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terça-feira, 19 de junho de 2018

JOSÉ DE SOUSA MIGUEL LOPES & OUTR@S - "Pessoas com necessidades especiais no cinema"


Pesquisadores de diversas regiões e áreas do conhecimento, necessariamente com passagem pelo universo da educação, escolheram filmes para refletir com relação à presença de pessoas com necessidades especiais, ora como protagonistas ora como personagens coadjuvantes. Deste modo os personagens com necessidades especiais vão ao cinema duas vezes, nos próprios filmes e por meio das análises cuidadosas dos autores envolvidos. Esse modo abordar os filmes possibilita a sua utilização em sala de aula como uma forma de ampliar os estímulos criativos, contribuir para o gosto e a afeição pelo cinema de criação, alargando o repertório e a experiência cinematográfica dos/as educadores/as, como também das crianças, adolescentes, jovens e adultos de nossas escolas.

Para ter acesso ao Sumário, ao Preâmbulo, ao Prefácio e à Apresentação clique aqui 

O autor do blog participa com o texto Hoje eu quero voltar sozinho”: um relato poético da delicadeza". José de Sousa Miguel Lopes nos remete para a forma como o diretor aborda as relações de um adolescente cego, que tenta lidar com a mãe super protetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando outro adolescente chega à cidade, novos sentimentos começam a surgir, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade. Os jovens que nos são mostrados no filme parecem livres para lidar apenas com os dilemas universais. Tudo é muito real, e familiar ao espectador, inclusive a ingenuidade aparente dos diálogos entre adolescentes. O autor salienta que “A descoberta do afeto, na amizade e no amor, entre adolescentes de classe média, é ao mesmo tempo o assunto dramático do filme e o fundamento sensível da relação que a narração pretende estabelecer com os espectadores”.

Para adquirir o livro clique aqui

sábado, 24 de março de 2018

Educação Especial ao longo de toda vida?

Créditos: Public Domain Pictures

Em artigo, conselheiro do Movimento Down fala sobre a necessidades das pessoas com deficiência terem acesso a uma educação inclusiva, mas também ocupar outros espaços como o mercado de trabalho. 
Para ler o texto completo de Gonzalo Lopez clique aqui

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

“Eu sou a mãe de Adam Lanza”

Três dias antes de Adam Lanza, 20 anos, matar sua mãe, e abrir fogo contra uma classe cheia de crianças em Connecticut, meu filho Michael (nome fictício), de 13 anos, perdeu o ônibus da escola porque estava usando calças que não eram as do uniforme.
“Eu posso ir com essas calças”, disse ele, o tom crescentemente agressivo, as pupilas negras engolindo as íris azuis.
“Elas são azul marinho”, respondi. “Sua escola diz que as calças só podem ser pretas ou cáqui”.
“Eles me disseram que eu podia usar dessa cor”, insistiu. “Você é uma vaca idiota. Posso usar as calças que bem entendo. Estamos na América, tenho direitos”.
“Você não pode usar as calças que bem entende”, eu disse, em tom afável, razoável. “E definitivamente não pode me chamar de vaca idiota. Você está proibido de brincar com seus jogos eletrônicos pelo resto do dia. E agora entre no carro que vou levá-lo para a escola.”
Vivo com um filho que tem uma doença mental. Amo meu filho, mas ele me apavora.
Para ler o texto comopleto de Liza Long clique aqui

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Escolas dos diferentes ou escolas das diferenças?

O convívio com alunos anteriormente excluídos das escolas comuns é recente e gera ainda muito preconceito, receios, insegurança. Essas reações às diferenças vêm das práticas de distanciamento dessas pessoas, como ocorre com outras minorias; alimentam o descrédito e reduzem as expectativas dos professores e continuam a manter as “escolas dos diferentes”, os alunos “diferentes”, seja porque são os melhores da classe, seja porque são os alunos nela incluídos – os chamados “alunos da inclusão”.
Para ler o texto completo de Maria Teresa Eglér Mantoan clique aqui

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Educação especial e inclusão

Em cerimônia no Palácio do Planalto, em 17/12, a presidente Dilma Rousseff anunciou aquela que é a primeira grande iniciativa de atenção à pessoa com deficiência em seu governo. O Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, batizado “Viver sem Limite”, destaca a necessidade de viabilizar a inclusão social das pessoas com deficiência em todo o país e prevê um investimento de cerca de 7,6 bilhões de reais até 2014 em áreas como acessibilidade arquitetônica e urbanística, saúde e educação, entre outras.
Na esteira do plano, o governo também lançou um conjunto de medidas visando a sustentá-lo legalmente, entre as quais os Decretos 7.611 e 7.612. Este último diz respeito ao detalhamento do plano em si mesmo, enquanto o primeiro reorganiza os serviços da educação especial, complementares ou suplementares ao ensino regular, o assim chamado atendimento educacional especializado (AEE), e a específica distribuição de verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) destinadas a financiá-lo, nas diferentes modalidades de sua oferta. Para ler o artigo completo de Lucio Carvalho clique aqui

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