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segunda-feira, 6 de maio de 2019

Educadora islandesa defende separar meninos e meninas no jardim da infância

Gabrielle Motola/ Margrét Pála Ólafsdóttir/BBC

Quando, em 1989, uma educadora islandesa decidiu separar meninos e meninas no jardim de infância onde lecionava, despertou em muitos compatriotas a sensação de que promovia um retrocesso. Margrét Pála Ólafsdóttir é uma educadora feminista e criadora do método Hjalli, um polêmico currículo que separa meninos e meninas durante a maior parte do dia escolar. 
Para ler sua entrevista clique aqui

sábado, 22 de dezembro de 2018

Quais os riscos de tratar meninas como princesas e meninos como príncipes?


Para pesquisadoras em educação e gênero, declaração da futura ministra Damares Alves, retoma cultura tradicional de gênero que estratifica o papel de meninas e meninos. 
Para ler o texto completo de Ana Luiza Basílio clique aqui

Leia “Ao brincar, as crianças entram em contato consigo mesmas e com o mundo” Entrevista Renata Mirelles clicando aqui


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Quais são as condições de trabalho na educação infantil

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Esta pesquisa, realizada na UFMG, analisa a situação de profissionais ligadas ao ensino de crianças pequenas em unidades educacionais do Brasil. Na categoria, não se enquadram apenas professoras, mas atendentes, assistentes, educadoras, monitoras, entre outras funções apresentadas no trabalho. Entre as conclusões, o autor destaca que a situação profissional da docência na educação infantil pública municipal ainda está distante do previsto pela legislação, sobretudo em relação à formação das profissionais e às suas condições de trabalho. 
Para ler o texto completo de Tiago Grama de Oliveira clique aqui

sexta-feira, 20 de abril de 2018

"Quando se lê em criança, o cérebro cresce", diz Carlos Fiolhais

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Começou a ler cedo, “ainda antes da escola”, e não tem dúvidas de que, “quando se lê em criança, o cérebro cresce, desenvolve-se, eu sou a prova disso”. Quem assim fala é o físico Carlos Fiolhais. “Devo aos livros aquilo que sou. Só me conheço a ler, foi assim que conheci mundos que não conhecia”, diz o cientista. 
Para ler o texto completo de Rita Pimenta clique aqui

domingo, 4 de fevereiro de 2018

A 'síndrome do imperador', quando seu filho é um tirano

A ‘síndrome do imperador’, quando seu filho é um tirano

Dedicar pouco tempo a sua atenção e conceder caprichos são a garantia para a “síndrome do imperador”. 

Para ler o texto de Francesc Miralles clique aqui

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Crianças não devem ter acesso ao Facebook, dizem especialistas em carta aberta

Novo aplicativo do Facebook voltado a crianças causa polêmica

Mais de cem especialistas e organizações internacionais em saúde infantil pediram ao Facebook que extinga seu recém-lançado aplicativo de mensagens voltado a crianças com menos de 13 anos, o Messenger Kids. Em uma carta aberta a Mark Zuckerberg divulgada nesta terça-feira, os especialistas e grupos de proteção à infância afirmam que o Messenger Kids é uma iniciativa "irresponsável" que almeja estimular as crianças pequenas a usar o Facebook.
Para ler o texto completo de Jane Wakfield clique aqui

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

A educação sexual das crianças: a moral dupla

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A educação sexual das crianças é uma perspectiva entre outras de nossas disposições diante da cultura, mas em certas circunstâncias políticas ela assume um valor estratégico autonomizando-se de seu contexto real. 
Para ler o texto completo de Christian Dunker clique aqui

domingo, 3 de setembro de 2017

Educação infantil é lugar de homem? Eles mostram que sim

Os professores Douglas (esq.) e Eduardo formam uma minoria na educação de crianças no Brasil
Os professores Douglas (esq.) e Eduardo formam uma minoria na educação de crianças no Brasil

Eduardo Carmelo Conidi, 42, natural de São Paulo, e Douglas Sanches da Silva, 36, de Osasco (Grande São Paulo), fazem parte de uma minoria no Brasil: a dos homens que escolheram ser professores de crianças, trabalhando com educação infantil, universo historicamente ocupado (quase) exclusivamente por mulheres. Segundo o Censo Escolar 2016, estudo oficial com os dados mais recentes da educação básica no Brasil, há hoje 575 mil docentes na educação infantil brasileira, sendo 554 mil mulheres e 21 mil homens. Quer dizer, para cada professor homem numa creche ou sala de pré-escola, há 26 mulheres. Para ler o texto completo de Guilherme Azevedo clique aqui

terça-feira, 29 de agosto de 2017

BRASIL: Faces do racismo


Ex-modelo cria instituto e promove campanha pela igualdade racial nas empresas. 

Para ler o texto "Guerreira contra o racismo" de Gilberto Porcidonio clique aqui

Leia “Uma revolucionária contra o apartheid na educação infantil” de Simone Intrator clicando aqui

Leia "A saga do partido Frente Favela Brasil: "Nem de esquerda nem de direita, eu sou preto" de María Martín clicando aqui




sábado, 3 de dezembro de 2016

Boletim ANPEd Especial - Educação Infantil


Como forma de estimular a reflexão e trazer à tona debates importantes, a ANPEd preparou um boletim especial em parceria com o GT 7 convidando pesquisadores a refletirem sobre temáticas centrais da área, de financiamento e avaliação a leis que impactam o setor, com especial atenção para a PEC 55 (antiga 241), que traz efeitos nefastos e abrangentes sobre a Educação Infantil e o Plano Nacional de Educação (PNE 2014-2024). "Nesse enfrentamento, o GT de Educação de Crianças de 0 a 6 anos reúne vários interlocutores, uma vez que no campo da Educação Infantil interagem participantes situados em várias esferas de atuação, tais como pesquisadores, gestores da política pública, agentes ligados a organismos públicos e privados, movimentos sociais e organizações da sociedade civil. Nessa defesa, o GT07 integra as iniciativas de denunciar os riscos de retrocessos, anunciando os movimentos de resistência de modo a animar o convite para que novos interlocutores se engajem na responsabilidade coletiva pela educação das crianças, somando esforços para impedir as ameaças e avançar nas conquistas", pontua Côco.
Para ler o depoimento de Valdete Côco, bem como a reportagem sobre os desafios da educação infantil e as entrevistas na íntegra de vários educadores clique aqui

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

ELIANE BRUM: Quem precisa da Barbie, tenha o corpo que tiver?


Demorou só 57 anos para a Mattel “descobrir” que as mulheres reais do planeta têm cores e formas variadas. A notícia de que a Barbie ganharia mais três tipos de corpos foi comemorada como uma vitória da diversidade. Por décadas movimentos denunciaram a imposição de um único padrão de beleza. Mas só nos últimos anos, quando as vendas começaram a cair, a Mattel “sensibilizou-se” e reconheceu a multiplicidade das mulheres do mundo.
Para ler o texto completo de Eliane Brum clique aqui 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Devemos ser bilingues?


Falar e escrever mais do que uma língua de modo fluente traz benefícios cognitivos e maior agilidade cerebral. Mas a vantagem pode estar a ser sobrevalorizada por estudiosos e educadores quando não fazem entrar nessa equação variáveis culturais, sociais, individuais.
Para ler o texto completo de Isabel Lucas clique aqui

domingo, 3 de agosto de 2014

A genialidade das crianças

A genialidade das crianças

Um dos grandes benefícios que as neurociências estão trazendo para a educação, principalmente para a educação na infância, é uma revisão da ideia de que o desenvolvimento cognitivo e a aprendizagem ocorrem em uma progressão ou em escala ascendente, em que estágios sucessivos e interdependentes são galgados passo a passo, como blocos de habilidades que se adquirem, se sobrepõem e se completam uns aos outros sucessivamente. 
De maneira um tanto quanto diferente disso, o que se tem sugerido, com base nos resultados de pesquisas dessa nova superárea do conhecimento, é a ideia de que nascemos com mais capacidades inatas do que se imaginava. 
Muitas habilidades, segundo os defensores dessa nova linha de interpretação do desenvolvimento cognitivo, já estariam disponíveis para nós ao nascermos. Entre elas, aquelas que justamente nos habilitam a adquirir conhecimentos e nos tornam exímios aprendizes na infância.
Dia após dia, acumulam-se evidências de pesquisa de que as crianças são mais capazes do que supomos.
Para ler o texto completo de Vera Rita da Costa clique aqui

domingo, 29 de setembro de 2013

Outro Dia da Criança é possível

Girl window shopping outside toy store
No Brasil, convencionou-se considerar 12 de outubro como Dia das Crianças. A data foi oficializada em 1924 pelo presidente Arthur Bernardes, mas só décadas depois, por volta dos anos 1960, passou a ser comemorada. Foi quando a fábrica de brinquedos Estrela lançou a Semana do Bebê Robusto junto com a multinacional Johnson & Johnson. Desde então, o dia foi mercantilizado e passou a ser vivido pela grande maioria das famílias como um dever ao consumo. Escolhi este tema para abrir, em Outras Palavras, uma coluna que pretende estimular reflexão sobre a criança contemporânea e sua relação com consumo, mídias, família, escola e cidade.
Depois dessa breve história, uma pergunta: o que de fato honramos atualmente, a criança ou o consumo? Porque para homenagear a criança faria mais sentido escolher 20 de novembro, data da aprovação pela ONU da Declaração dos Direitos das Crianças.
Para ler o texto completo de Lais Fontenelle Pereira clique aqui

sábado, 1 de junho de 2013

Altruístas de nascença?

Atos de altruísmo, de bondade ou "pró-sociais" são aprendidos socialmente ou são atributos morais genéticos? A teoria de que o altruísmo é parte integrante do comportamento humano, defendida pela psicologia evolutiva, sugere que esses gestos são gratificantes para quem os pratica mesmo quando a pessoa está nas primeiras fases da existência. Um estudo liderado pela psicóloga Lara Aknin na Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá), "Giving Leads to Happiness in Young Children", publicado recentemente na revista PLoS ONE, reforça a tese.
Para ler o texto completo de Eduardo Araia clique aqui

sábado, 22 de dezembro de 2012

Crianças que não brincam têm seu desenvolvimento prejudicado

O direito de brincar é reconhecido internacionalmente desde 1959 como consta na Declaração Universal dos Direitos da Criança, que prevê o brincar como uma vertente do direito à liberdade de meninos e meninas. Segundo especialistas, a infância brasileira tem passado por profundas transformações, influenciada pela intolerância do capitalismo, pelo complexo sistema da globalização, e pela redução do tempo livre devido ao “culto ao trabalho”, dentre outros fenômenos sociais modernos.
Brincadeiras de rua, banho de mangueira no quintal, ter contato com animais e correr livremente por aí, são algumas das atividades consideradas importantes para o processo de aprendizagem infantil. Porém, o trabalho, que a princípio deveria atingir somente a fase adulta, já faz parte do universo infantil, reduzindo cada vez mais o tempo da infância. O direito ao lazer e brincar, legitimado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Constituição, é tratado como menos importante ou supérfluo.
Para ler o texto completo de Yuri Kiddo clique aqui

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Formação de professores, educação infantil e diversidade étnico-racial: saberes e fazeres nesse processo

Este artigo apresenta parte de pesquisa de doutorado, que teve como principal objetivo compreender os modos pelos quais professoras da primeira infância se apropriaram de conhecimentos adquiridos em cursos de formação continuada que tinham por objetivo estimular a inclusão de práticas pedagógicas que tratassem da diversidade étnico-racial. Foram analisadas duas experiências, uma desenvolvida pela Secretaria de Estado de Educação do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, e outra pela Secretaria Municipal de Educação de Campinas/SP. O trabalho se ancora em concepções da teoria crítica da educação, para a qual as práticas pedagógicas estão relacionadas com as práticas sociais, sendo também tarefa do professor a construção de estratégias educacionais que fomentem o respeito da diversidade étnico-racial.
Para ler o artigo completo de Lucimar Rosa Dias clique aqui

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