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terça-feira, 28 de março de 2017

Aragão: Previdência é para dar grana aos bancos!

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Quem governa o País é uma “negociatocracia”. 
Para ler o texto de Eugênio Aragão clique aqui

sexta-feira, 10 de março de 2017

Como homens e mulheres se aposentam em outros países?

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Agência Pública checou a frase do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que estabelecer a mesma idade mínima para os dois gêneros é uma tendência mundial. 
Para ler o texto completo de Étore Medeiros clique aqui

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Caminhos da terceira idade

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Para a pessoa que se percebe na terceira idade, esta é uma fase de transformações pessoais, de busca por novas alternativas, de dedicação a novos ideais e projetos de vida. Mais do que isso, é um momento em que encontra respostas para muitos dos questionamentos pessoais que se fez ao longo da vida, bem como é também a oportunidade de desfrutar da experiência acumulada, da paciência e da tranquilidade que o capacita para uma vida melhor.
Para ler o texto completo de Geraldo Costa clique aqui

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Género e perda emocional profunda na velhice


A perda do cônjuge na velhice tem um profundo impacto na vida e no bem-estar da pessoa idosa, uma vez que cria uma série de discrepâncias entre o mundo que se conhecia e aquele que passa a existir. Este aspeto é ainda mais marcante se, a par da viuvez, o/a enlutado/a se vê também desapossado do seu lar, numa institucionalização que acentua a sua desestruturação identitária. Neste contexto de viuvez e de institucionalização permanente, a significação que a pessoa idosa atribui à perda, e a sua capacidade de (re)construção da práxis quotidiana, encontra-se intimamente relacionada com condições críticas que favorecem um perfil de maior ou menor capacidade de superar o luto. De entre as várias condições críticas destaca-se o gênero, enquanto principal elemento diferenciador de comportamentos nos processos de adaptação às perdas. A partir destes pressupostos, este artigo apresenta-se estruturado em duas partes fundamentais: num primeiro momento faremos um enquadramento teórico, focando os aspetos mais marcantes do luto na velhice e do papel da institucionalização neste contexto de perda emocional profunda; num segundo momento, apresentaremos, analisaremos e discutiremos os resultados obtidos numa investigação qualitativa produzida no âmbito do Programa Doutoral em Estudos Culturais.
Para ler o texto completo de Jenny Sousa & Maria Manuel Baptista clique aqui

domingo, 15 de junho de 2014

EUA: a emergência das "comunidades de idosos"

Manifestantes protestam diante da lanchonete, que chamou polícia para expulsar idosos (alguns dos quais coreanos) que ocupavam cadeiras consumindo pouco
Manifestantes protestam diante da lanchonete, que chamou polícia para expulsar idosos (alguns dos quais coreanos) que ocupavam cadeiras consumindo “pouco”

Por que as pessoas vivem nas cidades? Obviamente há várias razões que vão desde oportunidades de trabalho até fácil acesso a manifestações culturais. Mas, para nossos propósitos, uma das razões é a independência. Diferentemente de lugares rurais ou suburbanos, onde a movimentação depende em grande parte de se possuir um carro, os centros urbanos têm muitas opções para as pessoas circularem pela cidade, graças a bairros populosos acessíveis a pé e à grande malha do transporte público.
Independência também é um dos principais motivos para se envelhecer nas cidades. Em parte, este desejo ocasionou o aumento na tendência de aglomeração de idosos nas cidades. Tais agrupamentos foram observados em 1986 pelo professor da Universidade de Wisconsin-Madison, Michael Hunt, que os nomeou espontaneamente de comunidades de terceira idade ou NORCs [em inglês, Natural Occurring Retirement Communities]. Estas comunidades não foram construídas propositalmente para os idosos; elas evoluíram de forma natural devido ao envelhecimento dos adultos naqueles locais.
Para ler o texto completo Tod Newcombe clique aqui

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Alain de Botton: “Temos de descobrir a juventude e a velhice como categorias de trabalho”

O grande desafio na forma como a sociedade olha para os reformados é mudar a atitude para com o trabalho e pensar que “não trabalhar não é o fim do ser humano”, diz o filósofo do quotidiano Alain de Botton.
Leia sua entrevista aqui

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