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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Estado e direito em Marx e Engels - uma introdução





Para ler trecho do livro recém-lançado “Curso livre Engels: vida e obra” de Alysson Leandro Mascaro clique aqui



 





O poder e a multidão: por que Freud permanece atual 




"O chamamento à militarização das fronteiras - como Freud já apontava em sua obra - denuncia o caráter indômito do impulso securitário que, diante da escolha entre a felicidade e a obediência, sem hesitar sacrifica a primeira à segunda", escreve Massimo Recalcati, psicanalista italiano e professor das Universidades de Pavia e de Verona. Para ler seu texto clique aqui






Fidel, por Eduardo Galeano 



E seus inimigos não dizem que apesar de todos os pesares essa ilha sofrida mas obstinadamente alegre gerou a sociedade latino-americana menos injusta”. Para ler o texto de Eduardo Galeano clique aqui


sexta-feira, 4 de setembro de 2020

João Bernardo - Outra face do racismo: 3) foram os racistas quem criou as raças


Os racistas negros limitam-se hoje a inverter as hierarquias que os racistas brancos ontem estabeleceram. 
Para ler o texto de João Bernardo clique aqui

Leia "O apagamento da memória preta no Brasil" de Mirna Wabi-Sabi clicando aqui

Leia "Vladimir Safatle: Identitarismo branco" clicando aqui

Leia "As vezes, a crítica à crítica da crítica é apenas, ausência de autocrítica: Sobre a realeza negra, a psicanálise e a crítica ao duplo narcisismo" de Deivison Nkosi clicando aqui


A ousadia da síntese: homenagem a David Graeber 



O antropólogo anarquista David Graeber nos deixou hoje. Sua principal obra sobre a dívida complementa os estudos econômicos de Karl Marx. Lembramos aqui sua contribuição teórica para as principais lutas do século XXI. 
Para ler o texto de Marília Moschkovich clique aqui

Leia "David Graeber, antropólogo e autor de "Bullshit Jobs", morre aos 59 anos" de Sian Cain clicando aqui

Derrubem as estátuas

A ilustração é inspirada em uma litografia que retrata o encontro dos índios com Cristóvão Colombo, quando o genovês chegou às Américas, em 1492: a história explica quem apagou quem

Quem reclama da “cultura do cancelamento” está cego para a cultura do outro. 
Para ler o texto de Miguel Lago clique aqui

Leia "O neoliberalismo é um projeto político" Entrevista com David Harvey clicando aqui

Leia "Meu grande medo é que todos nós estejamos sofrendo de amnésia" de  Alan West-Duran clicando aqui 

Leia "As orelhas abertas de Eduardo Galeano" de Aram Aharonian clicando aqui

Leia "Como o dinheiro grande corrompe nossa política (e como corrigir)" de Robert Reich clicando aqui

Leia "EUA: como a política de 'lei e ordem' pode dominar as eleições de 2020" de Geoffrey Cabaservice clicando aqui

Leia "É assim que a Amazon tenta espionar os grupos privados do Facebook de seus trabalhadores" de Tyler Sonnemaker clicando aqui

Leia "Para onde vai tanta roupa: o colonialismo moderno disfarçado de doação" clicando aqui

Leia "Revista científica mais prestigiada do mundo atesta: vacina russa para Covid gerou imunidade sem efeito colateral" clicando aqui

Leia "'A Voz Humana', o "capricho" de Almodóvar, deslumbra em Veneza" de  clicando aqui

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Outras Manhãs: Galeano zomba dos procuradores de Deus

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O Corão, que condena o álcool e o adultério na Terra, promete belas virgens e vinho no Jardim das Delícias. A tradição católica, amiga do vinho no Aquém, não oferece vinho no Além, onde os eleitos de Deus serão submetidos a uma dieta de leite e mel.
Para ler o texto de Alexandre Machado clique aqui

domingo, 15 de novembro de 2015

'Os demônios do Demônio', por Eduardo Galeano

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Muçulmanos, judeus, mulheres, homossexuais, índios, negros, estrangeiros e pobres: em ensaio de 2005, escritor discorre sobre as diferentes faces do Demônio, descritas pela antítese de cada um desses ‘anjos do mal’
Esta é uma modesta contribuição à guerra do Bem contra o Mal. Entre os diversos semblantes do Príncipe das Trevas, só estão os demônios que existem há muito, muito tempo, e que há séculos ou milênios continuam ativos no mundo.
Para ler o texto completo de Eduardo Galeano clique aqui


domingo, 19 de abril de 2015

A rara arte de Galeanear

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O mundo ultimamente tornou-se estranho e desagradável. E isso parece materializado com o anúncio da morte do escritor uruguaio Eduardo Galeano (1940-2015). Foi de câncer, essa doença que nunca respeito mando de campo. Para nós, o impacto foi tão forte comparável à perda de um amigo ou um parente próximo. De repente o dia ficou pequenino, menos poético, mais conservador, menos delirante, mais injusto. E o transbordar da paixão que tanto Galeano frisava? Parece que no dia de sua partida, ele também fez as malas e sumiu do mundo feito um passarinho triste, desterrado de seu ninho. Tudo ficou acinzentado, normal demais, terrível demais.
Para ler o texto completo de Deni Rubbo e Tiago Villa clique aqui

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Referência da esquerda, escritor uruguaio Eduardo Galeano morre aos 74 anos

O escritor e jornalista Eduardo Galeano, durante a Feira Internacional do Livro de Porto de Galinhas (Fliporto) de 2009

Morreu na manhã desta segunda-feira (13), o escritor e jornalista uruguaio Eduardo Galeano, 74. A informação foi confirmada pela sua editora ao jornal "El País". Ele estava internado em um hospital em Montevidéu desde sexta-feira e não resistiu a complicações decorrentes de um câncer no pulmão, diagnosticado em 2007.
Referência do pensamento de esquerda na América Latina, Galeano publicou em 1971 sua obra mais conhecida, "As Veias Abertas da América Latina", em que analisa a História do continente, desde o período colonial, argumentando contra o que considerava exploração econômica e política do povo latino-americano pela Europa e pelos Estados Unidos. O livro tornou-se um clássico entre os intelectuais de esquerda latino-americanos e o forçou a se exilar na Argentina após o golpe militar no Uruguai, em 1973.
Para ler o texto completo clique aqui

Leia Galeano: “Para viver sem medo clicando aqui

Leia “Morreu Eduardo Galeano, o escritor que não releria a sua obra mais famosa” clicando aqui

Leia “Eduardo Galeano foi muito além de “As Veias Abertas da América Latina”’ clicando aqui

Leia “Ensaio: 'Os demônios do Demônio', por Eduardo Galeano” clicando aqui

Leia “Eduardo Galeano: 'Na maioria dos países, a vida humana vale pouco ou nada, principalmente quando é a vida de um pobre'” clicando aqui

Conheça cinco livros essenciais para entender a obra do escritor Eduardo Galeano clicando aqui



domingo, 20 de julho de 2014

Eduardo Galeano: quem deu a Israel o direito de negar todos os direitos?

eduardo galeano gaza israel
Eduardo Galeano: “Este artigo é dedicado a meus amigos judeus assassinados pelas ditaduras latinoamericanas que Israel assessorou”


Para justificar-se, o terrorismo de estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe pretextos. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo seus autores quer acabar com os terroristas, acabará por multiplicá-los.
São filhos da impotência os foguetes caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com desajeitada pontaria sobre as terras que foram palestinas e que a ocupação israelense usurpou. E o desespero, à margem da loucura suicida, é a mãe das bravatas que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficaz guerra de extermínio está negando, há muitos anos, o direito à existência da Palestina.Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, seu tudo. Nem sequer têm direito a eleger seus governantes. Quando votam em quem não devem votar são castigados. Gaza está sendo castigada. Converteu-se em uma armadilha sem saída, desde que o Hamas ganhou limpamente as eleições em 2006. Algo parecido havia ocorrido em 1932, quando o Partido Comunista triunfou nas eleições de El Salvador. Banhados em sangue, os salvadorenhos expiaram sua má conduta e, desde então, viveram submetidos a ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem.
Para ler o texto completo de Eduardo Galeano clique aqui

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Eduardo Galeano muda de ideia sobre 'As Veias Abertas da América Latina'

Por mais de 40 anos, "As Veias Abertas da América Latina", de Eduardo Galeano, vem sendo o texto clássico dos sentimentos anticolonialistas, anticapitalistas e antiamericanos naquela região.
Hugo Chávez, o presidente populista da Venezuela, deu uma cópia do livro, que ele definiu como "um monumento na história latino-americana", de presente ao presidente Barack Obama no primeiro encontro entre eles.
Mas agora o uruguaio Galeano, 73, renegou o livro, afirmando que não estava qualificado para tratar do tema e que o texto era ruim.
Previsivelmente, suas declarações deflagraram um vigoroso debate regional, com a direita caprichando no "eu não disse?" e a esquerda persistindo em uma defesa ferrenha do livro.
"'Veias Abertas' pretendia ser um livro de economia política, mas eu não tinha o treinamento e o preparo necessários", disse Galeano no mês passado, em resposta a perguntas em uma feira de livros no Brasil, onde ele estava sendo homenageado pelo 43º aniversário da publicação do livro.
Para ler o texto completo de Larry Rohter clique aqui

sexta-feira, 25 de abril de 2014

COPA DO MUNDO: O silêncio de Galeano

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Domingo, enquanto aconteciam as finais dos estaduais pelo país, tive o prazer de ver Eduardo Galeano falar sobre futebol e ditadura na Bienal do Livro de Brasília. Ao final, perguntaram o que ele pensa sobre os protestos contra a Copa do Mundo. O autor de As veias abertas da América Latina respondeu em português: eu só queria dizer que esse é um tema muito importante e não estou em condições de responder com a profundidade necessária. Não estou aqui para vender hielo a los esquimales. Estou aqui para aprender, não para ensinar.
Óbvio que o uruguaio tem razões ideológicas para se calar, mas isso não exclui a nobreza do seu silêncio. Você pode ou não concordar com a obra de Galeano, mas é incontestável que ele, ao lado de Benedetti, Vargas Llosa, Cortázar, García Márquez, Guimarães Rosa e outros, é um dos documentaristas da América Latina. Ajudou a escrever a cartilha sobre a nossa identidade.
Isso faz do seu gesto uma lição de humildade, já que parar, pensar e refletir antes de opinar está cada dia raro. Em tempos em que a Copa do Mundo, parece ser culpada de todos os problemas do país, a verborragia virtual sobre o assunto está cada dia mais desinformada, preconceituosa, rancorosa e, pior, violenta.
Para ler o texto completo de Maria Carolina Lopes clique aqui

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Galeano fala sobre Literatura e Política

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Em 1998, entrevistei a escritora Rachel de Queiroz (1910-2003) e ela me confessou sentir “antipatia mortal” por O Quinze, o clássico da literatura brasileira que publicou aos 20 anos, em 1930, e que, desde então, seria sua “obra mais importante e mais popular” (tudo quanto é enciclopédia se refere assim ao livro). O mesmo acontece com As Veias Abertas da América Latina e o escritor uruguaio Eduardo Galeano.  Publicado em 1971, quando Galeano tinha 30 anos, a obra até hoje o persegue. É sempre nomeado como “o autor de As Veias Abertas…“, o que, pelo visto, o incomoda mesmo porque tem mais de 30 livros além dele.
Na entrevista coletiva que deu na sexta-feira 11 em Brasília, onde veio para ser o escritor homenageado da 2ª Bienal do Livro e da Leitura, Galeano ouviu provavelmente a milionésima pergunta sobre Veias Abertas. “Faz 40 anos que você escreveu As Veias Abertas da América Latina. Quais são as veias abertas hoje em dia?” E ele, em um português bastante razoável: “Seria para mim impossível responder a uma pergunta assim, especialmente porque, depois de tantos anos, não me sinto tão ligado a esse livro como quando o escrevi. O tempo passou, comecei a tentar outras coisas, a me aproximar mais à realidade humana em geral e em especial à economia política – porque As Veias Abertas tentou ser um livro de economia política, só que eu ainda não tinha a formação necessária. Não estou arrependido de tê-lo escrito, mas é uma etapa superada. Eu não seria capaz de ler de novo esse livro, cairia desmaiado. Para mim essa prosa de esquerda tradicional é chatíssima. O meu físico não aguentaria. Seria internado no pronto-socorro… ‘Tem alguma cama livre?’, perguntaria.” Risadas.
Para ler o texto completo de Cynara Menezes clique aqui

EDUARDO GALEANO: É tempo de viver sem medo

10 minutos com o escritor uruguaio Eduardo Galeano. Ele diz-nos que "Quando eu era criança, estava convencido de que tudo o que se perdia na Terra ia parar na Lua. No entanto, os astronautas não encontraram na Lua sonhos perigosos, nem promessas traídas, nem esperanças estilhaçadas. Se não estão na Lua, onde estarão? Será que na Terra não se perderam? Será que na Terra não se perderam? Será que na Terra se esconderam? E estão esperando por nós?"
Para acompanhar a fala completa de Eduardo Galeano clique no vídeo aqui

domingo, 1 de abril de 2012

Eduardo Galeano fala sobre seu novo livro´“Os filhos dos dias”

A cada dia, nasce uma história em “Os filhos dos dias”. São 366 textos: segundo o autor, narrativas de invisíveis, que merecem ser contadas. Leia a entrevista de Eduardo Galeano aqui

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A Ordem Criminosa do Mundo


Documentário exibido pela TVE espanhola, que aborda a visão de dois grandes humanistas contemporâneos sobre o mundo atual: Eduardo Galeano e Jean Ziegler.
Pode se dizer que há algo de profético em seus depoimentos, pois o documentário foi feito antes da crise que assolou os países periféricos da Europa, como a Espanha.
A Ordem Criminal do Mundo, o cinismo assassino que a cada dia enriquece uma pequena oligarquia mundial em detrimento da miséria de cada vez mais pessoas pelo mundo. O poder se concentrando cada vez mais nas mãos de poucos, os direitos das pessoas cada vez mais restritos. As corporações controlando os governos de quase todo o planeta, dispondo também de instituições como FMI, OMC e Banco Mundial para defender seus interesses. Hoje 500 empresas detém mais de 50% do PIB Mundial, muitas delas pertencentes a um mesmo grupo.
Para ver o vídeo, de cerca de 43‘, clique aqui

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

De pernas pro ar: a escola do mundo ao contrário - Eduardo Galeano

Dia após dia, nega-se às crianças o direito de ser crianças. Os fatos, que zombam desse direito, ostentam seus ensinamentos na vida cotidiana. O mundo trata as crianças ricas como se fossem dinheiro, para que se acostumem a atuar como o dinheiro atua. O mundo trata as crianças pobres como se fossem lixo, para que se convertam em lixo. E as do meio, as crianças que não são ricas nem pobres, os têm atados ao pé do televisor, para que desde muito cedo aceitem, como destino, a vida prisioneira.
Muita magia e muita sorte têm as crianças que conseguem ser crianças. Os de cima, os de baixo e os do meio. No oceano de desamparo, se alçam as ilhas de privilégios. São luxuosos campos de concentração, onde os poderosos somente se encontram com os poderosos e jamais podem esquecer, nem por um instante, que são poderosos. Em algumas grandes cidades latino-americanas, os seqüestros são costumeiros, e os meninos ricos crescem encerrados dentro da bolha do medo. Habitam mansões amuradas, grandes casas ou grupos de casas rodeadas de cercas eletrificadas, de guardas armados, e estão dia e noite vigiados pelos guarda-costas, pelas câmaras dos circuitos fechados de segurança. Os meninos ricos viajam, como o dinheiro, em carros blindados. Não conhecem mais que de vista, sua cidade. Descobrem o metrô em Paris ou em Nova York, mas jamais o usam em São Paulo ou na capital do México. Eles não vivem na cidade onde vivem. Para eles é vedado o vasto inferno que lhes ameaça o minúsculo céu privado. Além das fronteiras, estende-se uma região de terror onde as pessoas são muito feias, sujas e invejosas.
Para ler o artigo completo de Eduardo Galeano clique aqui

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