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sábado, 25 de julho de 2026

Reflexões sobre o tempo presente

 


Boaventura de Sousa Santos: Onde estão todos?


Salvio Kotter: Boaventura de Sousa Santos e o tempo das guerras sem fim


Larissa Ormay: Nacionalismo e pertencimento


Luiz Alberto Melchert: Religião, ópio ou câncer?


Stevens Rehen e ​​​​​​​José Alexandre Salerno: Psicodélico presente na ayahuasca pode ajudar o cérebro a produzir novos neurônios


Quando o conhecimento da internet já não é suficiente: a IA mira nas livrarias de livros usados


Paulo Akam: A Nova Lisboa de sempre


Alexandre Francisco - Odisseia: uma jornada em busca de si


Enrique Díaz Álvarez: Aumentamos nosso limite de tolerância a níveis alarmantes


Novidade editorial CLACSO


Jornal da Ciência


Revista Comunicação & Educação, v. 31, n. 1 (2026): Processos educomunicativos, disputa de sentidos e educação inclusiva


Notícias da China - 25 de julho de 2026


José Fernando Magalhães: O admirável mundo do anúncio inclusivo


Ricardo Musse: Trabalho no capitalismo – crítica e resignação


Entrevista de Alexandra Lucas Coelho ao jornal Ágora


Vijay Prashad: Assim indústria alimentícia engana e mata


Ricardo da Silva Kaminski - Colonialismo de dados: a atual revolução industrial demarca uma nova fronteira do pensamento – Parte I


Luiz Francisco Osorio - O amor e a camaradagem: reflexões acerca da prática política nas relações humanas


Ecossocialismo: Utopia como método?


Douglas Barros: Acusar o fascismo não basta


Erick Kayser: Michel Foucault e Karl Marx


Eugênio Bucci: O samurai e o jornalista


Felipe Carvalho Novaes: Como os aplicativos de namoro relacionam os relacionamentos e a economia do desejo


Luís Nassif: A economia da música na era digital


Celso P. de Melo: Quando a Copa muda o mapa do mundo

sábado, 19 de abril de 2025

Reflexões sobre o tempo presente & Novidade editorial CLACSO




Cancelar não é responsabilizar, é aniquilar”, afirma o psicanalista Luciano Elia


Elia analisa a cultura do cancelamento e alerta: “É o gozo de ver o outro ser destruído, não o desejo de justiça”. Para ler seu texto clique aqui






Migro, logo existo



Eu migro de línguas. Salto do português para o kriol. Arranho inglês. Falo um bom portunhol. Desenho e danço. E entendo um bocado de emojis. Também falo por silêncios. Tacteio. Cheiro. Ouço. Lambo. Grito pelos olhos. Estreito laços; tecelão. E sou bastante fluente em desencontros. Migro entre linguagens e línguas, porque escolho definir o meu espaço e procuro definir as minhas circunstâncias à minha maneira. Para ler o texto de Marinho de Pina clique aqui







Precisamos parar de achar que a IA é mesmo inteligente



Somos constantemente alimentados com uma versão de inteligência artificial (IA) que se parece, soa e age de forma suspeita como nós. Ela fala usando frases polidas, imita emoções, expressa curiosidade, alega sentir compaixão e até se envolve com o que chama de “criatividade”. Mas aqui está a verdade: a IA não possui nenhuma dessas qualidades. Ela não é humana. E apresentá-la como se fosse? Isso é perigoso. Porque é convincente. E nada é mais perigoso do que uma ilusão convincente. Para ler o texto de Guillaume Thierry clique aqui



Cauê Martins: ‘Adolescência’: as masculinidades violentas












Novidade editorial CLACSO



sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Reflexões sobre o tempo presente





Saúde mental e consciência coletiva em foco




A saúde é um dos pilares mais importantes para o sucesso no trabalho e na vida. No mês de Janeiro Branco, uma campanha dedicada à conscientização sobre saúde mental, é fundamental refletir sobre como o bem-estar físico e emocional impacta diretamente a produtividade e o desempenho profissional. Não é possível alcançar saúde mental sem considerar a saúde integral. Para ler o texto de Rubens Bollos clique aqui


 



A ilusão de que ser homem bastaria



Sim, eu também era uma mulher cooptada pelo machismo e vivia a ilusão de que ser homem bastaria. Será possível deixar de sê-lo? Para ler o texto de Ana Laura Prates clique aqui







Coautoria inteligente, às suas ordens



Você não precisa ser um profissional em artes literárias para contar histórias. Com o avanço da Inteligência Artificial (IA) e o desenvolvimento de modelos de linguagem de larga escala (LLMs, ou Large Language Models), como ChatGPT, Gemini e outros, surgiram ferramentas que facilitam a criação de narrativas. Inclusive, grandes empresas da indústria de jogos, como Ubisoft, Blizzard e Niantic, já começaram a incorporar IA generativa em seus processos de produção, criando histórias cada vez mais dinâmicas e complexas. Para ler o texto de Antonio L. Furtado clique aqui







Temos que sonhar



Do ponto de vista marxista, o trabalho e a capacidade de comunicação avançada são os dois aspectos mais importantes do ser humano como um ser social. O trabalho social é impossível sem uma comunicação humana avançada e interpessoal, incluindo a capacidade de utilizar ferramentas linguísticas estruturadas, de formar conceitos e de desenvolver a consciência. Para ler o texto de Ernest Mandel clique aqui


terça-feira, 7 de janeiro de 2025

Reflexões sobre o tempo presente





A associação dos escritores dos BRICS



Os BRICS foram projetados com um tripé formado por economia, soberania nacional e cultura, este terceiro ponto tem tido pouca atenção dentro das políticas criadas em torno do bloco. Para ler o texto de Sergio Cohn clique aqui






 Arte, comunicação e democracia



Em um cenário de crescente polarização política e avanços autoritários, a comunicação de qualidade e a arte desempenham papéis essenciais na defesa da democracia e no combate à desinformação. Para ler a entrevista com Martin Grossmann clique aqui






Massimo Cacciari: Liberdade é uma palavra incompreendida e vilipendiada: somente a escola pode reconstruir seu sentido



"Professores, pesquisadores e cientistas devem se libertar todos os dias para realmente servir ao desenvolvimento de sua ciência. E somente uma escola livre de “pensamentos únicos” e ideologias produtivistas pode aspirar a ser o centro de uma educação para a liberdade como tarefa", escreve Massimo Cacciari, filósofo italiano. Para ler seu texto clique aqui


sábado, 14 de dezembro de 2024

Como se faz um militar?




O retorno ostensivo dos militares ao governo que aconteceu com o golpe contra a presidenta Dilma Rousseff em 2016 dirigiu os holofotes para as Forças armadas, redundando no crescimento de publicações que objetivam compreender o que são e o que fazem os militares. No entanto, tal crescimento nem de longe representa o volume que corresponderia à presença militar na política brasileira. Como estudiosos de diferentes matizes políticos apontam, as Forças armadas estiveram presentes em todos os eventos políticos importantes da história política do Brasil, na maioria das vezes como protagonistas. Para ler o texto de Suzeley Kalil clique aqui

 
































quarta-feira, 6 de novembro de 2024

Reflexões sobre o tempo presente

 





Nós nos comunicamos com inteligências não humanas todos os dias


"Modos de existir: Más allá de la inteligencia humana" (Galaxia Gutenberg, 2024) analisa as diferentes inteligências não humanas e a forma como se relacionam com a humana (e a artificial). Seu autor, James Bridle (1980), atua entre a biologia e a tecnologia para investigar a comunicação entre espécies baseada na solidariedade. Esta diversidade cognitiva pode ser determinante na busca de soluções para a emergência climática. Para ler sua entrevista clique aqui






O neoliberalismo e a destruição da consciência



Com a destruição do professor, o ocidente neoliberal destrói algo mais importante ainda: a consciência de nós próprios! Para ler o texto de Hugo Dionísio clique aqui







Os limites da democracia e o mito do futuro




clima apocalíptico, um tom afetivo que hegemoniza as representações contemporâneas do mundo, impede que as forças políticas transformadoras ofereçam um mito do futuro que gere entusiasmo e se oponha à resignação frente ao colapso”, escreve psicanalista e escritor Jorge Alemán. Para ler seu texto clique aqui


Rodrigo Corrêa: As sonoridades das lutas libertárias


Hernán Poblete Miranda: Frankenstein e as sombras da IA


Henry A. Giroux - Universidades em tempos sombrios: além da praga do fascismo neoliberal


Ronaldo Tadeu de Souza - Intelectuais: tentativa de definição a partir de Jean-Paul Sartre


Muniz Sodré: O tamanho do buraco identitário


Dylan Resnik - O futuro da IA e o seu impacto no conhecimento: mudará a forma como pensamos?


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