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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Como enfrentar o medo de mudança

Como enfrentar o medo de mudança

Nosso cérebro foi projetado para a sobrevivência, não para a felicidade. 

Para ler o texto completo de Pilar Jericó clique aqui

sexta-feira, 22 de junho de 2018

"O velho Marx", de Marcello Musto: por que essa biografia merece ser lida


Os elementos bibliográficos de Marx bem organizados podem, por vezes, contribuir mais para a tradição marxista do que uma dúzia de interpretações precoces deslocadas da vida desse grande autor. É por isso que “O velho Marx” configura uma obra essencial para a biblioteca de qualquer estudioso do Mouro. 
Para ler o texto completo de Lucas Parreira Álvares clique aqui

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Por que publicar uma nova biografia de Marx?


Michael Heinrich é autor de uma nova biografia em três volumes que promete ser o trabalho definitivo para compreender, de forma integrada, a vida e a obra de Karl Marx. Nesta entrevista, ele fala a seu editor sobre a importância do projeto e discute os desafios de se enfrentar essa tarefa monumental. 
Para ler a entrevista de Michael Heinrich clique aqui

domingo, 13 de maio de 2018

DOSSIÊ: Marx

Reproduções

Leia o texto "Novas biografias de Karl Marx investigam diferentes períodos da vida do autor" de Ricardo Musse clicando aqui

Leia "As três críticas de Marx" clicando aqui

Leia "5 de maio de 1818, nasce um gênio" de Fábio Guedes Gomes clicando aqui

Leia "A poesia veemente e irrequieta de Marx" de Elionora de Lucena e Rodolfo Lucena clicando aqui

Leia "Marx 200: Carney, Bowles e Varoufakis" de Michael Roberts clicando aqui

Leia "Elogio a Marx, no 125º aniversário de sua morte" de Francisco Fernádez Buey clicando aqui


quarta-feira, 9 de maio de 2018

Vida e obra: o significado político de uma leitura biográfica de Marx


Autor da mais ambiciosa biografia de Karl Marx faz um panorama dos limites dos esforços biográficos existentes e discute os desafios e a importância de se fazer uma abordagem integrada da vida e obra do pensador alemão. 
Para ler o texto completo de Michael Heinrich clique aqui

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Monsanto obtém acesso à mais poderosa ferramenta de edição genética no mundo

FILE - This Aug. 31, 2015 file photo shows the Monsanto logo seen at the Farm Progress Show in Decatur, Ill. German drug and chemicals company Bayer AG says it has made a $62 billion offer to buy U.S.-based crops and seeds specialist Monsanto Company. Bayer said Monday, May 23, 2016 that the all-cash offer values Monsanto shares at $122 each. (AP Photo/Seth Perlman, File)

A empresa de agricultura Monsanto adquiriu um licenciamento mundial não-exclusivo do Broad Institute, do MIT e de Harvard. 
Para ler o texto completo de George Dvorsky clique aqui

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Álvaro Cunhal: a mais importante biografia política sobre o século XX português


Dez anos depois de publicado o terceiro volume, saiu o quarto da biografia política de Álvaro Cunhal, da autoria do historiador José Pacheco Pereira. Com os seus catorze capítulos a ocupar 469 páginas, este é o volume mais pequeno da obra, uma vez que os dois anteriores atingiram quase o dobro das páginas. No seu conjunto, trata-se do trabalho de uma vida, escrito com isenção por quem sempre assumiu uma trajetória política que nada tem de linear e é, hoje, uma figura pública dos meios de comunicação portugueses, respeitada pelo modo frontal como escreve e fala acerca da vida política nacional e internacional.
Os quatro volumes já publicados sobre Álvaro Cunhal constituem um dos estudos monográficos de maior relevo sobre a história do século XX português. E, sem dúvida, a mais importante biografia política, já publicada, sobre o mesmo período.
Para ler o texto completo de Diogo Ramada Curto clique aqui

quarta-feira, 17 de junho de 2015

LEI DAS BIOGRAFIAS: Comemorar o que?

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A liberação de biografias não autorizadas é, sem dúvida, um marco importante da luta pelas liberdades, pela preservação do patrimônio histórico e pela pluralidade democrática. Nada mal para a autoestima nacional que tem andado, ultimamente, muito arranhada pela recente onda de intolerância, preconceitos de toda ordem e um patrulhamento ideológico inexplicável.
Para ler o texto completo de Galeno Amorim clique aqui

Leia também "BIÓGRAFOS & BIOGRAFIAS: O ‘rei’ está nu" clicando aqui

sábado, 13 de junho de 2015

Acabou a ditadura da biografia autorizada


A liberdade de expressão venceu. Roberto Carlos, Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan, Erasmo Carlos e Jorge Mautner perderam. E de goleada: 9 a 0. Por unanimidade, o STF aprovou a publicação de biografias não autorizadas. Isso quer dizer que ninguém precisa pedir licença para escrever sobre ninguém. Em bom português: acabou a censura. Sim, porque o que Roberto Carlos e amigos defendiam era, no fim das contas, a censura. Eles queriam decidir quem poderia escrever sobre eles. E isso, claro, resulta sempre em obras "chapa branca". A decisão do STF é histórica e terá um impacto imenso no jornalismo, na produção de documentários e na pesquisa.
Para ler o texto completo de André Barcinski clique aqui

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Minha vida: O neurologista diante da morte

Oliver Sacks em frente à casa onde passou sua infância, na Inglaterra
Oliver Sacks em frente à casa onde passou sua infância, na Inglaterra

Autor prolífico de livros populares de divulgação científica, o neurologista Oliver Sacks descobriu recentemente metástases, não tratáveis, de um câncer que tem há nove anos. Neste texto, ele fala de como quer viver seus últimos meses e dos esforços necessários para fazer o que chama de um acerto de contas com a vida.
Para ler o texto completo de Oliver Sacks clique aqui

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

BIÓGRAFOS & BIOGRAFIAS: Monopólio da memória


Não há lei que proíba biografias no Brasil. Nem sequer há lei que possibilite a proibição de biografias. Muito menos há lei que condicione a publicação de biografia à autorização do biografado ou de seus herdeiros. Tampouco há lei que vede a exposição de obras de renomada artista.
É incompreensível que neste país ainda haja investidas contra biografias e divulgação de obras artísticas. Mais surpreendente ainda é que pretensões dessa natureza sejam de algum modo acatadas por editoras, autores ou museus, e, algumas vezes, até deferidas por magistrados.
Além dos já conhecidos processos contra as biografias de Garrincha e Roberto Carlos, só para citar duas dentre um manancial de desatinos semelhantes, sabe-se que recentemente Luciana Gimenez se indispôs contra trecho da biografia de Mick Jagger, o que impedirá que um capítulo referente ao relacionamento dos dois seja publicado por aqui. Enquanto isso, os herdeiros de Lygia Clark impedem a exibição pública de obras da artista. E até vedam, segundo se noticiou, o uso do nome dela em exposições.
Para ler o texto completo de Taís Gasparian clique aqui

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A autobiografia de um escravo


“Que aqueles ‘indivíduos humanitários’ que são a favor da escravidão se coloquem no lugar do escravo no porão barulhento de um navio negreiro, apenas por uma viagem da África à América, sem sequer experimentar mais que isso dos horrores da escravidão: se não saírem abolicionistas convictos, então não tenho mais nada a dizer a favor da abolição.”
As palavras são de Mahommah Gardo Baquaqua, ex-escravo nascido no Norte da África no início do século 19 que trabalhou no Brasil antes de fugir das amarras da servidão em Nova York, em 1847. O trecho consta do livro An interesting narrative. Biography of Mahommah G. Baquaqua (Uma interessante narrativa: biografia de Mahommah G. Baquaqua, em tradução livre), lançado assim mesmo, em inglês, pelo próprio ex-escravo, em Detroit, no ano de 1854, em plena campanha abolicionista nos EUA. A obra jamais foi traduzida para o português, permanecendo desconhecida do público brasileiro.
Para ler o texto completo de Leonardo Vieira clique aqui

domingo, 10 de agosto de 2014

A vida e as mortes de García Lorca


Biografia do poeta e dramaturgo Federico García Lorca, assassinado em 1936 na Guerra Civil Espanhola, ganha nova edição no Brasil. Em entrevistas, biógrafo e família divergem quanto à validade de abordar a homossexualidade do escritor e de procurar pelos seus restos mortais, cujo paradeiro permanece desconhecido.
Para ler o texto completo de Juliana Gragnani clique aqui

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O Rei Roberto Carlos e sua especial história

13.11.05_Urariano Mota_A história especial de Roberto Carlos

Os argumentos dos compositores do Procure Saber contra as biografias sem autorização têm sido um desastre danoso de danação. Grandes artistas da música brasileira como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, Milton Nascimento e, por vizinhança da companhia, o Rei Roberto e Erasmo Carlos, quanto mais falam, mais afundam em areia movediça. Quanto mais se revolvem no pântano, na lama, mais se perdem nos últimos anos das suas vidas.
Os compositores da música popular não precisavam deste presente e desonroso capítulo. Mas Roberto Carlos, talvez em razão da sua majestade, cometeu em um domingo a mais expressiva decadência dos músicos. O Procure Saber pode agora dispensar Paula Lavigne para ser irrefletido, inculto e estúpido.
Para ler o texto completo de Urariano Mota clique aqui

quinta-feira, 5 de junho de 2014

BIÓGRAFOS & BIOGRAFIAS: O homem que vigia os livros do 'rei'

Há, em algum lugar desta cidade, um depósito especial, lacrado, vigiado. Não sei dizer onde fica, em que rua, bairro, nada. Nunca vi, não posso descrevê-lo, sei apenas que existe, é real, sobre ele foram publicadas notícias, veiculadas mil informações. Nunca se divulgou tanto este refúgio, onde dormem cerca de 10 mil volumes contendo a biografia do “rei”. Acompanhava pela televisão a entrevista que o autor da proibida biografia de Roberto Carlos, Paulo César de Araújo, dava ao Edney Silvestre. À minha frente, os jornais noticiando a visita do papa ao Santo Sepulcro em Jerusalém. Meus olhos corriam do jornal para a telinha, tive uma sensação estranha.
Araújo escreveu novo livro, desta vez contando as peripécias, a odisseia que viveu com a proibição da obra na qual ele colocou dez anos de sua vida. Não se sabe agora qual será a posição do “rei” diante deste novo livro. Ah, o rei! Na minha juventude havia uma marchinha carnavalesca que era o maior sucesso. Composta por Haroldo Lobo e David Nasser em 1949, dizia: A coroa do rei /Não é de ouro e nem de prata. /Eu também já usei / E sei que ela é de lata!
Hoje, mais do que nunca, a marchinha é atual. Os carnavalescos faziam críticas que – vemos agora – atravessaram incólumes o tempo, são atuais. No momento em que o rei Roberto Carlos (quem o assessora?) condenou a biografia escrita por Paulo César ao ostracismo, viu a coroa dele rolar pelo chão. Pensar que na juventude nós achávamos o “rei” o máximo, um transgressor, a correr pelas curvas da estrada de Santos, mandando que tudo o mais fosse para o inferno. Não era, não é.
Para ler o texto completo de Ignácio Loyola Brandão clique aqui
Leia também "Roberto Carlos não vai barrar 'O réu e o rei'" clicando aqui


sexta-feira, 23 de maio de 2014

Livro conta bastidores da biografia proibida de Roberto Carlos

O jornalista baiano Paulo Cesar Araújo conta no livro 'O réu e o Rei' (Companhia das Letras, R$ 45) os bastidores da polêmica biografia 'Roberto Carlos em detalhes', lançada em 2006 e recolhida no ano seguinte, após batalha judicial e acordo entre o autor, a editora e o cantor. "Espero que ela leia o livro. Da outra vez, ele abriu o processo sem ter lido. Eu conto os detalhes sobre ser acusado sem ele ter lido", reclama o historiador e jornalista, que é também fã de Roberto Carlos.
As primeiras críticas de Roberto Carlos contra Paulo Cesar foram em novembro de 2006, durante a coletiva de imprensa sobre o especial de Natal do Rei, quando anunciou que abriria um processo judicial. Para Paulo, 'O réu e o Rei' é um livro iluminador, tanto sobre a realidade dos biógrafos brasileiros quanto sobre a própria história do cantor e compositor.

Para ler o texto completo de Luiza Maia clique aqui

Leia também “Roberto Carlos não cansa de queimar o próprio filme” clicando aqui

Leia também "Roberto Carlos será o último censor do Brasil", diz biógrafo processado clicando aqui

sábado, 10 de maio de 2014

Livro "Os caminhos de Mandela" - Richard Stengel

Prefácio
Na África existe um conceito conhecido como ubuntu – o sentimento profundo de que
somos humanos somente por intermédio da humanidade dos outros; se vamos realizar
qualquer coisa neste mundo, ela será devida em igual medida ao trabalho e às realizações
dos outros. Richard Stengel é uma dessas pessoas que facilmente compreendem essa ideia.
Ele é um excelente escritor, com um profundo conhecimento da nossa história. Somos
muito gratos a ele por sua colaboração na criação de Long walk to freedom [Longo caminho
para a liberdade]. Temos lembranças ternas das muitas horas de conversas e trabalho árduo
que realizamos nesse projeto. Ele mostrou ter uma notável percepção sobre os muitos e
complexos desafios da liderança que ainda fazem frente ao mundo de hoje e a todos os seus
indivíduos. Todos podem aprender com isso.

Nelson Mandela, novembro de 2008

Para baixar o livro de  Richard Stengel clique aqui

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Censura prévia às biografias impede reencontro do país com sua história

Arquivo
Depois de ler a biografia “Marighella – O guerrilheiro que incendiou o mundo”, uma professora do ensino médio de Salvador decidiu encomendar aos seus alunos um trabalho sobre esse personagem imprescindível da história brasileira, jamais retratado nos livros didáticos. A escola nunca mais fora a mesma. Respaldada por uma eleição democrática, a comunidade escolar decidiu mudar o nome do Colégio Estadual Stiep, que homenageava o ditador Emílio Garrastazu Médici, para o do herói da luta contra a ditadura, Carlos Marighella, provando o quanto o conhecimento da verdade histórica pode ser importante fator de transformação social.
“Isso tudo aconteceu a partir da experiência de um leitor com o livro, o que é fascinante”, observa o jornalista Mário Magalhães, autor da obra vencedora da categoria biografia na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura, que acontece em Brasília, esta semana. Entretanto, ele ressaltou que o desfecho poderia ter sido outro se os descendentes de Marighella ou demais personagens que influíram na sua trajetória de vida não autorizassem a publicação da obra: 50 anos após o golpe de 64, a censura prévia às biografias persiste na legislação brasileira. “Se qualquer uma das pessoas retratadas no livro ou seus descendentes quisessem, poderiam proibir a publicação e essa história continuaria a não ser contada”, alertou.
Para ler o texto completo de Najla Passos clique aqui

terça-feira, 4 de março de 2014

CORRESPONDÊNCIA ESCOLHIDA: Digitais e implacáveis

Ao longo da vida, Susan Sontag encheu seus diários com listas de palavras (“tegumento”, “fedora de aba caída”, “mingau”, “mofa”) que encontrava em suas leituras e viagens. Essas listas e os diários que as contêm podem ser consultadas, em grande medida, do mesmo modo como pesquisadores sempre consultaram arquivos literários: indo à biblioteca onde estejam –no caso, o Departamento de Coleções Especiais da Biblioteca de Pesquisas Charles E. Young, da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA)–, preenchendo alguns formulários e aguardando enquanto o encarregado busca o desiderato nas estantes.
Uma expressão brasileira faz logo sentido para qualquer um que já tenha pesquisado uma coleção tão vasta quanto a de Sontag: “arquivos implacáveis”.
Quando cheguei a Los Angeles, no início de janeiro, para trabalhar na biografia de Sontag que estou escrevendo, imaginei que três meses seriam mais que suficientes. Ao longo dos dois últimos anos, li a obra dela e viajei, principalmente pela Europa e pela América Latina, a fim de encontrar as pessoas que possam me ajudar a reconstruir seu eu implacável.
É difícil –impossível– pensar em um escritor norte-americano importante do século 20 com uma vida tão internacional quanto a de Susan Sontag. Mesmo os expatriados famosos de gerações anteriores tendiam a se fixar em destinos bastante comuns, como Londres, Paris ou Roma. Londres, Paris e Roma eram importantes para Sontag, mas São Paulo, Estocolmo e Sarajevo também.
Pra ler o texto completo de Benjamin Moser clique aqui

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

'COMCIÊNCIA': Tema da edição de fevereiro é 'Biografias'

Está no ar o número 155 da revista mensal eletrônica de jornalismo científico ComCiência, publicada pelo Labjor e pela SBPC. O tema desta edição é “Biografias”.
Para ler o dossier sobre Biografias clique aqui

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