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terça-feira, 19 de novembro de 2024

Plano de assassinar Lula, Alckmin e Moraes: a história repetindo-se como farsa




Cabe sempre advertir que o poder militar está sujeito, historicamente, nas democracias constitucionais, ao poder civil. Para ler o texto de Celso de Mello clique aqui

 

Ana Gabriela Sales - Artefato explosivo, envenenamento e uso de químicos: os detalhes do plano para executar Moraes, Lula e Alckmin


Laís Martins - Do QAnon ao anticomunismo: como nasce um terrorista no Brasil


Pedro Costa Jr.: Em um mundo dividido, Lula é o grande vencedor do G20


Lucas Scatolini: O Brasil e o G20, vistos da China


Adaptação às mudanças climáticas no Brasil é crucial


Ruth Alipaz: A mineração é uma das armas mais letais para extinguir os povos indígenas


Ezequiela Scapini, José Dari Krein, Marcelo Manzano e Pietro Borsari - VAT: Quem é contra a redução da jornada?


Juliana Antunes: Contra a Escala 6×1 e os invisíveis da Cinelândia


Thiago Rodrigues: Política de drogas e luta de classes no Brasil


Paulo Kliass: Haddad e sua tesoura incongruente







Pedro Rennó - Dia da Consciência Negra: personagens negros que marcaram a História do Brasil


Vinicius Siqueira: Mulher negra como signo da negligência – Sueli Carneiro


Yasmin Santo: Conceição Evaristo relembra o apartheid escolar


Ana Paula Silva e Érika Frazão: Por que precisamos do 20 de novembro?


Rafael Bastos: A Consciência Negra e a luta pela terra no país do agronegócio


Verônica Lima - Mês da Consciência Negra: como conviver com o horror cotidiano?


Projeto Escravizadores


segunda-feira, 8 de julho de 2024

Os feminismos negros e suas potências




Pensamento das mulheres pretas avança nas livrarias e universidades. Mas sua grande força – e o que vai muito além da gramática acadêmica – é a experiência vivida no corpo e nas comunidades. Só ela pode vencer a captura pela plantation cognitiva. Para ler o texto de Berenice Bento e Helena Vieira clique aqui


Leonardo Sacramento: A indenização esquecida


Francisco Celso Calmon: O povo brasileiro precisa sonhar


Célio Turino: A crise socioambiental e a ética da responsabilidade


Solange Caetano - Direito ao aborto: é preciso ir adiante


Renata Fontanetto - Depressão: há alternativas à Big Pharma


Luís Gonçalves: Assim age o controle social automágico


José Tadeu Arantes - Especulação: Conquistar os céus para segregar mais


Ricardo Nêggo Tom: O capitalismo acabou com o futebol brasileiro


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Márcia Lima: "Debate racial mudou de patamar. Não vejo mais os jovens aceitando silenciamento"

 




Socióloga e professora da USP que coordena núcleo de pesquisas sobre raça no Cebrap afirma que o caso de João Alberto mostra que a visibilidade sobre desigualdade e violência contra negros se ampliou. “O Brasil tem um George Floyd por dia”. Para ler sua entrevista clique aqui


'Racismo no Brasil está por todo o lado; eu mesma sou alvo', diz ex-consulesa da França



Há oito anos vivendo em solo brasileiro, Alexandra Loras alega ter sido alvo de discriminação por sua cor de pele em diferentes situações, apesar de se reconhecer 'privilegiada'. Há oito anos vivendo em solo brasileiro, a ex-consulesa da França em São Paulo Alexandra Loras diz que o racismo no Brasil está 'por todo o lado' e faz vítimas independentemente da classe socioeconômica - ela própria, apesar de se reconhecer 'privilegiada', alega ter sido alvo de discriminação por sua cor de pele em diferentes situações. Para ler sua entrevista clique aqui


Leia "Ser antirracista requer investimento, mas empresas preferem cortar custos" de Leonardo Sakamoto clicando aqui


Leia "Para 90% dos brasileiros existe racismo no país e 52,7% vê impulso racista no caso Carrefour, diz Atlas Políticode Joana Oliveira clicando aqui


Leia "Racismo mata: o caso do Carrefour e outros tantos Brasil adentrode  Vera Lúcia Santana Araújo clicando aqui


Leia "Letras de mulheres pretas bordadas no papelde Eleilson Leite clicando aqui


Leia "As eleições e os cinco anos da Marcha das Mulheres Negrasde Carmela Zigoni clicando aqui


Leia "O Brasil saiu das urnas menos bolsonarista, mas não menos conservador" clicando aqui


Leia "Contratado pelo empresário de Roberto, Moro fará show para Fachin e Cármende Reinaldo Azevedo clicando aqui


Leia "Amapá revela por que não privatizar a Eletrobrásde José Álvaro de Lima Cardoso clicando aqui


Leia "Google se livra de multa milionária após ONG bancada pela empresa levar julgadores para viajar de graçade Tatiana Dias clicando aqui


Leia "Paulo Freire, convite para ver as bonitezas da Ciênciade Juliana Dias e Alexandre Brasil clicando aqui


quarta-feira, 18 de abril de 2018

Eleonora Menicucci: "Tolerância não é respeito"


Para professora e pesquisadora focada na questão de gênero e na violência contra as mulheres, a legislação brasileira precisa avançar nos direitos sexuais e reprodutivos. 
Para ler a entrevista de Eleonora Menicucci clique aqui

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Por que devemos exigir uma maior presença de mulheres na produção científica brasileira?


Em um ambiente em que o conhecimento que é valorizado e reconhecido é aquele produzido apenas por um grupo homogêneo e seleto de homens, coloca-se em xeque o próprio avanço da ciência. 
Para ler o texto completo de Bruna Castanheira de Freitas clique aqui

sábado, 13 de maio de 2017

O papel das parlamentares brasileiras na promoção da igualdade de gênero

Resultado de imagem para O papel das parlamentares brasileiras na promoção da igualdade de gênero

Esta pesquisa investiga se as parlamentares do Congresso Nacional efetivamente representam os interesses das mulheres em sua atuação. O estudo busca entender em particular o papel da bancada feminina da Câmara dos Deputados na formulação e aprovação de projetos de lei relacionados à promoção da igualdade de gênero. 
Para ler o texto de Beatriz Rodrigues Sanchez clique aqui


sábado, 6 de agosto de 2016

"O feminismo ainda é branco", afirma consulesa da França

Alessandra Levtchenko/Divulgação

A consulesa da França em São Paulo, Alexandra Loras, se tornou um ícone do empoderamento feminino
e da representatividade da mulher negra no Brasil. Recentemente, ela foi uma das curadoras do "TEDXSãoPaulo Mulheres que Inspiram", que levou ao palco figuras femininas com histórias inspiradoras. Mesmo sem entender por que o país abriu espaço para uma estrangeira, negra e integrante da elite falar sobre esses assuntos, ela pegou a palavra com garra. E não pretende soltar. Para ler a entrevista de Alexandra Loras clique aqui

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Gênero e política: uma análise da atual conjuntura brasileira


A atual conjuntura política brasileira trouxe à tona o debate acerca da participação política das mulheres. Diante disso, o objetivo deste artigo é apresentar alguns fatos recentes que demonstram o quanto a política institucional ainda hoje é um espaço de difícil acesso para as mulheres. Este cenário é contrastante com o recente fortalecimento de manifestações feministas de diversas formas que têm ocorrido tanto nas ruas quanto na internet. Além disso, serão analisadas as barreiras institucionais, materiais e culturais existentes que impedem uma representação política justa entre os gêneros. 
Para ler o texto completo de Beatriz Rodrigues Sanchez clique aqui

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Musas do Carnaval denunciam conivência de escolas de samba com assédio

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É dura a vida de quem trabalha com a beleza: homens desrespeitam, tocam sem permissão. Além de tudo, organizadores de eventos aconselham modelos a “serem simpáticas” com abusadores.
Para ler o texto completo de Nana Queiroz clique aqui

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Quatro teses contra a acusação de vitimismo de negros, mulheres e LGBT

Lavagem da Estátua de Zumbi, na praça da Sé, em Salvador, em 2014 (Foto: Camila Souza / GOVBA)

Para Aristóteles, o termo falácia significa um raciocínio falso que se apresenta como verdadeiro. Diante da liberdade alcançada pelo advento da internet, a responsabilidade pela interpretação dos fatos e da real dinâmica social parecem ter ficado de lado. Somam-se a isso centenas de pontos de vista argumentativos que, na falsa pretensão de imparcialidade e sem base histórica, colocam a luta por direitos como vitimismo. Muitos desses argumentos, que não por acaso colocam a luta por direito dos negros, mulheres e LGBT como vitimismo, são falaciosos e tendenciosos; ocultam uma face conservadora com verniz liberal só admitido num país em que as mínimas realizações democráticas não foram realizadas.
Para ler o texto completo de Douglas Rodrigues Barros clique aqui


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Dilma, estamos cansadas

dilma

Na quarta feira dia dois de dezembro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, autorizou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Então a nossa presidenta fez um pronunciamento sobre tal tentativa de golpe, e me chamou muita atenção um fato: Dilma está cansada.
Para ler o texto completo de Stephanie Ribeiro clique aqui

sábado, 28 de novembro de 2015

Inação diante da morte de mulheres negras é perpetuar o genocídio da população negra

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Quero falar de uma morte psicológica que é banalizada. Um assassinato silenciado. Uma morte silenciosa. 

Para ler o texto completo de Monique França Freixo clique aqui

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Enem, Educação, Hipocrisia

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Grita contra “feminismo” no exame revela: Brasil consagra Direitos Humanos em dezenas de pactos, mas rejeita-os na prática quando se trata de defender grupos vulneráveis.
Para ler o texto completo de Mariana Vilella, Renata Ferraz e Vanessa Pinheiro clique aqui

terça-feira, 10 de março de 2015

Brasil fica atrás até do Oriente Médio em presença feminina no Parlamento

Até no Parlamento do Afeganistão presença feminina é superior à do Brasil

Embora representem mais da metade da população e do eleitorado nacional, as brasileiras ainda têm um grande desafio para se consolidar na política. O país comandado pela presidenta reeleita Dilma Rousseff (PT) amarga uma das piores colocações no ranking mundial de presença feminina no Parlamento. Segundo o último boletim da União Interparlamentar (UIP), divulgado em janeiro, o Brasil está apenas na 116ª posição em uma lista de 190 países. Na Câmara, as 51 mulheres ocupam o equivalente a 9,9% das cadeiras. No Senado, a proporção é um pouco maior. Há 12 senadoras em exercício, 13% dos 81 parlamentares.
Para ler o texto completo de Sara Rezende clique aqui

domingo, 12 de outubro de 2014

'Clandestinas': mulheres relatam histórias reais de abortos ilegais no Brasi


No Brasil, o aborto é permitido somente em casos de gravidez em decorrência de estupro, risco de vida para a mulher gestante, e nos casos de anencefalia fetal. Mulheres que por qualquer outra razão precisem ou queiram interromper suas gestações no país são obrigadas a recorrer a clínicas clandestinas e, muitas vezes, a realizar o procedimento em condições insalubres. Segundo estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), são realizados anualmente 22 milhões de abortos inseguros em todo o mundo, e 98% desses procedimentos ocorrem em países em desenvolvimento, onde a prática é majoritariamente criminalizada. A proporção de mortalidade devido a complicações decorrentes de aborto inseguro costuma ser mais alta nos países com restrições ao procedimento, e mais baixa nos países onde as mulheres têm livre acesso a serviços seguros. Na América Latina e no Caribe, a taxa é de 30 mortes a cada 100 mil abortos inseguros; nos Estados Unidos, onde a prática é legal em alguns estados e realizada em condições seguras, a taxa é de 0,7 mortes a cada 100 mil procedimentos legais.
Para ler o texto completo clique aqui

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Frear exploração infantil, sem atingir prostitut@s

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Entre os muitos motivos utilizados para se criticar a realização da Copa do Mundo no Brasil, está o tal do “turismo sexual”. Mas será que ele é mesmo um problema?
Há alguns meses, a marca de artigos esportivos Adidas retirou do mercado uma camiseta “comemorativa” da Copa do Mundo da FIFA 2014, após uma série de protestos de consumidores que enxergaram nas estampas incentivo ao turismo sexual. As imagens associavam o Brasil a partes objetificadas de corpos femininos, sugerindo que a viagem ao Brasil valeria a pena pelo sexo com as brasileiras. Ao mesmo tempo, nas manifestações organizadas por diferentes grupos em protesto a várias atitudes dos governos estaduais e do governo federal para que a Copa seja realizada, veem-se com alguma frequência cartazes “contra o turismo sexual”.
Para ler o texto completo de Marília Moschovich clique aqui

domingo, 27 de abril de 2014

Eleições-2014: é possível uma pauta feminista?

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Então, parece que está dada a largada: a declaração do presidenciável Eduardo Campos sobre o aborto inaugura o show de horrores que assistiremos (de camarote, com bebida que pisca) durante as eleições de 2014. Se as questões de direitos humanos, em geral, costumam ser rifadas na lógica insana da disputa eleitoral, os assuntos especificamente ligados aos direitos das mulheres parecem ter cacife zero. Desde que temos figuras femininas com força na corrida, em 2010, então, isso tem sido uma constante. O fato de termos uma presidenta mulher, pelo jeito, tampouco ameniza esses ataques.
Do ponto de vista da militância feminista, o governo Dilma tem sido uma grande decepção no que tange os direitos sexuais e reprodutivos mas também em relação às políticas para mulheres. A decepção vem por uma série de pressões feitas pelo gabinete da Presidência respectiva secretaria de Politicas para as Mulheres (SPM), por alguns programas que contradizem princípios básicos do feminismo (como o tal Cegonha-qualquer-coisa) mas também pela absoluta falta de diálogo com a militância que desempenhou um papel importante na eleição da presidenta. Ao mesmo tempo em que, durante a campanha de 2010, percebemos que enfrentaríamos uma batalha após as eleições (sobretudo quando a fatídica questão sobre o aborto foi pautada), imaginamos que haveria pelo menos condições de disputar esses pontos. Na maior parte das vezes, nos últimos quatro anos, não houve. O fechamento do debate é grave e decepciona profundamente.
Para ler o texto completo de Marília Moschkovich clique aqui

domingo, 29 de setembro de 2013

Aborto: as estranhas razões da proibição

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Sábado, 28 de setembro, é Dia Latino-Americano de Luta Pela Descriminalização e Legalização do Aborto. Uma data para marcar ações e manifestações de apoio as mulheres que todos os dias recorrem a métodos ilegais de abortamento em momentos de desespero. Fora as que morrem todos os anos, vítimas de um sistema que condena e demoniza as mulheres por fazerem sexo.
O que vemos atualmente são ofensivas mentirosas e caluniosas, por parte dos setores conservadores, que tentam reduzir a questão do aborto a uma ameaça contra a vida de criancinhas, inclusive criando espantalhos, como na acusação de que o PLC 03/2013, que dispõe sobre o atendimento às vítimas de violência sexual no âmbito da saúde, seria uma tentativa de legalizar o aborto no Brasil. Fora outros tantos projetos de lei que ameaçam direitos já conquistados, como o Estatuto do Nascituro e a ofensiva contra uma reforma progressista do Código Penal brasileiro, que atualmente encontra-se em discussão no Congresso.
O conservadorismo e o obscurantismo do Legislativo brasileiro têm usado o tema para fazer ameaças e chantagens ao Executivo (que tem cedido e se acovardado), caso haja qualquer iniciativa de proposta. No Judiciário, ano passado foi aprovado o direito à interrupção da gravidez em casos de anencefalia, mas não andamos mais que isso. Falar em aborto no Brasil é tabu, assunto controverso, pouquíssimos políticos querem se ver associados ao tema. Há alguns anos vemos essa ofensiva contrária aos direitos reprodutivos crescer.
Para ler o texto completo de Bia Cardoso clique aqui

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

E a publicidade começa a divorciar-se da mulher…

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Realizada pelo Data Popular e Instituto Patrícia Galvão, a pesquisa Representações das mulheres nas propagandas na TV revela a existência de um conflito entre o que os espectadores veem e o que gostariam de ver nas publicidades exibidas na televisão. Para 56% dos entrevistados, homens e mulheres, as propagandas na TV não mostram as brasileiras reais. Para a pesquisa, foram realizadas 1.501 entrevistas com homens e mulheres maiores de 18 anos, em 100 municípios de todas as regiões do país, entre os dias 10 e 18 de maio deste ano.
Na avaliação do diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, o distanciamento entre a representação da mulher feita nos comerciais e a realidade prejudica os anunciantes, que perdem o principal mercado de consumo. “A mulher quer uma comunicação que a inspire a melhorar um pouco mais de vida, mas não a deixar de ser quem ela é. E quando as empresas vendem um aspiracional que está longe de ser desejado e possível para essa mulher, ou ela se frustra ou simplesmente conclui que esse produto não é para ela e cria uma barreira em relação a ele”, considera.
Confira a entrevista de Renato Meirelles clicando aqui

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2010


Em 02 de abril foi lançada a publicação O Progresso das Mulheres no Brasil 2003-2010, organizada e editada pela Cepia e pela ONU Mulheres com o apoio do Programa Intergerencial de Promoção de Igualdade de Gênero, Raça e Etnia e do MDG-F.
Esta edição apresenta um panorama da mulher no Brasil no período 2003-2010, complementando publicação anterior, relativa ao periodo 1992-2002. Com a colaboração de renomadas especialistas analisa a sua situação nas esferas de trabalho, política, violência, educação, saúde e direitos sexuais e reprodutivos, no ambiente rural e urbano. Analisa também a divesidade etnico-racial, o marco legal e traça percursos da ação de advocacy pelos direitos humanos das mulheres.
A publicação está disponível para download em pdf no endereço aqui

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