos eletrônicos pelo resto do dia. E agora entre no carro que vou levá-lo para a escola.”
Vivo com um filho que tem uma doença mental. Amo meu filho, mas ele me apavora.
Para ler o texto comopleto de Liza Long clique aqui

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

MASSACRE EM CONNECTICUT: Não são as armas, é a ideologia

Até o início da noite de segunda-feira (17/12), nossos canais de notícias e portais da internet mantiveram uma cortina de silêncio em torno da National Rifle Association (NRA), a responsável pela obsessão americana em preservar o comércio e uso de armas de fogo.
Repórteres, correspondentes e âncoras lembraram a Segunda Emenda à Constituição, que garante ao cidadão os meios para se defender, mas prudentemente evitaram trazer para o debate o mais poderoso lobby americano, criado em 1871 e hoje com 4,3 milhões de associados.
A NRA não se encarrega apenas de blindar a legislação que dá suporte legal à venda e utilização de armas, ela consegue monitorar até mesmo o registro de candidatos antiarmas dos dois partidos mais importantes. Um político que não é membro desse clube dos enfezados tem poucas chances de sobreviver.
Horas depois do massacre, ainda na sexta-feira (14), na emocionada mensagem ao país, o presidente Barack Obama teve o cuidado de não falar em armas, foi além: pediu uma união nacional, “independente da política” (regardless of politics) para evitar a repetição de tragédias. Não poderia explorar o doloroso momento para uma convocação mais expressiva. Por isso foi criticado pelos setores mais radicais dos desarmamentistas.
Para ler o texto completo clique aqui

domingo, 16 de dezembro de 2012

"Mass Murder" nas escolas: aconteceu...mais uma vez!

A teimosia dos políticos, e dos especialistas americanos, em não discutir a livre venda de armas, a segurança nas escolas e programas de educação que valorizem o trabalho social, os objetivos de equipe e que diminuam as “guerras” entre grupos de “losers” e de “populars” nas escolas é, claramente, parte causal dos massacres. O recuo, durante a campanha eleitoral de 2012, do Presidente Obama em colocar com clareza a questão da livre venda e porte de armas automáticas mostra uma indesculpável rendição perante os mitos da direita conservadora e reacionária norte-americana.
O artigo de Francisco Carlos Teixeira pode ser lido aqui

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A violência na escola: algumas questões

Notícias sobre a violência na escola têm sido presença mais ou menos constante nos meios de comunicação social, não apenas protagonizadas por alunos mas também por encarregados de educação e outros intervenientes. Sabemos que, embora podendo existir discrepâncias entre a percepção e a realidade, o problema existe e tenderá, infelizmente, a agravar-se, ao ritmo do agravamento das tensões sociais, uma vez que estas se reflectem na vida escolar.
Na verdade, não são os computadores "Magalhães", os quadros electrónicos e toda a tecnologia que se crê necessária – e que eu não discuto, à partida – que constroem as relações humanas, base da escola e da educação. São a proximidade, a comunicação, o compromisso, a capacidade de cada um ser capaz de se sentir responsável pelo outro, sem esperar nada em troca.
É este "sem esperar nada em troca" que, nas sociedades actuais, cada vez mais individualistas e competitivas, parece impossível. Qualquer dia, sem nos darmos conta, mas sem termos feito tudo o que podíamos, a desumanidade tomará o primeiro lugar, em muitos contextos sociais, e também na escola. Agir é, assim, uma obrigação e uma urgência.
A resposta mais óbvia tem sido a de diminuir os efeitos, com maior vigilância, maior segurança, muros mais altos e maior policiamento. Não digo que isto não seja necessário mas devemos ir um pouco mais fundo, questionarmo-nos sobre algumas das razões dessa violência – presente, desde logo, na natureza humana, mas também na sociedade e na própria escola – procurando que a educação para os valores da paz e da convivência pacífica sejam uma preocupação permanente na qual todos se sintam implicados. Par ler o texto completo de Maria Rosa Afonso clique aqui

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A Escola e a violência

De: Robson Sávio Reis Souza

Ângela Maria Dias Nogueira Souza

 

Muitos educadores e parte da opinião pública pensam que a violência na escola é um fenômeno novo que teria surgido na década de 1980 e se intensificado nos anos seguintes. Mas, para o sociólogo francês Bernard Charlot desde o século XIX há relatos de violência na escola. O que mudou foi sua forma de manifestação.
O que há novo nesse fenômeno? As agressões agora são muito mais graves: homicídios, estupros e presença de armas no ambiente escolar. Os envolvidos são cada vez mais jovens. Há um aumento do número de ”intrusões externas” na escola e até mesmo nas salas de aula, para acertos de conta que se iniciam nas suas proximidades e, por último, os pequenos sobressaltos a que são submetidos continuamente os profissionais das escolas que estão localizadas em áreas muito violentas. continua...

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