Mostrando postagens com marcador Woody Allen. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Woody Allen. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de março de 2020

Livro de memórias de Woody Allen é publicado nos EUA

Woody Allen ao lado da capa de sua autobiografia 'Apropos of Nothing' (AP)

A autobiografia do polêmico diretor de cinema, Apropos of Nothing [A Propósito de Nada], tinha sido descartada por sua editora original. 
Para ler o texto completo clique aqui


O Hachette Book Group abandonou seus planos de publicar as memórias de Woody Allen, %u21CApropos of Nothing%u21D, cuja publicação estava prevista para abril (AP)

Memórias de Woody Allen enfim publicadas

Autobiografia do cineasta foi atacada e desqualificada embora poucos, até o momento, tenham lido o volume. Acusação e culpa automática cada vez mais é um modo de agir e de pensar. 
Para ler o texto de Bret Stephens clique aqui


domingo, 29 de setembro de 2019

Woody Allen: "Depois de morto, podem jogar meus filmes no mar. Não estou nem aí para a posteridade"

Woody Allen

À condição de gênio da história do cinema, o artista soma, com pesar, a de controvérsia ambulante, com acusações de abusos sexuais. Seu novo filme estreará no dia 11 de outubro em vários países, mas não nos Estados Unidos. 
Para ler sua entrevista clique aqui

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Tirei o Woody Allen do castigo

Resultado de imagem para Woody Allen

Hoje podemos sentir em Annie Hall ou em Manhattan mais do que a nostalgia e a comédia romanticamente psicanalizada: o sabor de um apocalipse sentimental e moral. Estamos sozinhos com os nossos crimes e escapadelas — nada nos salva se escaparmos. Woody sempre disse isso: somos nós os monstros. 
Para ler o texto completo de Vasco Câmara clique aqui

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A Roda da Fortuna, um Woddy Allen provocador e sagaz

180112-Allen

Ao contrapor as fantasias de seus personagens a existências medíocres, filme lembra Eugene O’Neill ou Tennessee Williams. E o faz com ação enxuta, diálogos precisos, ambientes bem marcados e iluminação “irreal”.
Para ler o texto completo de José Geraldo Couto clique aqui

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Woody Allen: “Se destruírem meus filmes, para mim tanto faz”

Woody Allen, fotografado há algumas semanas em Paris.

O diretor estreia ‘Wonder Wheel’, tragédia ambientada em um parque de diversões do Brooklyn de sua infância. 

Para ler a entrevista de Woody Allen clique aqui

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O fluxo de consciência em Woody Allen

139081-woody-allen-films-in-rome.jpg

Sempre que penso em Nova Iorque penso em Woody Allen. O cineasta é tão apaixonado pela ‘big apple’ que a associação já está feita em minha cabeça. Mas nem sempre que penso em Woody Allen penso em Nova Iorque, mas sim em Billie Holiday, Bogart, Tennessee Williams, Sinatra, Cézanne, Potato Head Blues e toda a sorte de referências culturais que o próprio Woody faz questão de, em absolutamente todos os seus filmes, referir. 
Para ler o texto completo de Rejane Borges clique aqui

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Woody Allen: "Era um menino doce e, de repente, algo me tornou negativo"


O diretor estreou no dia 25 de agosto seu novo filme, onde conecta a sua fascinação com o passado e seu amor pelo cinema. 

Para ler o texto de Irene Crespo clique aqui

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Café Society | "Tenho a percepção que amar pode ser divertido e doloroso ", diz Woody Allen


Amar, perder, reapaixonar-se: esses três verbos, pilares de toda a obra de Woody Allen, ganham um tempero de glamour típico da Hollywood dos anos 1930 em Café Society, o 47º longa-metragem do cineasta nova-iorquino. 
Para ler o texto completo de Rodrigo Fonseca clique aqui

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Homem Irracional - sem culpa e nas mãos do acaso

reprodução

O mundo de Woody Allen de agora ao que parece se livrou das culpas. Mas o acaso - que pode ter o nome de punição - nos espreita atrás de cada esquina. 

Para ler o texto completo de Léa Maria Aarão Reis clique aqui

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Woody Allen: condenado por sensacionalismo?

take-the-money-and-run1
Como qualquer um com acesso à internet deve saber, Woody Allen foi linchado nos últimos dias, com alegações de que molestou sua filha adotada com Mia Farrow 21 anos atrás, em 1985. Inúmeras pessoas opinaram sobre isso, muitas delas sem a menor ideia sobre os fatos. Considero-me alérgico a fofocas e tabloides, e tento evitá-los à minha maneira. Assim, quando uma celebridade está sendo devorada por fofocas e insinuações, costumo ter compreensão mínima do que eles fizeram, ou são acusados de ter feito. Woody Allen é uma exceção.
Produzi e dirigi as duas partes do especial Woody Allen: A Documentary, que estreou nos EUA na série American Masters. Também supervisionei e fiz consultoria de montagem no breve clip que foi ao ar na recente cerimônia do Globo de Ouro, quando Allen recebeu o Cecil B. Demille Award por Lifetime Achievement.
Para ler o texto completo de Robert B. Weide clique aqui

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Blue Jasmine, de Woody Allen: Realidade é comer pizza vendo TV

Desta vez Woody Allen diz que não há saída da realidade (e do sentimento da culpa) – a não ser na loucura. Ou ele quer dizer que a loucura é a realidade? “As pessoas aguentam muitos traumas; até que um dia vão para as ruas gritar e falar sozinhas”, diz Janete, nome real de Jasmine, a Blue Jasmine, genial personagem do mais recente filme de Woody Allen, de 76 anos, um dos melhores trabalhos que o americano vindo do Brooklin fez na sua carreira de mais de quarenta filmes. E o mais surpreendente.
Em Blue Jasmine Allen dá um show de argúcia, inteligência, graça e crítica social. A inglesa Cate Blanchett, (Oscar de melhor atriz em 2005) nos brinda com outra exibição colocando-se em definitivo como uma das grandes intérpretes da sua geração.
Depois de anos filmando pequenas comédias da vida, alguns filmes quase medíocres, histórias saídas da sua prodigiosa imaginação, e aceitando convites e financiamentos de várias prefeituras de cidades notórias como Barcelona, Paris e Roma (Londres, onde fez o seu magistral Match Point, é exceção) Allen não conseguia levantar fundos para continuar trabalhando nos Estados Unidos. E aí está: ele volta à grande forma de mestre do cinema e da arte de pensar a sua época, na cidade de São Francisco.
Para ler o texto completo deLéa Maria Aarão Reis clique aqui



terça-feira, 22 de novembro de 2011

Máximas de Woody Allen


Nascido no dia 1º de dezembro de 1935, Woody Allen desde pequeno já se envolvia no mundo do entretenimento. Aos 15 anos começou a escrever para colunas de jornais e programas de rádio. Ao mesmo tempo, frequentava a Universidade de Nova York, mas nunca chegou a se formar. Em 1964, Woody já era um respeitável comediante, tanto que um disco chamado Woody Allen, com as gravações de seus shows, foi indicado ao Prêmio Grammy. Sua primeira experiência cinematográfica aconteceu no ano seguinte, quando em uma dessas apresentações conquistou um produtor de cinema que o chamou para escrever e estrelar “O que é que há, gatinha?” Como diretor estreou em 1969, com "Um assaltante bem trapalhão", e de lá para cá foram mais de 30 filmes, mantendo uma média de um filme por ano. É um admirador confesso de Ingmar Bergman, Groucho Marx, Federico Fellini, Cole Porter e Anton Chekhov. Dirigindo, escrevendo e atuando a maioria de seus filmes, Woody Allen encarna, na maioria das vezes, um judeu nova-iorquino neurótico e fracassado. Com alguns filmes otimistas e outros nem tanto, o cineasta consegue repetir os temas sem parecer repetitivo. Além de comediante, diretor, roteirista e ator de cinema, Woody Allen toca clarinete semanalmente num bar de Nova York. Sua ligação com a música, principalmente com o Jazz, pode ser conferida em todos os seus filmes, dos quais é responsável também pela escolha da trilha sonora. Em 2002 participou, pela primeira vez, do Festival de Cannes, onde ganhou uma Palma de Ouro pelo conjunto de sua obra. É também autor de mais de uma dezena de livros. No Brasil são conhecidos os seguintes títulos: Fora de órbita, Cuca fundida e Sem plumas. Woody Allen se descreve da seguinte maneira "As pessoas sempre se enganam em duas coisas sobre mim: pensam que sou um intelectual (porque uso óculos) e que sou um artista (porque meus filmes sempre perdem dinheiro)".

Se quer divertir-se com seu humor, leia as frases abaixo:



As vantagens do nudismo saltam aos olhos.
 
Morrer é como dormir, mas sem levantar-se para fazer xixi.
A inatividade sexual é perigosa e pode produzir cornos.

Hoje em dia a fidelidade só se vê em equipamento de som.  O negócio mais exposto a quebra é a venda de cristaleiras.

Alguns casamentos acabam bem, outros duram a vida toda.  O casamento é como a caderneta de poupança, de tanto por e tirar perdem-se os rendimentos.

Quando tudo sobe, o que baixa é a roupa íntima.  Faça o bem sem olhar a quem.

É curioso chamar-se sexo oral a uma prática em que o que não se pode fazer é falar.  O mágico fez um gesto e desapareceu a fome, fez outro e desapareceu a injustiça, fez um terceiro e desapareceram as guerras. O político fez um gesto e desapareceu o mágico.

A realidade é chata, mas ainda é o único lugar onde se pode comer um bom bife. 
A vocação de um político de carreira é fazer de cada solução um problema.

Às vezes me perguntam por que trabalho tanto. É porque, quando ficar velho, quero pôr meus pais num asilo. 
Certa vez tomei a atitude política mais firme da minha vida: passei 24 horas sem comer uvas.

Certo dia, atrasei-me ao voltar da escola e meus pais pensaram que eu havia sido sequestrado. E aí entraram imediatamente em ação: alugaram meu quarto. 
Como posso acreditar em Deus se, na semana passada, prendi a língua no rolo de minha máquina de escrever?

Discordo de Freud. Não acho que a inveja do pênis seja exclusiva das mulheres. 
Deus não existe e, se existe, não é muito confiável.

É agradável, de tempos em tempos, tentar imaginar o que teria sido a existência se Deus tivesse conseguido um orçamento e roteirista melhores. 
E se tudo for uma ilusão e nada existir? Nesse caso, não há dúvida de que paguei demais por aquele carpete novo.

Em Viena, em 1906, por cinco dólares você podia ser analisado pelo próprio Freud. Por dez dólares, Freud deixaria que você o analisasse. E, por quinze dólares, ele não apenas o analisaria como passaria suas calças a ferro. 
Eu detestaria concluir que, sem Deus, a vida não teria sentido e, depois de dar um tiro nos miolos, ler no jornal no dia seguinte que Ele foi encontrado.

Eu e minha mulher ficamos na dúvida entre tirar férias ou nos divorciarmos. Optamos pela segunda hipótese. Duas semanas no Caribe podem ser divertidas, mas um divórcio dura para sempre. 
Eu era muito jovem para ter um carro. Então transava com as moças no banco de trás de minha bicicleta.

Faço análise há trinta anos e a única frase inteligente que já ouvi do meu analista é a de que preciso de tratamento. 
Finalmente tive um orgasmo. Mas o médico me disse que era do tipo errado.

Fiz um curso de leitura dinâmica e li "Guerra e Paz" em vinte minutos. Tem a ver com a Rússia. 
Fui criado na velha tradição judaica: nunca me casar com uma mulher gentia, nunca me barbear aos sábados e, principalmente, nunca barbear uma mulher gentia aos sábados.

Há uma lei em Nova Iorque segundo a qual só se concede um divórcio no caso de adultério de um dos cônjuges. Bem, eu me ofereci para a tarefa. 
Juro que não sabia que Hitler era nazista. Durante muito tempo pensei que ele trabalhasse para a companhia telefônica.

Mais do que em qualquer outra época, estamos numa encruzilhada. Um dos caminhos leva à catástrofe e ao mais terrível desespero. O outro leva à extinção total. Vamos rezar para que façamos a escolha certa. 
Meu pai trabalhou na mesma empresa durante doze anos. Eles o demitiram e o substituíram por uma maquininha deste tamanho, que faz tudo o que o meu pai fazia, só que muito melhor. O deprimente é que minha mãe também comprou uma igual.

Meus pais não tinham dinheiro para me comprar um cachorro. Então me levaram a uma loja de animais e me compraram uma pulga. Eu a chamava de Manchinha. 
Meus reflexos não são muito bons. Certa vez fui atropelado por um carro que estava sendo empurrado por dois sujeitos.

Minha primeira mulher era muito infantil quando nos casamos. Um dia, eu estava tomando banho na banheira e ela afundou todos os meus barquinhos sem o menor motivo. 
Minhas notas na escola variaram de abaixo da média a abaixo de zero. Fui reprovado no exame de Metafísica. O professor me acusou de estar olhando para a alma do rapaz sentado ao meu lado.

Na Califórnia não se joga o lixo fora. Eles o reciclam na forma de programas de TV. 
Não apenas Deus não existe, como tente encontrar um encanador num fim de semana.

Não despreze a masturbação - é fazer sexo com a pessoa que você mais ama. 
Não que eu esteja com medo de morrer. Eu só não queria estar lá quando isso acontecesse.

O crime organizado na América rende 40 bilhões de dólares. É muito dinheiro, principalmente quando se considera que a Máfia quase não tem despesas de escritório. 
O mundo se divide em pessoas boas e pessoas más. As pessoas boas têm um sono tranquilo. As pessoas más se divertem muito mais.

Por que Deus não fala comigo? Se Ele pelo menos tossisse! 
Por que escovar os dentes quatro vezes ao dia e fazer sexo duas vezes por semana? Por que não o contrário?

Quando comecei a escrever, tentei vender a história de minha vida sexual para uma editora. Eles a compraram e a transformaram num joguinho de armar para crianças. 
Quando eu era pequeno, meus pais descobriram que eu tinha tendências masoquistas. Aí passaram a me bater todo dia, para ver se eu parava com aquilo.

Se Deus existe, por que Ele não me dá um sinal de Sua existência? Como, por exemplo, abrir uma bela conta em meu nome num banco suíço. 
Se eu acho que sexo é sacanagem? Só quando é bem feito.

Sempre achei que iria levar anos para fracassar da noite para o dia. 
Todas as minhas tentativas de suicídio foram um fiasco. Eu vivia abrindo as janelas e fechando o gás.

Você pode viver até os cem anos se abandonar todas as coisas que fazem com que você queira viver até os cem anos. 
A única coisa que lamento na vida é que não sou outra pessoa qualquer.

Não posso escutar muito Wagner. Fico com vontade de invadir a Polônia. 
Na maioria das vezes, sinto-me decepcionado com meus filmes.

Sexo é a coisa mais divertida que eu já fiz sem rir.

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP