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quarta-feira, 13 de outubro de 2021

Assim os Big Data alimentam as desigualdades. Entrevista com Yuval Noah Harari

 



Que mundo nos espera depois do Covid. Porque outro vírus, não biológico, será ainda mais perigoso. “O crime das desigualdades”. A utopia de uma sociedade igualitária. A ditadura dos algoritmos e dos Big Data. A próxima guerra fria digital. E porque a história não se repete. Silêncio, fala Yuval Noah Harari. Israelense, de 45 anos sem smartphone, um dos maiores intelectuais, historiadores e divulgadores contemporâneos, retorna amanhã às livrarias com o segundo volume (Os pilares da civilização) da graphic novel de seu best-seller Sapiens, fabulosa Viagem na história - e no futuro - da humanidade. Para ler sua entrevista clique aqui


Leia "A condição pós-humana em um mundo maquínico: tecnosfera e responsabilidade social" de Roberto Marchesini clicando aqui


Leia "A preparação contra novos eventos epidêmicos e pandêmicos exige enfrentar os dilemas do Antropoceno" de Reinaldo Guimarães clicando aqui


Leia "Paulo Freire e Amílcar Cabral: A descolonização das mentes" de José Eustáquio Romão e Moacir Gadotti clicando aqui


Leia "Paradigmas de mudança social - notas sobre 1968" de Daniel Aarão Reis clicando aqui


Leia "A distopia tecnológica na sala de aula" de Megan Erickson clicando aqui


Leia "'O movimento antivacina é também um efeito da hiperinformação'" Entrevista com Laurent-Henri Vignaud clicando aqui


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Amílcar Cabral foi assassinado há 40 anos - conversas sobre Amílcar


Para a gente que, no início dos anos 60, frequentava a Casa de Estudantes do Império – e, depois do seu fim, se refugiou nos cafés mais próximos, como a Mimo ou o Rialva, o nome de Amílcar Cabral surgia como quase mitológico. Talvez por isso, pelas conversas e histórias em seu redor, a sua morte causou-me, não só a natural indignação perante o assassínio de um grande dirigente, mas também a mágoa de quem perde um amigo que não chegou a conhecer. Por tudo isso, Amílcar Cabral e os factos do 20 de Janeiro surgiam, naturalmente, sempre que falava com gente que com ele se tinha cruzado, no PAIGC. Dessas conversas se tece este relato:
“Quando o conheci, numa casa da Rua Actor Vale, em Lisboa, não o associei a esse Amílcar Cabral de cujo trabalho na Guiné já tínhamos ouvido os ecos. O engenheiro que me apresentaram não parecia capaz de fazer nada disso…”.
Para ler o texto completo de Diana Andringa clique aqui

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Os três Cabrais de hoje em Cabo Verde: uma leitura necessária


Comemoramos hoje, a 20 de Janeiro, mais um aniversário do assassinato do líder da independência de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, aquele que Challiand considerara um “revolucionário par excellance.” Importa, por isso, fazer uma leitura sobre a interpretação do homem que foi Amílcar Cabral na actualidade sócio-político ilhéu. Em função das minhas observações participantes, das várias e longas conversas e diálogos com pessoas de diferentes backgrounds sociais, e dos comentários que abundam na esfera virtual, julgo ser possível falar de três Amílcares Cabrais em Cabo Verde: enquanto fraude, ícone e teórico-ideólogo.
Para ler o texto completo de Abel Djassi Amado clique aqui

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