Mostrando postagens com marcador Civilização. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Civilização. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A civilização islâmica: a última grande civilização mediterrânea. Entrevista a Cláudio Torres

Cláudio Torres

Ao contrário do que diz o mito, a civilização islâmica não veio do deserto e era impensável que tal tivesse sucedido, diz o arqueólogo Cláudio Torres, o fundador do primeiro museu islâmico de Portugal. A civilização islâmica é a soma, a continuidade das velhas e milenares civilizações que convergem lentamente ao longo dos séculos para o apogeu civilizacional dos séculos X - XI. Surgiu fundamentalmente nas grandes cidades do Próximo Oriente, em Alexandria, no Cairo, em Antioquia. É uma civilização profundamente urbana, que nasce dentro das comunidades mercadoras do Mediterrâneo. E que entra em decadência por circunstâncias ainda não claramente esclarecidas.
Para ler a entrevista de Cláudio Torres clique aqui

sábado, 17 de janeiro de 2015

Ao pedir pena de morte para tráfico de drogas, matamos junto a civilização


O brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado, na manhã de domingo, na Indonésia, 15h30 deste sábado (17), no Brasil, por ter sido condenado por tráfico de drogas. Ele tentou entrar no país, em 2003, com 13,4 kg de cocaína em tubos de uma asa-delta.
Muita gente nas redes sociais está louvando a atitude do governo indonésio, tuitando e postando que o traficante brasileiro teve o que mereceu e pedindo para que a lei mude no Brasil a fim de que a pena de morte passe a valer para casos penais comuns (ela persiste apenas em tempos de guerra) e salvar as “pessoas de bem'' do caos.
Há ainda os que exigem que a polícia daqui faça o mesmo: chega de julgamentos longos e com chances dos canalhas se safarem ou de “alimentar bandido'' em casas de detenção. Execute-os com um tiro, de preferência na nuca para não gastar muita bala, e resolve-se tudo por ali mesmo. Limpem a urbe.
E vamos indo da barbárie para a decadência sem passar pela civilização.
Para ler o texto completo de Leonardo Sakamoto clique aqui
Leia o texto  “Com pena de morte, Indonésia está na contramão da história” de Maurício Santoro clicando aqui

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Civilização em crise: assim nos envenenamos

poluicao-transito-ar-saude-size-598
Nas recentes discussões sobre “mobilidade urbana”, custo dos congestionamentos para o usuário em tempo e horas de trabalho, baixo investimento em transporte de massa – todas exacerbadas pela onda de protestos nas ruas -, tem merecido pouca atenção o tema do impacto da poluição do ar (agravado por todas essas causas) na saúde da população e no número de mortes, principalmente nas metrópoles. E foi essa exatamente a discussão sobre a “Avaliação do impacto da poluição atmosférica sob a visão da saúde no Estado de São Paulo”, promovida no início da semana na Câmara Municipal de São Paulo, com base em pesquisa desenvolvida pelo Instituto Saúde e Sustentabilidade, coordenada pelos professores Paulo Saldiva e Evangelina A. Vormittag, ambos doutores em Patologia, com a participação de mais cinco pesquisadores.
Para ler o texto completo de Washington Novaes clique aqui

domingo, 14 de julho de 2013

Dilemas da civilização tecnológica

Dilemas da civilização tecnológica
Nascido em Moçambique, Hermínio Martins exilou-se nos anos 1950 na Inglaterra
, onde desenvolveu suas pesquisas sobre filosofia e sociologia da ciência e da tecnologia. (foto: Margaret Martins)  

A vocação e o destino tecnológicos da civilização contemporânea são os temas que vêm ocupando, há várias décadas, o sociólogo Hermínio Martins. Nascido em Moçambique, em 1934, ele é considerado um dos grandes pensadores portugueses da atualidade. Em novembro passado, Martins esteve no Brasil para lançar Experimentum humanum – civilização tecnológica e condição humana (editora Fino Traço), livro que reúne artigos produzidos ao longo de quase 20 anos.
Forçado ao exílio na década de 1950, o sociólogo desenvolveu sua trajetória acadêmica na Inglaterra. Ensinou nas Universidades de Leeds e de Essex, no Reino Unido, e também nas universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos. Atualmente, é professor emérito do St. Anthony’s College, da Universidade de Oxford, e pesquisador honorário do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
Ao pensar criticamente os rumos da tecnociência, Martins serve-se de dois signos fortes do nosso imaginário: Prometeu, que dá à humanidade o fogo roubado aos deuses, e Fausto, o que pactua com o demônio. Por meio dessas figuras, ele sinaliza a tensão – entre o entusiasmo e o pesadelo – do projeto de controle total da natureza.
Para ler a entrevista de Hermínio Martins clique aqui     

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As mudanças climáticas e o mito do progresso humano


Clive Hamilton em seu "Réquiem por uma Espécie: Por que resistimos à verdade sobre a mudança climática", descreve um alívio sombrio que vem de aceitar que a "catastrófica mudança climática é praticamente certa". Esta obliteração de "falsas esperanças", diz ele, exige um conhecimento intelectual e um conhecimento emocional. O primeiro é atingível. O segundo, por significar que aqueles que amamos, incluindo os nossos filhos, estão quase certamente fadados à miséria, insegurança e sofrimento dentro de poucas décadas, senão de alguns anos, é muito mais difícil de adquirir. Aceitar emocionalmente um desastre iminente, atingir a compreensão visceral que a elite do poder não vai responder de forma racional à devastação do ecossistema, é tão difícil de aceitar como nossa própria mortalidade. A luta existencial mais difícil do nosso tempo é a de ingerir esta terrível verdade - intelectualmente e emocionalmente - e continuar a resistir às forças que estão nos destruindo.
Para ler o texto completo de Chris Hedges clique aqui

sábado, 20 de outubro de 2012

MANIFESTO EM DEFESA DA CIVILIZAÇÃO

Diante do quadro de regressão social que atinge os países ditos desenvolvidos, um grupo de economistas formados pela Unicamp decidiu elaborar um "Manifesto em Defesa da Civilização". "Estamos, hoje, vivendo uma crise que nega os princípios fundamentais que regem a vida civilizada e democrática? Quanto tempo mais a humanidade suportará tamanha regressão?" - pergunta o manifesto. As respostas para tais questões, acrescenta, não serão encontradas nos meios de comunicação de massa, "ocupados hoje por aparatos comprometidos com a força dos mais fortes e controlado pela hegemonia das banalidades".
Para ler a íntegra do Manifesto clique aqui

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP