Mostrando postagens com marcador estética. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estética. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Reflexões sobre o tempo presente

 



Bioética deve abordar a guerra como uma crise de saúde pública


bioética como campo deve lançar luz sobre os efeitos destrutivos da guerra na saúde humana e na infraestrutura necessária para apoiá-la. O comentário é de Nancy Jecker, professora de Bioética e Humanidades na Faculdade de Medicina da Universidade de WashingtonCaesar Atuire, filósofo e especialista em Ética da Saúde no Departamento de Medicina Nuffield da Universidade de OxfordVardit Ravitsky, presidente do The Hastings CenterKevin Behrens, diretor do The Steve Biko Centre for Bioethics da Universidade de WitwatersrandÁfrica do Sul; e Mohammed Ghaly, professor de Islamismo e Ética Biomédica no Centro de Pesquisa para Legislação e Ética Islâmica da Universidade Hamad Bin Khalifa, Qatar. Para ler o texto clique aqui






Olimpíadas, estética e política



Se os que se dizem revolucionários não conseguem ver beleza em Bias, Anas, Dudas, Rebecas, Simones, Izaquias, Valdenices, Pios e tantos outros e outras... bom, a revolução está morta por dentro. Para ler o texto de Mauro Luis Iasi clique aqui







Leituras para entender a branquitude



A pesquisadora Raquel Silva Oliveira recomenda cinco leituras que interpretam o ‘branco’ enquanto categoria de análise das relações raciais para a discussão da branquitude brasileira. Para ler o texto de Raquel Silva Oliveira clique aqui

quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Reflexões sobre o tempo presente

 

Gilles Lipovetsky




O luxo era a coisa mais bonita, a mais cara e a mais rara. Hoje também é o mau gosto, o feio, até mesmo o vulgar e o obsceno


Em "A era do vazio", ele definiu os parâmetros do novo individualismo, e em "O império do efêmero", aplicou à moda uma análise profunda sem precedentes. O francês Gilles Lipovetsky é, há quatro décadas, o grande filósofo da estética. Visitamos sua casa em Grenoble para falar sobre Spinoza, a democratização do luxo e os novos ricos. Para ler sua entrevista clique aqui



António Nóvoa




 "O tempo e a diferença




Tentarei deixar-vos um apontamento simples, na verdade apenas uma ideia, sobre as universidades e o futuro. Peço-vos que guardem na mente duas palavras, o tempo e a diferença, que, na verdade, são a chave do que tenho para vos dizer. E o que tenho para vos dizer, na crítica à situação presente das universidades, não se alimenta de nenhuma nostalgia pelo passado. Nenhuma. Para ler o texto de António Nóvoa clique aqui





Olgária Matos




Olgária Matos e a crítica da tecnologia




A obra da filósofa explicita as contradições do capitalismo tardio, dominado pela indústria cultural e articulado pela racionalidade tecnológica. Para ler o texto de Renata Marinho clique aqui

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

Quando a política se torna estética: o kitsch e o bolsonarismo

 





Na política brasileira contemporânea, o bolsonarismo é o próprio kitsch. Para ler o texto de Juliana Antunes clique aqui



































quinta-feira, 10 de agosto de 2023

Assim opera a rede transnacional de golpismo

 




Reportagem destrincha a ação internacional coordenada para propagar fake news e minar a democracia brasileira. Narrativa de fraude nas urnas foi a tônica. Apoiado por Steve Bannon, Eduardo Bolsonaro foi o grande articulador. Para ler o texto de Alice Maciel, Laura Scofield, Juliana Dal Piva e Natalia Viana clique aqui


Liszt Vieira: Cúpula da Amazônia


Cícero Pedrosa Neto: Diálogos Amazônicos foram ignorados na Declaração de Belém


Meghie Rodrigues: Como está o presidente Lula em relação ao clima? Especialistas avaliam seu desempenho


Lucas Ferrante - Depredação ambiental e criação de animais confinados: a receita de bolo para produzir uma pandemia na Amazônia


Gualter Santana Pedrini: Apague a luz ao sair


Victor Ohana: Câmara aprova revisão de lei de cotas e inclui quilombolas e pós-graduação


Rodrigo Siqueira Jr.: 8 de janeiro: expressão estética e política do autoritarismo


Ricardo Festi, Laura Gontijo, Nicolle Gonçalves e Letícia Fragoso: Que pensam os entregadores sobre a regulação laboral?


Carlos Melo: Romeu Zema e o "Falso Inteligente"


Sæculum – Revista de História, v. 28, n. 48 (2023): Dossiê - História, Currículo e Pós-colonialidade


domingo, 23 de julho de 2023

Novidade editorial CLACSO

 



 
 
Este libro, un trabajo en conjunto entre CLACSO y la Facultad de Ciencias Sociales de la UDELAR (Universidad de la República, Uruguay), se apropia de la perspectiva decolonial para el análisis de la discapacidad. Presenta anclajes teóricos y metodológicos desde un punto de vista pluriversal en relación al ser y al hacer en el Sur Global latinoamericano, mediado por los constructos de raza y estética. Se comparten también algunas concreciones en entramados situados, pasando por temáticas como la comunidad sorda, educación, movimientos sociales, sexualidad y maternidades, entre otras.
 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Em busca de uma estética não-bolsonarista

 




Do misticismo ao culto à morte, existem diversos elementos atrelados à estética dos movimentos de extrema direita. Para ler o texto de Juliana Antunes clique aqui




A arte de café derramado de Guilia Bernardelli vai surpreender você!



Guilia Bernardelli é uma italiana que faz arte incrível usando café derramado. Como todos sabemos, manchas de café são realmente difíceis de limpar, mas essa senhora artística pode transformar coisas bagunçadas em belas obras de arte usando apenas uma colher ou qualquer outra coisa que esteja por perto. Segundo ela, nunca planeja suas criações com antecedência, mas quando termina, pode garantir que o resultado será de tirar o fôlego. Dê uma olhada em alguns de seus maravilhosos trabalhos clicando aqui

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

Glaucimary Nascimento Teodósio & José de Sousa Miguel Lopes - Imagens docentes: narrativas sobre a formação ético-estética de professores de crianças e suas práticas educativas

 




O texto “Imagens docentes: a formação estética do professor de crianças” de Glaucimary Nascimento Teodósio (ULisboa) e José de Sousa Miguel Lopes (UEMG) enfoca as exigências para os professores das séries iniciais, formadores de crianças, que têm sido cada vez maiores no contexto em que vivemos. Esses profissionais lidam com uma variedade de demandas em sua realidade pessoal e profissional que os colocam diante da dificuldade de buscar uma formação permanente, principalmente voltada para a estética – enquanto ética. O outro é parte indissociável da constituição identitária. O confronto com o outro, com seu imaginário e suas interpretações interpela reflexões. Nessa conversação, o sujeito reflete e ressignifica seus processos identitários. Trazemos, nesse artigo, algumas imagens e narrativas docentes, despertadas por um dispositivo de formação. Entendemos que a experiência estética atua como provocadora dos sentidos, possibilitando rupturas nas convicções e certezas, operando no agir. Dessa maneira, possibilita novas interpretações da realidade, contribuindo para uma abertura ao mundo, o que permite imaginar novas maneiras de tratamento ético. Para acessar o artigo (pág. 83-111) clique aqui


Inês Assunção de Castro Teixeira, Karla Cunha Pádua e Glaucimary Nascimento Teodósio - Pesquisar e contar: horizontes da narrativa

 




O livro "Pesquisar e contar: horizontes da narrativa" reúne capítulos que resultam de trabalhos acadêmicos no campo da Educação e áreas afins que têm como eixo norteador as narrativas em suas dimensões epistemológica e metodológica, em variados formatos de apresentação das mesmas em trabalhos de investigação e de formação dos sujeitos da Educação. Os textos oferecem contribuições relevantes do ponto de vista teórico-metodológico para pesquisadores interessados no entrecruzamento do campo biográfico-narrativo e da Educação e apontam potencialidades do uso de narrativas para a reflexão de temas contemporâneos, tais como: condição docente, valorização do trabalho docente, temporalidade e formação estética do professor, experiências formativas, pedagogias alternativas, escrita poética de jovens, diálogos entre saberes populares e científicos, formação para as relações étnico-raciais, experiências de sindicalistas docentes, entre outras possibilidades. Destina-se a diversos públicos, principalmente, estudantes de graduação e pós-graduação em educação e de outras áreas, professores das redes públicas e privadas, que desejam conhecer e se aprofundar na pesquisa e na formação numa perspectiva biográfico-narrativa. Para ter acesso ao conteúdo integral do livro (312 págs.) clique aqui


VÍDEO - Lançamento livro


Para assistir à sessão de lançamento do livro, no qual está presente uma breve intervenção, no minuto 23, do autor do blog clique aqui






Revista SCIAS. Direitos Humanos e Educação, v. 5, n. 2 (2022)



Na luta pelos Direitos Humanos, por meio dos movimentos sociais e também da pesquisa acadêmica sobre a temática, Aline Choucair Vaz, Editora-chefe convida as leitoras e leitores para esse momento de intensa reflexão sobre a educação para os Direitos Humanos. Leia a revista clicando aqui



Leia "Rodrigo de Oliveira Andrade: Avaliação da Capes registra avanço em indicadores de qualidade dos cursos de mestrado e doutorado no Brasil" clicando aqui



Leia "marxismo21 faz 10 anos!" clicando aqui



Leia "Igor Gonçalves Caixeta - Nós precisamos de mártires: as origens do movimento antifraude e do fascismo brasileiro (1)" clicando aqui



Leia "Túlio Batista Franco: Quem são os corpos matáveis" clicando aqui



Leia "Luis Felipe Miguel: O golpe e sua derivação" clicando aqui



Leia "Dijaci David de Oliveira: O golpe falhou, mas até quando?" clicando aqui



Leia "Luís Fernando Novoa Garzón: O fascismo de mercado e a alternativa de Lula" clicando aqui



Leia "Luiz Marques: Patriotas versus cidadãos" clicando aqui


sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

Novidade editorial CLACSO

 


 
Retorno após contágio
Retorno após contágio
 
 
Este livro se propõe a descolonizar a estética ocidental que imprime formas narrativas, tempos lineares, cores e significados. É uma crítica das versões dominantes da modernidade ocidental que separou nitidamente o mundo em sociedades metropolitanas e coloniais. A descolonização do terceiro espaço apela a uma transformação que ocorre sempre “em relação”.

A coleção Epistemologias do Sul foi concebida no formato de pequenos e ágeis livros, que, mais do que formar um grande edifício de conhecimento ao qual poucos têm acesso, se apresentam como pequenos ofícios a serem descobertos e como bússolas poderosas para atravessar um abismo linha que separa as formas metropolitanas de sociabilidade das vivências coloniais.
 
 

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP