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segunda-feira, 1 de julho de 2013

ALAIN BERGALA: Alteridade

Retrat d'Alain Bergala
 
Crítico, cineasta, professor, ex-editor dos Cahiers du Cinéma, Alain Bergala foi o conselheiro para o cinema de Jack Lang em 2000, sendo responsável pela elaboração do projeto de cinema no quadro do plano de cinco anos para a introdução das artes no ensino. Dedicando-se ativamente à questão da pedagogia do cinema, foi um dos fundadores do programa “Le Cinéma, cent ans de jeunesse”/“Cinema, Cem Anos de Juventude”, sendo autor de L’Hypothèse cinéma – Petit traité de transmission du cinema à l’école et ailleurs, obra de referência para a reflexão sobre a iniciação ao cinema, a par de uma extensa bibliografia sobre cineastas como Jean-Luc Godard, Robert Bresson, Ingmar Bergman. Nos últimos anos Bergala tem comissariado várias exposições relacionadas com o cinema, entre as quais “Victor Erice: Abbas Kiarostami – Correspondences”, preparando atualmente uma outra sobre a obra de Pier Paolo Pasolini.
Para ver o vídeo onde ele fala sobre sobre Alteridade clique aqui

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

ALAIN BERGALA / ENTREVISTA: A presença da sétima arte nas escolas

Provocativo, Alain Bergala defende que as obras cinematográficas merecem um espaço na Educação tão importante quanto os livros. O cineasta, crítico de cinema e professor da Universidade Paris III, na França, tem consciência do peso e do impacto dessa ideia: foi o responsável por torná-la realidade entre o fim década de 1990 e o início dos anos 2000 em seu país.
Convidado pelo então ministro da Educação Jack Lang, Bergala integrou a equipe do projeto Plan de Cinq Ans pour les Arts et la Culture (em português, Plano de Cinco Anos para as Artes e a Cultura) e elaborou ações e material para reintroduzir a cultura cinematográfica nas regiões em que ela havia desaparecido e desenvolvê-la onde as pessoas só tinham acesso a filmes comerciais ou nem isso, caso do interior do país. Um dos produtos foi a coleção de DVD L'Éden Cinéma, com diversas produções renomadas distribuídas para todas as escolas. A proposta era que, além de ser usada para trabalhar conteúdos curriculares e organizar estudos sobre o gênero propriamente dito, a coletânea fosse explorada para promover debates sobre as histórias. "Tal como as pessoas costumam fazer depois de uma sessão: elas falam sobre os personagens que formam o casal romântico, por exemplo. O cinema foi feito para isso", ele defende.

Leia a entrevista de Alain Bergala aqui

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