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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Falta um tijolo na parede

Calcutá, Índia, 1996

Em 2001, o economista britânico Jim O’Neill, do banco Goldman Sachs, publicou um estudo com o título Building better global economics. Nele, o economista  falava sobre a ascensão de quatro potências globais para além do G-7, grupo das sete maiores economias do globo. O grupo foi batizado de BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). O acrônimo ganhou fama instantânea: para além da fácil sonoridade, em inglês brick significa tijolo. Tempos depois, mais um país se juntaria ao grupo, a África do Sul. O termo BRICS ganhou popularidade fácil. 
Para ler o texto completo de Charles Nisz clique aqui

domingo, 4 de outubro de 2015

Países do Brics partilham sistema de mídia que defende interesses da elite, diz pesquisadora


Raquel Paiva, coordenadora de estudo que mapeia a mídia no bloco emergente e professora da UFRJ, aponta similaridades do jornalismo nos cinco países. 
Para ler o texto completo de Dodô Calixto clique aqui

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Havana em Washington e os EUA nos Brics


Os hitlernautas que infestam a internet brasileira desenvolveram a retorcida tese de que Cuba estaria se rendendo aos EUA.
Para ler o texto completo de Mauro Santayana clique aqui

domingo, 22 de fevereiro de 2015

BRICS: caminho para retomar política externa

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Recentemente, a Revista Brasileira de Política Internacional publicou artigo intitulado “O declínio: inserção internacional do Brasil (2011–2014)”, escrito por dois distintos pesquisadores da área de Relações Internacionais, nomeadamente, Amado Luiz Cervo e Antônio Lessa. Não intento aqui resenhar o artigo em questão, mas quero se possível acrescentar ideias ao debate sobre o declínio da inserção internacional do Brasil no primeiro mandado da presidenta Dilma Rousseff – à qual, segundo os autores, a ausência de diálogo com os principais nichos da sociedade brasileira dificultou a aplicação da política no nível externo. Tal “declínio” é ainda mais evidente se compararmos com o governo anterior de Lula (2003 -2010), momento que será lembrado com nostalgia na história das relações exteriores do Brasil.
Para ler o texto completo de Renato Xavier clique aqui

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Aproximação econômica impulsiona cooperação científica entre países do Brics


Em julho de 2014, o bloco dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) criou um banco de desenvolvimento com capital de 50 bilhões de dólares para financiar obras de infraestrutura de interesse comum. Assim como na economia, a aproximação dos cinco países rende frutos no âmbito da ciência – e ajudou a alavancar colaborações de pesquisa. É o que mostra um estudo divulgado na edição de dezembro da revista Scientometrics, ao analisar a produção de artigos científicos e de trabalhos publicados em conferências escritos em coautoria por pesquisadores de países do bloco, entre 1996 e 2012. “O objetivo da pesquisa foi investigar a força das colaborações científicas entre os Brics. Observamos que o advento do bloco teve um papel nesse processo”, diz Ugo Finardi, pesquisador do National Research Council da Itália e autor do trabalho, que analisou artigos publicados em mais de 20 mil periódicos indexados na base de dados Scopus, da editora Elsevier.
O estudo mostra que, em 2000, cerca de 8% do total de trabalhos de autores brasileiros publicados com pesquisadores do mundo todo foi feito em colaboração com colegas dos Brics. Já em 2012 esse percentual havia subido para 14%. Embora não figure como o principal parceiro dos demais países do grupo, o Brasil tem cooperado em áreas nas quais se destaca, como nas ciências médicas e da saúde. Nos últimos anos, por exemplo, cresceu a afinidade com a África do Sul nestes campos do conhecimento, dado que surpreendeu Finardi. “A forte colaboração entre Brasil e África do Sul em ciências médicas possivelmente decorre do interesse comum em desenvolver novos tratamentos para doenças negligenciadas, como malária e Chagas, e também para a Aids”, afirma.
Para ler o texto completo de Bruno de Pierro clique aqui

sábado, 11 de outubro de 2014

BRICS

Chefes de Estado dos BRICS, posam para foto, após 6ª reunião de cúpula do grupo, em julho, em Fortaleza

Para ler o texto “Por um BRICS para os povos”  de Fátima Mello clique aqui

Para ler o texto  “BRICS: a fronteira literária”  de Renato Xavier clique aqui

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Stiglitz aposta no Banco dos BRICS

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Na última terça-feira (16/7), um grupo de cinco países lançou seu próprio banco de desenvolvimento para fazer frente ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional, dominados pelos Estados Unidos. Governantes dos países conhecidos por BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – divulgaram a criação do Novo Banco de Desenvolvimento em uma reunião de cúpula no Brasil. O banco terá sede em Xangai. Juntos, os BRICS têm 40% da população mundial e 25% do PIB global.
Em entrevista aos jornalistas Juan González e Amy Goodman, do Democracy Now, o economista ganhador do Prêmio Nobel Joseph Stiglitz, fala sobre o que significa esse fato. Stiglitz é professor da Universidade de Columbia e autor de diversos livros, sendo o mais recente Creating a Learning Society: A New Approach to Growth, Development, and Social Progress (Criando uma Sociedade do Conhecimento: uma Nova Abordagem ao Crescimento, Desenvolvimento e Progresso Social).
Para ler a entrevista de Joseph Stiglitz clique aqui

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A mídia boicota os Brics

Jornais preferem ressaltar diferenças entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — ao invés de informar sobre sua oposição comum à postura neocolonial da Europa e EUA.
Para ler o texto completo de Mauro Santayana clique aqui

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Como os BRICS podem mudar geopolítica do mundo

Oliver Stuenkel fez parte da delegação brasileira para o fórum acadêmico Track II, em preparação para a Cúpula de Nova Délhi para líderes do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS), que aconteceu no dia 29 de março de 2012.
Stuenkel é especializado nas relações do Brasil com a Índia, mas também foca mais amplamente suas pesquisas nos BRICS. Ele é atualmente professor de Relações Internacionais na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. Também coordena um blog chamado Post Western World, que olha como as potências emergentes estão mudando o mundo.
Abaixo, estão partes da entrevista com Stuenkel, na qual ele lança luz sobre o Brasil e as perspectivas e desafios que os BRICS enfrentam. Ele também contraria aqueles que dizem que os BRICS falharam.
Leia a entrevista aqui

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Brasil afasta-se dos BRICS e vota contra a Síria na ONU


Às vésperas do carnaval, a representante do Brasil na ONU votou resolução de condenação ao governo sírio, afastando-se dos BRICS, dos países da ALBA , emitindo contraditória e perigosa mensagem de aproximação com as potências que sustentam intervencionismo militar crescente em escala internacional.
Para ler o artigo completo de Beto Almeida clique aqui

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