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segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Não curem a homossexualidade


Comportamentos homossexuais já foram demonstrados em 1.500 espécies animais, abrangendo toda a distribuição geográfica e taxonômica. 

Para ler o texto de Javier Sampedro clique aqui

terça-feira, 2 de julho de 2019

10 mitos sobre a universidade pública no Brasil

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Conhece alguma pessoa com pressão alta? Pode ser que ela use um remédio criado a partir de uma substância descoberta na USP. E pode ser que ela tenha ido ao médico com um aplicativo de transporte criado por nossos estudantes e tenha sido atendido gratuitamente em um dos hospitais da Universidade. E também pode ser que depois da consulta esta mesma pessoa decida levar o filho em um museu de ciências, para aprender mais sobre um assunto que vai cair no vestibular.
Essa curta história já desmente vários dos mitos envolvendo não só a USP, mas a universidade pública brasileira como um todo. Reunimos dez deles e explicamos se eles fazem mesmo algum sentido.
Para ler o texto completo de Aline Naoe, Denis Pacheco, Hérika Dias, Herton Escobar e Luiza Caires clique aqui

Leia "Ciência nas universidades públicas: a luz que ilumina a escuridãode Herton Escobar clicando aqui

Leia "Os seis números que resumem os seis meses da Educação na gestão Bolsonaro" clicando aqui

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Leia "Um acordo pra europeu ver…de Paulo Kliass clicando aqui

Leia "Pochmann: Europa vê no Brasil sua “grande fazenda”"  clicando aqui

Leia "Mortes no trabalho: oito Brumadinhos por anode Piero Locatelli clicando aqui

Leia "A indústria se incomoda que falemos "ultraprocessados"...de Guilherme Zocchio clicando aqui

Leia "Intercept reaviva maior embate de 2018: partido da Lava Jato x lulismode André Barrocal clicando aqui

Leia "Entenda o relatório que acusa os EUA de cooperação ilegal na Lava Jatode Victor Ohana clicando aqui

Leia "Desenhando a 'Vaza Jato': qualquer semelhança é mera coincidênciade Magda Barros Biavaschi clicando aqui

Leia "O perigoso messianismo de Bolsonaro e Morode Juan Arias clicando aqui

Leia "Bolsonaro, cada vez mais isolado no mundode Eric Nepumoceno clicando aqui

Leia "Rio Grande do Sul: a nova fronteira mineral para as empresas transnacionais" Entrevista com Caio Santos clicando aqui

Leia "James Green relança obra de referência sobre homossexualidade no Brasil do século XX" clicando aqui

Leia "Josué de Castro, o homem que 'descobriu' a fome" de Haroldo Ceravolo Sereza clicando aqui

Leia "'Os Sertões' de Euclides da Cunha: um livro vingadorde Lilia Schwarcz clicando aqui

Leia "Aruanas leva alerta sobre Amazônia a 150 paísesde Oscar Valporto clicando aqui

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Homofóbico? Talvez você seja homossexual

Rubén Montenegro

A homofobia poderia ser o resultado da repressão de certas pessoas a seus próprios desejos. 

Para ler o texto completo de Pilar Jericó clique aqui

sexta-feira, 22 de março de 2019

Morrer por ser gay: o mapa-múndi da homofobia


Morrer por ser gay: o mapa-múndi da homofobia


Onze países ainda punem com a morte as relações homossexuais. Um em cada três países condena a homossexualidade. Mais de 50% dos LGBT dizem ter sofrido alguma violência desde as eleições no Brasil. 

Para ler o texto completo de Ana Alfageme clique aqui


Leia "Juan Guaidó, o presidente autoproclamado é o Cordero y Velarde venezuelano" de Gustavo Espinoza M. clique aqui

Leia "Cuba aprova instalação de novas empresas na Zona Especial de Desenvolvimento Mariel" de Masiel Fernández Bolaños clicando aqui

Leia "Miséria dos povos é parte de um plano estratégico de manutenção do sistema" de Carolina Vásquez Araya clicando aqui


domingo, 18 de novembro de 2018

Brasil: os desafios futuros (13)

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Leia "Marcos Nobre: "Bolsonaro foi o candidato do colapso e precisa dele pra se manter no poder" clicando aqui IMPERDÍVEL

Leia "Resposta às mentiras de Bolsonaro sobre os médicos cubanos" de Mirela Filgueiras clicando aqui

Leia "Quem são os youtubers recomendados por Jair Bolsonaro" de João Filho clicando aqui

Leia "Frente democrática e os "sapos do pântano"" de Lizt Vieira clicando aqui

Leia "Youssef & Moro: 14 anos de acordos destacados por Lula" de Marcelo Auler clicando aqui

Leia "Casamentos homossexuais como resistência a Bolsonaro" de Tom C. Avendaño  clicando aqui

Leia "Lula ainda é o centro gravitacional da possibilidade de Brasil" de Gustavo Conde clicando aqui

Leia "As bravatas de Trump e Bolsonaro" de Reginaldo Nasser clicando aqui

Leia "Como deputado, Bolsonaro propôs retirar direitos de familiares de médicos cubanos" clicando aqui

Leia "Padrão Bolsonaro de comunicação desorienta a mídia" de Lalo Leal clicando aqui

Leia "General Heleno, o estrategista-chefe que Bolsonaro instalou a um gabinete e uma escadaria de distância" de Afonso Benites clicando aqui

domingo, 18 de junho de 2017

O mapa da homofobia em São Paulo


Em dez anos, 465 vítimas – uma a cada semana, em média – procuraram ou foram encaminhadas à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para registrar uma queixa de crime motivado por homofobia em São Paulo. Dados exclusivos obtidos pelo G1 por meio da Lei de Acesso à Informação mostram a radiografia dessas denúncias. 
Para ler o texto completo de Glauco Araújo, Kleber Tomaz e Thiago Reis clique aqui

sábado, 17 de junho de 2017

Gays: a armadilha da "aceitação" pelo consumo

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Publicidade mostra-se agora, “tolerante” ao homessexual. Mas se formos apenas consumidores, que restará de nosso desejo divergente? E que ocorre quando não atendemos os padrões ditados pelo mercado?
Para ler o texto completo de Fran Alavina clique aqui

Como foi criada a heterossexualidade como a conhecemos hoje

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O dicionário médico Dorland, de 1901, definiu a heterossexualidade como "um apetitite anormal ou pervertido em relação ao sexo oposto". Mais de duas décadas depois, em 1923, o dicionário Merriam Webster definia a orientação sexual como "paixão sexual mórbida por alguém do sexo oposto". Apenas em 1934 a heterossexualidade teve o significado atualizado: "manifestação de paixão sexual por alguém do sexo oposto". Pessoas costumam reagir com incredulidade ao conhecer essas definições: "Isso não pode ser verdade", dizem. A sensação é de que a heterossexualidade sempre "esteve presente". 
Para ler o texto completo de Brandon Ambrosino clique aqui

sábado, 8 de abril de 2017

MEC corta homofobia da lista de preconceitos que devem ser combatidos na educação


O Ministério da Educação (MEC) cortou a homofobia da lista de preconceitos que devem ser combatidos com a educação, alterando um documento que já havia sido entregue à imprensa. 
Para ler o texto completo de Helena Borges clique aqui

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Homossexualidade e DNA


Homossexualidade e DNA

Drauzio Varella

14/11/2015

"Quem quiser gostar de mim, eu sou assim", diz o samba de Wilson Baptista.
A homossexualidade tem forte componente genético. Diversos estudos com gêmeos univitelinos demonstraram que, quando um deles é homossexual, a probabilidade de o outro também o ser varia de 20% a 50%, ainda que separados quando bebês e criados por famílias estranhas.
Nas duas últimas décadas, acumulamos evidências científicas suficientes para afirmar que a homossexualidade está longe de ser mera questão de escolha pessoal ou estilo de vida. É condição enraizada na biologia humana.
Nunca houve nem existirá sociedade em que a homossexualidade esteja ausente. O estudo mais completo até hoje, realizado por Bailey e colaboradores da Austrália, mostrou que 8% das mulheres e dos homens são homossexuais.
Em 1993, o geneticista Dean Hamer propôs um caminho para a identificação dos "genes gay", sequências de DNA que estariam localizadas no cromossomo X (região Xq28). A descrição virou manchete de jornal, mas não pôde ser confirmada por outros pesquisadores, requisito fundamental para adquirir validade científica.
O fato de que 20% a 50% dos gêmeos univitelinos apresentam concordância da homossexualidade ressalta a influência genética, mas deixa evidente que a simples identidade de genes não justifica todos os casos.
Em 2012, William Rice propôs que a epigenética explicaria com mais clareza a orientação sexual. Damos o nome de epigenéticas às alterações químicas do DNA que modificam a atividade dos genes sem no entanto alterar-lhes a estrutura química.
Durante o desenvolvimento, os cromossomos podem sofrer reações químicas que não afetam propriamente os genes, mas podem "ativá-los" ou "desligá-los". O exemplo mais conhecido é a metilação, processo em que um radical metila (CH3) se fixa a uma região específica do DNA, formando o que chamamos de epimarca.
Como algumas epimarcas são silenciadas nos óvulos e espermatozoides, enquanto outras podem ser transmitidas aos descendentes, Rice propôs que epimarcas ancoradas junto aos genes responsáveis pela sensibilidade à testosterona podem conduzir à homossexualidade quando transmitidas do pai para a filha ou da mãe para o filho.
Especificamente, ainda no ventre materno, epimarcas que afetam a resposta às ações da testosterona produzida pelos testículos ou ovários fetais são capazes de masculinizar o cérebro de meninas ou afeminar o dos meninos, conduzindo mais tarde à atração homossexual.
O grupo de Eric Vilain, um dos mais conceituados nessa área, estudou 37 pares de gêmeos idênticos discordantes (apenas um homossexual) e dez pares concordantes.
A avaliação de 140 mil regiões do DNA desses gêmeos permitiu identificar cinco delas em que os padrões de metilação guardavam relação direta com a orientação sexual em 70% dos casos.
Por que razão alguns gêmeos idênticos terminam com padrões distintos de metilação?
Segundo Rice, epimarcas podem ser apagadas num irmão e persistir no outro. Vilain concorda: diferenças sutis no ambiente intrauterino, ditadas pela circulação do sangue e pela posição espacial de cada feto, seriam as causas mais prováveis.
A antiga visão do sexo como um binário condicionado pelos cromossomos XX ou XY está definitivamente ultrapassada. Ela é incapaz de explicar a diversidade de orientações sexuais existente nos seres humanos, nos demais mamíferos e até nas aves.
Transmitidas de pais para filhos, epimarcas específicas nas regiões do DNA ligadas às reações dos tecidos fetais à testosterona oferecem bases mais sólidas, inclusive para entender os casos de bebês com órgãos sexuais ambíguos e das pessoas que julgam haver nascido em corpos que não condizem com sua individualidade sexual.
A homossexualidade é um fenômeno de natureza tão biológico quanto a heterossexualidade. Esperar que uma pessoa homossexual não sinta atração por outra do mesmo sexo é pretensão tão descabida quanto convencer heterossexuais a não desejar o sexo oposto.
Os que assumem o papel de guardiões da família e da palavra de Deus para negar às mulheres e aos homens homossexuais os direitos mais elementares não são apenas sádicos, preconceituosos e ditatoriais. São ignorantes.

FONTE: Aqui 

sábado, 7 de novembro de 2015

Filhos: o notável cuidado homossexual

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Nos EUA, pesquisa revela: família-margarina não é única: casais homoafetivos dedicam mais tempo para os filhos que a média. Tendência tem a ver com opção ativa pela paternidade.
Para ler o texto completo de Marcio Caparica clique aqui

sábado, 18 de julho de 2015

O discurso bem amarrado de Jean Wyllys, além da bandeira LGBT

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Principal voz da comunidade LGBT no Congresso Nacional, o deputado federal Jean Wyllys estendeu sua luta a todas as minorias. Cumprindo o segundo mandato, elegeu-se com votação expressiva e conquistou incrível visibilidade, mas paga um preço alto pela exposição.
Para ler o texto completo de Paulo Sampaio clique aqui

domingo, 5 de julho de 2015

Homonacionalismo como mosaico: viagens virais, sexualidades afetivas


Neste artigo irei contextualizar o aumento do número de movimentos de gays e lésbicas no âmbito dos debates sobre os discursos dos direitos e da temática dos direitos, que é seguramente o mais forte afrodisíaco do liberalismo. Analiso o modo como a sexualidade se tornou parte de uma formação essencial na articulação de cidadãos plenos através dos vários registos, como gênero, classe e etnia, quer nacional, quer transnacionalmente. Este estudo posiciona claramente o homonacionalismo como categoria analítica necessária à compreensão e concepção histórica dos motivos pelos quais o estado de uma nação como simpatizante gay se tornou desejável à partida. Como a Modernidade, o homonacionalismo pode ser objeto de resistência e de ressignificação, mas não pode ser excluído: todos somos condicionados por ele e através dele. O artigo encontra-se estruturado em três secções. Começo por apresentar uma panorâmica do projeto Terrorist Assemblages, prestando atenção, em particular, à utilização do termo “homonacionalismo”. Em segundo lugar, discuto o homonacionalismo no contexto da Palestina/Israel, com o objetivo de demonstrar a relevância dos discursos sobre direitos sexuais e da narrativa de “lavagem cor-de-rosa” para a ocupação. Termino com uma reflexão acerca do potencial inerente ao pensamento da sexualidade, não como uma identidade, mas como mosaicos de sensações, afetos e forças. Esta viralidade da sexualidade destabiliza produtivamente as noções humanistas dos sujeitos da sexualidade, assim como a organização política que procura resistir aos discursos jurídicos instituídos com o objetivo de nomear e controlar estes sujeitos de sexualidade.
Para ler o texto completo de Jasbir K. Puar clique aqui

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Alemanha explica a homossexualidade para crianças

Alemanha explica a homossexualidade para crianças

O jeito que os alemães encontraram para explicar a homossexualidade para crianças.
O debate sobre a homossexualidade e a luta pelo asseguramento dos direitos dos homossexuais têm progredido, mesmo que com certa resistência, no Brasil e no mundo. O casamento gay já é uma realidade em diversos países da Europa e em vários estados norte-americanos.
No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça autorizou, ainda este ano, a realização de casamentos homoafetivos em todo o território nacional. Os reconhecidos avanços no âmbito da legalidade jurídica, porém, não foram suficientemente convincentes para naturalizar as questões que envolvem sexualidade no cotidiano da sociedade brasileira.
Para ler o texto completo clique aqui

domingo, 20 de maio de 2012

Famoso psiquiatra pede desculpas por estudo sobre "cura" para gays


O fato foi simplesmente que ele fez tudo errado, e ao final de uma longa e revolucionária carreira, não importava com quanta frequência estivesse certo, o quão poderoso tinha sido ou o que isso significaria para seu legado. O dr. Robert L. Spitzer, considerado por alguns como o pai da psiquiatria moderna, que completa 80 anos nesta semana, acordou recentemente às 4 horas da madrugada ciente de que tinha que fazer algo que não é natural para ele. Ele se esforçou e andou cambaleando no escuro. Sua mesa parecia impossivelmente distante; Spitzer sofre de mal de Parkinson e tem dificuldade para caminhar, se sentar e até mesmo manter sua cabeça ereta. A palavra que ele às vezes usa para descrever essas limitações –patéticas– é a mesma que empregou por décadas como um machado, para atacar ideias tolas, teorias vazias e estudos sem valor. Agora, ali estava ele diante de seu computador, pronto para se retratar de um estudo que realizou, uma investigação mal concebida de 2003 que apoiava o uso da chamada terapia reparativa para “cura” da homossexualidade, voltada para pessoas fortemente motivadas a mudar.
Para ler o texto completo de Benedict Carey clique aqui

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