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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Brasil: os desafios futuros (1)

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Leia "O sujeito oculto: ao vencedor as batatas" de Mauro Luis Iasi clicando aqui

Leia "Mesmo sem lei, Escola sem Partido se espalha pelo país e já afeta rotina nas salas de aula " de Ingrid Fagundez clicando aqui

Leia "Boaventura de Sousa Santos: "Vivemos um ciclo reacionário diferente, que tenta acabar com a distinção entre ditadura e democracia"  " clicando aqui

Leia " Renato Lessa: "Veremos como Moro reage como político a propostas de Bolsonaro para restringir liberdades"  clicando aqui

Leia "Como reinventar a esquerda latino-americana" de Javier Lafuente clicando aqui

Leia "O passado garimpeiro de Bolsonaro - e o perigo que essa paixão representa para a Amazônia " de Amanda Audi clicando aqui

Leia "A fuga para dentro do capitalismo e a aceleração da democracia. Entrevista especial com Bruno Cava" clicando aqui

Leia "'Temo que essa aventura arruíne o liberalismo', diz Eduardo Giannetti"  clicando aqui

Leia "Armar a população não é solução", diz diretor de documentário sobre violência no Rio " clicando aqui

Leia "Entre o horror e a demência" de Mino Carta clicando aqui

Leia "Nordeste, a sede da resistência a Bolsonaro" de Murilo Matias clicando aqui


quinta-feira, 13 de julho de 2017

Por que os tiranos estão saindo do armário

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O que se pensava estar resolvido no entendimento de democracia liberal, pelo menos desde o século 18, parece que pode ressurgir, até mesmo para atacar frontalmente conquistas universais dos direitos humanos. Foi assim com Trump, é assim com Bolsonaro. 
Para ler o texto completo de Humberto Laudares clique aqui


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Conceitos do liberalismo e educação: indivíduo, propriedade e liberdade na educação brasileira


Este artigo analisa diferentes pensamentos relacionados à educação dentro do liberalismo. Além disso, discute como esta ideologia se fez presente na sociedade brasileira em seus primeiros momentos, no século XIX, abordando brevemente diferentes análises historiográficas. Entende-se aqui que a forma através da qual o liberalismo entra na sociedade brasileira, isto é, com um viés elitista, oligárquico e excludente, (em uma parte da classe dominante) está diretamente ligada à concepção de educação pública adotada historicamente pelo Estado brasileiro.  
Para ler o texto completo de Matheus de Carvalho Leibão clique aqui

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Intolerância - Um olhar para além da modernidade


Para a pesquisadora italiana Maria Laura Lanzillo, a intolerância não é resultado da modernidade, mas um processo complexo que se desdobra na história da humanidade. Para ler a entrevista de Maria Laura Lanzillo clique aqui


sábado, 12 de julho de 2014

Liberalismo ou imperialismo?


1. Ao nos ocuparmos das questões nacionais, não devemos nos precipitar, pois há pressa, e não se deve desperdiçar tempo em assuntos e discussões de importância secundária. A situação é grave demais para que se tire o foco do que interessa.

2. Um tema que não deveria merecer muito gasto de nossa energia são as eleições presidenciais. Em artigo recente, "Eleições e Modelo Dependente", escrevi: "O real sistema de poder manobra sempre para que todos os candidatos com chance de chegar ao 2º turno estejam comprometidos com a realização destes objetivos: ampliar e aprofundar a desnacionalização da economia, desindustrializá-la, servir a dívida - inflada pela composição de juros absurdos - e propiciar ganhos desmedidos às grandes empresas transnacionais".

3. Portanto, com qualquer "eleito", a vitória será do sistema imperial e de saqueio, comandado pela oligarquia financeira anglo-americana, através de carteis transnacionais e coadjuvada por concentradores locais.

Para ler o texto completo de Adriano Benayon clique aqui

terça-feira, 11 de março de 2014

Onde os liberais e o Estado policial se encontram

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John Locke (1632-1704): sua influência sobre Constituição dos EUA é tão expressiva
 que,  por vezes, é considerado um “pai fundador” honorário

Na história da humanidade, muitos filósofos se interrogaram sobre a relação entre a natureza humana e a constituição da sociedade. Aristóteles, por exemplo, acreditava que o homem é um animal político. Para ele, a organização dos indivíduos em núcleos sociais mostra-se um processo tão natural quanto o é para as formigas na natureza. Assim, por extensão, o homem apenas se realiza plenamente por meio da atividade política e da participação ativa nas decisões do Estado.
Pra ler o texto completo de Rafael Azzi clique aqui

segunda-feira, 1 de julho de 2013

REFLEXÕES SOBRE O LIBERALISMO: Prezar a liberdade, defender a escravidão


Quem faz do liberalismo a imagem dada pelos liberais terá duras surpresas ao ler esta obra magistral de Domenico Losurdo, Contre-histoire du libéralisme[Contra-história do liberalismo] (Laterza, Roma/Bari, 2006), que já de saída nos apresenta um extraordinário paradoxo.
Ser liberal, em princípio, significa militar, seguindo a escola de grandes escritores como Hugo Grotius e John Locke, Adam Smith e Alexis de Tocqueville, pelas liberdades do indivíduo contra o absolutismo político, o intervencionismo econômico, a intolerância filosófica. Poderoso movimento de pensamento e ação que, do século XVI ao século XVIII, e através de três gloriosas revoluções na Holanda, Inglaterra e América, moldou toda a história contemporânea. Mas é justamente com ele que a escravidão conheceu seu maior desenvolvimento. Na América, havia 330 mil escravos em 1700, cerca de 3 milhões em 1800 e o dobro na metade do século XIX. A Holanda só aboliu a escravidão em suas colônias em 1863. Em meados do século XVIII, era a Grã-Bretanha que tinha o maior número de escravos: quase 900 mil. E tratava-se do pior tipo de escravidão, a chattel racial slavery, na qual o escravo negro é simplesmente um “bem móvel”. Não se poderia imaginar uma negação mais radical da liberdade individual. Onde está o erro?
Para ler o texo completo de Lucien Sève clique aqui
Sobre o mesmo tema pode ler o texto "O laisser-faire é libertário?" de Serge Halimi clicando aqui

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