Mostrando postagens com marcador Brasi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasi. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de outubro de 2021

Jair Bolsonaro é pior do que Adolf Hitler -o austríaco assumia seus crimes



O Brasil perdeu o respeito, virou um país perverso. Aceitou passivamente o genocídio como se fosse algo inevitável, como uma erupção vulcânica ou um tsunami. Assiste todo dia Jair Bolsonaro agir na Presidência da República como um marginal. Pode ser até que um chefe de uma organização criminosa tenha mais decoro e compromisso com o trabalho delinquente do que o ocupante do Palácio do Planalto. Para ler o texto de Marco Antonio Villa clique aqui


Leia "Acuado, Bolsonaro parte para o ataque e diz que CPI é uma "palhaçada" que prejudica a economia" de Naiara Galarraga Gortázar clicando aqui


Leia "Raízes do atual governo" de Luiz Werneck Vianna clicando aqui



Leia "No mês dedicado ao idoso, a constatação: "Envelhecer no Brasil é muito perigoso"" de PH de Noronha clicando aqui



Leia "O golpe no financiamento de pesquisas" de Meghie Rodrigues clicando aqui



Leia "Ainda sobre a presidente da UNE" de Luis Felipe Miguel clicando aqui



Leia "Agricultores atingidos por barragens usam energia solar para irrigar hortas agroecológicas" de Nanci Pitelkow clicando aqui



Leia "O amigo garimpeiro do chefe da Funai" de Marta Salomon clicando aqui
 

domingo, 17 de dezembro de 2017

Quando o passado atropela o presente: notas de um Brasil que insiste no racismo

Resultado de imagem para Brasil que insiste no racismo

Sanccionado o projecto que extingue a escravidão no Brazil, encerrou-se o periodo negro da nossa Historia”. Foi dessa maneira que o jornal O Paiz noticiou a Lei Imperial no 3.353 que decretava, em 13 de maio de 1888, o fim do cativeiro no país. A ambiguidade da frase, que teimava em usar “negro” como adjetivo infausto e relegá-lo a um dado inerte do passado, ausente dos projetos de futuro da nação, não deixa de ser curiosa, ao mesmo tempo que perversa. Entre o dito e os muitos não ditos que a compõem, o texto curto da nota acaba por trazer à tona várias das contradições que o momento ensejava e que ainda enseja nos dias de hoje. A maioria delas absolutamente atual. 
Para ler o texto completo de LiLia Schwarcz e Hélio Menezes clique aqui

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Amazônia, história de um massacre esquecido

Resultado de imagem para amazônia

Documentos históricos revelam: até um milhão de animais foram mortos por ano no século 20, para abastecer mercado mundial de peles. Congresso estuda reabrir a caça.
Para ler o texto completo de André Antunes clique aqui

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Tempo de festas, tempo de racismo

white-people-party

Ano novo. Na praia com dois amigos brancos, cantando e tocando violão. Um estranho branco se aproxima, pedindo para integrar a roda, entusiasmado com a animação do trio. Pergunta os nomes. Fulano, prazer.
Para ler o texto completo de Fabio Ando Filho clique aqui

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Einstein e a crise da economia brasileira

reprodução

Einstein não só entendeu o funcionamento do universo pelas dimensões relativas do espaço-tempo como também desvendou a engrenagem do capitalismo. 

Para ler o texto completo de José Carlos Peliano clique aqui 

"Racismo sutil ainda é evidente para quem sofre"

Bianca Santana, na Noruega, onde falou sobre racismo no Brasil

Jornalista Bianca Santana que ‘descobriu’ ser negra há 10 anos fala de como sempre sofreu sem nomear o que sentia.
Para ler sua entrevista clique aqui

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Adriana Calcanhoto em Coimbra, o templo da língua



O PÚBLICO e a Universidade de Coimbra juntaram Fradique Mendes e Bernardo Soares, com a ajuda de dois acadêmicos. No dia em que Adriana Calcanhotto passou a ser embaixadora da universidade e cantou com o retrato de D. João V ao fundo.
Para ler o texto completo de Isabel Coutinho clique aqui

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A adaga foi desembainhada

a adaga foi desembainhada mauro iasi

A aceitação por parte do Presidente da Câmara dos Deputados do pedido de impeachment da Presidente Dilma abre mais um capítulo nesta novela fundada numa trama de mal gosto e operada por atores menores. Afirmávamos que o impeachment era como uma adaga que todos ameaçavam sacar, mas que não queriam de fato utilizar. Em outros termos, um blefe no jogo político que envolve três personagens: o governo, a oposição e o PMDB que se equilibra habilmente entre os dois primeiros.
Para ler o texto completo de Mauro Iasi clique aqui

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP