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sábado, 26 de novembro de 2016

Fidel, por Eduardo Galeano


Seus inimigos não dizem que, apesar de todos os pesares, essa ilha sofrida mas obstinadamente alegre gerou a sociedade latino-americana menos injusta. 
Para ler o texto completo de Eduardo Galeano clique aqui

Leia “Fidel Castro e Ignácio Ramonet: Cem horas e um documento histórico” clicando aqui

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

As 7 propostas de Donald Trump que explicam a sua vitória

Wikimedia Commons

Um mundo velho está se derrubando, e o que parece vir depois disso é assustador. 

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sábado, 5 de novembro de 2016

O Ocidente flerta com o Estado Policial

Policiais franceses reprimem, em maio deste ano, manifestação por direitos trabalhistas. Mesmo aparato empregado contra o terror começa a se voltar para combate às lutas sociais

Depois dos EUA, agora a França debate prisão em massa de “suspeitos”, em campos como Guantánamo. “Guerra ao Terror” tornou-se senha para eliminar as liberdades.
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domingo, 16 de outubro de 2016

Ramonet: a era das grandes turbulências

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O Ocidente declina, mas os EUA conservam o poder militar decisivo. A crise do capitalismo arrasta-se, espalha insegurança, corroi a democracia. Onde encontrar a esperança?
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terça-feira, 16 de junho de 2015

Ignácio Ramonet: A nova geopolítica do petróleo


Para ameaçar China e manter hegemonia, Washington desejava recuperar autossuficiência e afastar-se do Oriente Médio. Faltou combinar com a Arábia Saudita.
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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Ramonet: viagem a uma nova Bolívia

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Para o viajante que volta à Bolívia depois de alguns anos de ausência, e que caminha lentamente pelas ruas estreitas de La Paz – cidade marcada por ravinas escarpadas a quase quatro mil metros de altitude – as transformações saltam aos olhos: não se veem mais pedintes, nem vendedores informais que lotavam as calçadas. As pessoas se vestem melhor, têm um ar mais saudável. E a capital tem uma aparência mais bem tratada, mais limpa, com muitos espaços verdes. Ressalta também o surgimento de novas construções. Despontaram duas dezenas de grandes imóveis e multiplicaram-se os centros comerciais; um deles tem o maior complexo de cinemas (18 salas) da América do Sul.
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quarta-feira, 11 de junho de 2014

Devemos ser ativos em nossa própria informação

http://alexgiaco.blogspot.com.br/
No blog L’Ombelico de Mondo, o fundador do Le Monde Diplomatique, Ignacio Ramonet, analisou o papel da mídia no panorama internacional e as novas formas de informação da era digital.
Em uma sociedade “hipermidiatizada”, o papel ativo de quem consome a informação é preponderante. Esta é a conclusão que o escritor e jornalista Ignacio Ramonet traz sobre as práticas dos grandes meios de informação aos quais estamos diariamente exposto.
“Informar-se não pode ser uma atitude passiva”, explicou Ramonet, em uma nova entrevista da série que o L’Ombelico del Mondo leva adiante com os principais protagonistas do jornalismo internacional em espanhol.
Para ler a entrevista de Ignacio Ramonet clique aqui

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Europa: como deter a extrema direita

Manifestação da Liga de Defesa Inglesa, racista e anti-islâmica
Uma coisa é certa: as eleições europeias do final de maio trarão um aumento notável do voto de extrema direita. E incorporarão ao Parlamento Europeu u número considerável de novos deputados ultradireitistas. Atualmente, eles se concentram em dois grupos: o Movimento pela Europa das Liberdades e da Democracia (MELD) e a Aliança Europeia de Movimentos Nacionais (AEMN). Juntos, reúnem 47 eurodeputados – 6% de 766 cadeiras1. Quantos serão, depois de 25 de maio? O dobro? Um número suficente para bloquear as decisões do Parlamente Europeu e, em consequência, o funcionamento da União Europeia?2
A verdade é que, desde há vários anos e em particular desde que se agudizaram a crise da democracia participativa, o desastre social e a desconfiança diante da União Europeia (UE), quase todas as eleições nos países do bloco traduzem-se numa irresistível subida da extrema-direita.
Para ler o texto completo de Ignacio Ramonet clique aqui

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Ramonet: “Inevitável Mundo Novo”?

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Seria pertinente reler, hoje, Admirável Mundo Novo? Seria pertinente retomar um livro escrito há aproximadamente 70 anos, numa época tão distante que nem sequer a televisão havia sido inventada? Seria essa obra algo além de uma curiosidade sociológica, um best seller comum e efêmero que, no ano de sua publicação, 1932, vendeu mais de um milhão de exemplares?
Essas questões parecem ainda mais pertinentes porque o gênero da obra — a fábula premonitória, a utopia tecno-científica, a ficção científica social — possui um alto grau de obsolescência. Nada envelhece tão rápido quanto o futuro. Ainda mais na literatura.
E, entretanto, quem superar essas reticências e novamente mergulhar nas páginas do Admirável Mundo Novo certamente ficará chocado com sua atualidade surpreendente. E irá constatar que o presente alcançou o passado, pelo menos por uma vez.
Para ler o texto completo de Ignacio Ramonet clique aqui

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Ignacio Ramonet: “Somos todos vigiados”





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Nós já temíamos (1). Tanto a literatura de (1984, de George Orwell), como o cinema (Minority Report, de Steven Spielberg) haviam avisado: com o progresso da tecnologia da comunicação, todos acabaríamos sendo vigiados. Presumimos que essa violação de nossa privacidade seria exercida por um Estado neototalitário. Aí nos equivocamos. Porque as revelações inéditas do ex-agente Edward Snowden sobre a vigilância orwelliana acusam diretamente os Estados Unidos, país considerado como “pátria da liberdade”. Aparentemente, desde a promulgação, em 2001, da lei Patriot Act (2), isso ficou no passado. O próprio presidente Barack Obama acaba de admitir: “Não se pode ter 100% de segurança e 100% de privacidade”. Bem-vindos, portanto a era do “Grande Irmão”…
Para ler o texto completo de Ignacio Ramonet clique aqui
Pode ler o texto de John Pilger Rumo a um neo-totalitarismo?


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Ignácio Ramonet fala ao cineasta Pino Solanas

Nascido na Espanha, Ignacio Ramonet cresceu em Tanger-Marrocos, onde seus pais, republicanos, foram exilados após a guerra civil espanhola. Cursou estudos de engenharia na Universidade de Bordeaux e de Sociologia na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, onde obteve também o título de doutor em Semiologia e História da Cultura. Na França, foi jornalista e crítico de cinema nos “Cahiers du Cinéma” e “Libération”. Entre 1990 e 2008, dirigiu a edição francesa do “Le Monde Diplomatique” e a revista bimestral “Maniére de Voir”. Ao mesmo tempo, foi professor de Teoria da Comunicação na Universidade Denis-Diderot (Paris VII). Mais tarde, especializou-se em Geopolítica e Estratégia Internacional, sendo consultor das Nações Unidas, catedrático na Universidade Sorbonne de Paris e professor convidado das Universidades Carlos III em Madri, Buenos Aires, Valência, São Petesburgo, Porto Rico e São Domingo, entre outras. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade de Santiago de Compostela, na Espanha, da Universidade Nacional de Córdoba, na Argentina, e da Universidade de Havana. É co-fundador do movimento ATTAC, que defende a tributação dos capitais financeiros internacionais e da Media Watch Global — Observatório Internacional dos Meios de Comunicação, que atualmente preside.
Foi um dos promotores do Fórum Social Mundial de Porto Alegre. Entre seus livros mais recentes, podem ser mencionados “A explosão do jornalismo” (2010), “Marcos, la dignidad rebelde” (2001); “Qué es la globalización” (2004) em colaboração com vários autores; “Fidel Castro: biografía a dos voces” (2006) e “La catástrofe perfecta” (2009), além de centenas de artigos. Um dos temas que aborda é o atual “sistema-mundo”, abalado atualmente por acontecimentos imprevistos que explodem com força. Desastres climáticos, terremotos financeiros, crises energéticas e alimentares, transformações tecnológicas, abalos sociais e geopolíticos alimentam insurreições como as dos múltiplos indignados, provocando profundas crises nos governos e nas democracias representativas, como parte de uma crise econômica e financeira de alcance mundial.
Para ler a entrevista de Ignacio Ramonet clique aqui

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A crise do jornalismo e seu possível resgate


O jornalista e analista uruguaio conversa com o também jornalista e comunicólogo espanhol, que afirma que “estamos diante de uma revolução que transborda o campo da comunicação para ser uma revolução social”
Caminhamos pelas ruas de Bogotá, onde Ignacio Ramonet assistiu ao décimo aniverśario da edição local de Le Monde Diplomatique, convidado, por Desdeabajo, coletivo editor de livros e jornais. Teve tempo, e ânimo, para fugir do turbulento centro e dedicar umas horas a percorrer o sul pobre da capital colombiana: Cidade Bolívar, onde se desenvolvem experiências de base notáveis. Não para de perguntar. Seu conhecimento de detalhes da história e da vida dos latinoamericanos permite assegurar que o colonialismo não é uma barreira intransponível.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Ramonet desenha cenários geopolíticos de 2013

 
Marinheiros chineses perfilam-se em cerimônia de recepção ao secretário de Defesa dos EUA. Para Ramonet, "Beijing suporta cada vez menos a presença militar dos EUA na Ásia"

China e EUA disputarão Ásia. Europa seguirá em crise. Obama pode encerrar bloqueio de Cuba. Israel tentará bombardear Irã.
Para ler o artigo completo de Ignacio Ramonet clique aqui

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A neutralidade não existe na imprensa - Entrevista/Ignácio Ramonet


O diretor de redação do jornal francês Le Monde Diplomatique, Ignácio Ramonet, acredita que a mídia deveria se posicionar claramente sobre a linha ideológica e política que segue. Doutor em Sociologia e professor de Teoria da Comunicação, o jornalista, que comanda um periódico abertamente de esquerda, diz que não existe a tão aclamada neutralidade da imprensa.
“Um jornal que diz que é objetivo é um jornal alinhado à direita e que tenta esconder seu ponto de vista”, explica. Ramonet entende que os veículos de comunicação deveriam deixar claras as posições políticas e ideológicas que defendem. “Não tenho nada contra um jornal ser de direita, acho interessante que existam. Mas que fique claro que representa o ponto de vista dos empresários, da burguesia e da classe conservadora”, aponta.
O jornalista esteve em Porto Alegre na semana passada para participar das atividades do Fórum Social Temático e mesmo com uma apertada agenda encontrou tempo para conversar durante meia hora com a reportagem do Sul21. Nesta entrevista, ele analisa também o papel das esquerdas na crise capitalista que assola a Europa e contrapõe a situação no velho continente ao momento vivido pela América Latina. “A América Latina está construindo o Estado de bem-estar social, enquanto na Europa ele está sendo destruído”, compara.
Para ler a entrevista clique aqui

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Urgências climáticas


A grave crise financeira e o horror econômico que atingiram as sociedades europeias estão fazendo todos esquecer que a mudança climática e a destruição da biodiversidade seguem sendo os principais perigos que ameaçam hoje a humanidade. Se não modificarmos rapidamente o modelo de produção dominante, imposto pelo atual modelo de globalização econômica, alcançaremos o ponto de não retorno a partir do qual a vida humana no planeta deixará pouco a pouco de ser sustentável.
O artigo de Ignacio Ramonet pode ser lido aqui

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