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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

Marxismo: apontando caminhos para o futuro





Karl Marx e Friedrich Engels: "O Manifesto Comunista"




Para comemorar os 173 anos do tratado político mais popular e explosivo escrito por Karl Marx e Frederich Engels, responsável por mudar os rumos da história no século XX, publicamos na íntegra sua melhor e mais recente tradução aqui








O "Manifesto Comunista" mostra por que o capitalismo não durará para sempre




Publicado neste dia em 1848, o "Manifesto Comunista" não oferecia planos para um futuro comunista. Mas ao mostrar que o capitalismo não é eterno ou natural, Marx e Engels explicaram como as crises do presente preparavam o caminho para nossa futura libertação. Para ler o texto de Nadia Urbinati clique aqui








A notável atualidade de Immanuel Wallerstein




Quando os ideólogos do capitalismo celebravam “vitória”, ele enxergou o declínio do sistema. E anteviu: virão décadas turbulentas e perigosas; nada está decidido. Sua teoria é crucial lutam por um futuro de igualdade e desalienação. Para ler o texto de Gregory P. Williams clique aqui

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

A Inteligência Artificial vai para a guerra

 




"Com os algoritmos implantados por Israel em Gaza, a capacidade de atacar e matar aumentou 300 vezes. Uma fábrica tecnológica chamada 'Gospel'. Um ponto de virada para a indústria militar", escreve Riccardo Gullotta. Para ler seu texto clique aqui





























































sexta-feira, 14 de maio de 2021

A ascensão da China e as novas rotas da seda





Olhando mapas e gráficos vamos entender o porquê da China ser considerada inimiga dos Estados Unidos. Mas não é ela quem quer ser inimiga. Os Estados Unidos é quem a elegeram como sua inimiga. Para ler o texto de Lejeune Mirhan clique aqui


Leia "Vidas na Palestina, entre a colonização e a resistência" de Berenice Bento clicando aqui


Leia "Israel versus palestinos" de Diogo Fagundes clicando aqui


Leia "América Latina e a geopolítica da sustentabilidade" de Ricardo Abramovay clicando aqui


Leia "Grupo de cientistas renomados pede "uma investigação autêntica" sobre a origem da pandemia" de Manuel Ansede clicando aqui


Leia "Os principais fenômenos do sistema internacional e a estrutura do sistema" de Samuel Pinheiro Guimarães clicando aqui


Leia "Quem paga a conta pelo desastre?" de Sergio Rodriguez Gelfenstein clicando aqui


Leia "Raça, nação, classe" de Étienne Balibar clicando aqui


 

domingo, 28 de fevereiro de 2021

"O crime de Assange é ter realizado o trabalho de um jornalista sério" diz Noam Chomsky

 

Assange com NoamChomsky


Julian Assange não será extraditado aos Estados Unidos, mas ainda está detido de acordo com um veredicto de Londres em 4 de janeiro devido à divulgação, por WikiLeaks, de cerca de 251.287 cabogramas diplomáticos, mais de 400.000 relatórios secretos do exército dos EUA da Guerra do Iraque e 90.000 e da Guerra no Afeganistão, revelando incontáveis baixas de civis pelos militares dos EUA, a corrupção desenfreada dos EUA em todo o mundo espionando, boicotando governos democráticos, bem como políticas sujas em vários países. Segundo o veredicto da juíza britânica que pronunciou a sentença no início deste ano, seria injusto e opressor extraditar o fundador de WikiLeaks. “Assange sofre de um transtorno depressivo recorrente. (…) Possui pensamentos suicidas e seria‘ obstinado ’em uma tentativa de acabar com sua vida,” sentenciou Vanessa Baraitser na corte da capital inglesa. Um dos principais motivos da prisão de Assange, por supostamente ter danificado a segurança dos EUA. “A única questão de segurança nacional que se coloca é a proteção do poder do Estado da exposição à cidadania”, diz Noam Chomsky. Para ler sua entrevista clique aqui





Immanuel Wallerstein: Crises estruturais


Devemos evitar qualquer noção de que a história está do nosso lado. Devemos capturar Fortuna, mesmo que ela nos escape. Para ler o texto de Immanuel Wallerstein clique aqui


sábado, 26 de setembro de 2020

O racismo do filósofo David Hume abre o debate sobre sua eliminação na Universidade de Edimburgo

 


As visões racistas e escravistas no século 18 levaram a universidade a remover temporariamente seu nome de um prédio. Professores e alunos discutem o que isso significa. Para ler o texto de Julia Tena de la Nuez clique aqui


Leia "Immanuel Wallerstein: Ler Fanon no século XXI" clicando aqui

Leia "Haverá golpe nos Estados Unidos?" de Emir Sader clicando aqui

Leia "Governo Trump corre para destruir proteções ambientais" de Sharon Lerner clicando aqui

Leia "Para desvendar a cilada do Realismo Capitalista" de Mark Fisher clicando aqui

Leia "A recusa do estigma" de Douglas Alves clicando aqui

Leia "Um programa de TV infantil dinamarquês tem esta mensagem: 'Normal Bodies Look Like This'" de Thomas Erdbrink e Martin Selsoe Sorensen clicando aqui


terça-feira, 1 de setembro de 2020

Por que o modelo de negócios do Uber está condenado

Empresas de compartilhamento de carona, como Uber e Lyft, não geram insegurança no trabalho, mas alimentam a insegurança que é onipresente na economia contemporânea (Jarrod Valliere/REX/Shutterstock)

Como outros aplicativos de transporte, o Uber apostou alto em um futuro automatizado que não se concretizou. 
Para ler o texto de Aaron Benanav clique aqui

Leia "Wallerstein, o sociólogo da descolonização" de Boaventura de Sousa Santos clicando aqui

Leia "Alemanha. Para enfrentar a pandemia, esquerda propõe uma semana de trabalho de quatro dias" de Aldo Mas clicando aqui

Leia "Trabalho remoto: o "novo normal"" de Jordana de Souza Santos clicando aqui

Leia ""Será que a imagem colonial ainda mantém uma ligação ao real?" - Fantasmas do Império" de Afonso Dias Ramos clicando aqui

Leia "Extrema-direita cometeu a maior parte dos atos terroristas nos EUA desde 1994, aponta estudo" de David Brooks clicando aqui

Leia "A polícia incentiva a direita armada, como o atirador em Kenosha" de Branko Marcetic clicando aqui

Leia "O novo velho continente e suas contradições: A pulsão do abismo" de Celso Japiassu clicando aqui

Leia "Líbano: a ira despertou a esquerda" de Jean-Pierre Perin clicando aqui

Leia "Os Direitos Humanos e a impunidade global corporativa" de Marie Madeleine Hutyra de Paula Lima clicando aqui

Leia ''Não há nada de misterioso no desastre da esquerda italiana'' clicando aqui


quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Immanuel Wallerstein (1930-2019). Depoimento de Enrique Dussel

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Wallerstein se tornou uma referência obrigatória sobre a história do capitalismo, da modernidade e no tema do mercado mundial, destacando a existência de um centro dominante, de uma semiperiferia e um mundo colonial. Isto desenvolvia aspectos que Marx havia formulado explicitamente, mas não tinha conseguido provar fundamentalmente, já que pertencia ao momento do mercado mundial capitalista que era um momento que em seu programa de pesquisa não pôde expor”. 
Para ler o texto completo do filósofo Enrique Dussel clique aqui

Leia "Uma só fórmula explicará tudo. Entrevista com o físico Michio Kaku" clicando aqui

Leia "A última despedida de Che Guevara" de Mauricio Vicent clicando aqui

Leia "Os 40 anos do livro 'O princípio responsabilidade', de Hans Jonas" clicando aqui

Leia "Como estes autores usaram seus diários como laboratório" de Cesar Gaglioni clicando aqui

Leia "A fórmula finlandesa para salvar os 'sem teto'" de Belén Dominguéz Cebrián clicando aqui

Leia "Trump e a crise climática - um crime contra a humanidade" de Mel Gurtov clicando aqui

Leia "Um dos principais aliados de Joe Biden, pré-candidato democrata à presidência dos EUA, também lucra com a pecuária na Amazônia" de Robert Mackey clicando aqui

Leia "Carta de Hong Kong: ''Uma nova geração levanta-se'': testemunho da revolta de Hong Kong" de Au Loong-Yu clicando aqui

Leia "Segurança e liberdade. O direito fundamental de buscar o exílio" de Melanie Nezer clicando aqui

Leia "Terapia assistida por animais. Quando os bichos ajudam a curar as pessoas" de Luis Pellegrini clicando aqui

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Immanuel Wallerstein (1930-2019): trajetória intelectual e política


Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento de Immanuel Wallerstein no dia 31/08/2019. Na esteira das homenagens a esse excepcional pensador marxista, disponibiliza-se aqui a entrevista completa com ele que abre o número #24 da revista semestral da Boitempo, a Margem Esquerda.
Wallerstein foi um cientista social incomum. Não apenas pela abrangência e repercussão de sua obra, mas especialmente pela ambição de sua análise dos sistemas-mundo em relação à tendência das ciências sociais de colocar “as singularidades e as situações” no “lugar das abrangências e dos movimentos”. Não tão incomum – mas nem por isso livre de resistências, em uma cultura dominada pela crença na ciência livre de valores – é a convicção de Wallerstein de que toda escolha conceitual é uma opção política.
Ao menos duas características de seu pensamento o situam claramente na contracorrente. Em primeiro lugar, vale notar a noção de totalidade inscrita na perspectiva dos sistemas-mundo. A segunda característica, em relação orgânica com a primeira, é a abordagem unidisciplinar que surge na premissa da indivisibilidade das ciências sociais hoje reconhecidas separadamente: antropologia, ciência política, economia, geografia, história e sociologia. A singularidade do pensamento de Wallerstein, em especial as características destacadas aqui, revela-se nesta entrevista, em que o sociólogo norte-americano fala também sobre sua juventude, estudos, influências intelectuais e políticas, profissão e, claro, sobre o sistema-mundo moderno, que ele vê neste momento em meio a uma crise estrutural irreversível. As revoluções de 1968 e outros momentos de instabilidade social que chegam até os nossos dias e a diversos espaços também são abordados.
Dividida em quatro blocos, a entrevista inicia-se com aspectos biográficos de Wallerstein, destacadamente a sua formação intelectual. O segundo bloco, também biográfico, concentra-se na relação do entrevistado com o que ele chama de cultura sociológica. O terceiro trata de questões relacionadas à crise estrutural do sistema-mundo. Crise e questões mundiais também são abordados no último bloco, mas com o foco voltado para a disputa política. A entrevista foi concedida em 24 de novembro de 2014, na Universidade Yale, em New Haven, Estados Unidos, onde Wallerstein atuava como pesquisador-sênior desde 2000. Para ler sua entrevista clique aqui

"O tempo em que podemos mudar o mundo" 



Immanuel Wallerstein, que morreu ontem, foi o grande pensador dos sistemas-mundo. Examinava o declínio do capitalismo, mas frisava: falta saber o que irá substituí-lo; a transição não será apocalíptica e dependerá das escolhas de agora. 
Para ler a entrevista publicada em 14/10/2011 clique aqui


Wallerstein, o sociólogo da descolonização


Ele difundiu o conceito de sistema mundo, que permitiu às ciências sociais enxergar além dos espaços nacionais. Longe de se limitar à teoria, apoiou movimentos anticoloniais e reconstruiu comunidades científicas em países liberados. 
Para ler o texto completo de Boaventura de Sousa Santos clique aqui

Wallerstein sem anestesia: o intelectual que iluminou a luta pelo fim do capitalismo 


“Em 30 anos já não viveremos sob o sistema-mundo capitalista. Pode ser um sistema muito melhor ou muito pior. Todas as possibilidades estão abertas”.
Para ler o texto completo de Atilio A. Boron clique aqui


Immanuel Wallerstein (WIKIPÉDIA)


Immanuel Maurice Wallerstein (Nova Iorque28 de Setembro de 1930 - 31 de agosto de 2019) foi um sociólogo estadunidense, mais conhecido pela sua contribuição fundadora para a teoria do sistema-mundo.
Seus comentários bimensais sobre questões globais são distribuídos pela Agence Global para publicações como Le Monde diplomatique e The Nation. No Brasil, seus artigos são publicados na revista Fórum e na revista virtual Outras Palavras
Para ler informações mais detalhadas sobre sua carreira acadêmica, estudos sobre África, os livros "O sistema mundial moderno", o sistema mundial capitalista, críticas a seu pensamento e a sua influência bem como sua bibliografia clique aqui



quarta-feira, 24 de julho de 2019

Por que ler Fanon hoje? Artigo de Immanuel Wallerstein

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Fanon não se dirige em absoluto aos poderosos do mundo senão aos “condenados da terra”, uma categoria que para ele se referia radicalmente “a gente de cor”. Fanon sempre teve grande ódio pelos poderosos, independente se são cruéis ou condescendentes. Mas sentia muito mais ódio diante dessa gente de cor cujo comportamento e atitude contribuem para sustentar um mundo de desigualdade e humilhação em troca de obtenção de poucas migalhas para si.
Para ler o texto completo de Immanuel Wallerstein clique aqui

domingo, 3 de março de 2019

Immanuel Wallerstein: Como travar uma luta de classes

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Numa crise estrutural, a esquerda precisa seguir uma política de buscar, em curto prazo, o poder do Estado para minimizar a dor dos 99% da população e, a médio prazo, buscar uma transformação cultural de todos”.

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quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Wallerstein: Geopolítica em tempos de incerteza


Os EUA perdem rapidamente sua capacidade de liderança. China e Rússia avançam, mas não se impõem. Neste vácuo, surgem desvarios — e crescem os riscos.
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terça-feira, 21 de agosto de 2018

México: o enigmático caminho de Lopez Obrador


Novo presidente assume em dezembro. Sua campanha foi claramente à esquerda; sua vitória um feito histórico. Mas por que ele fala tão pouco em integração latino-americana?
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Wallerstein: o G-7, quem diria, acabou no Canadá

No Canadá, melancólicos, os membros do G-7 parecem mirar seu próprio destino

Como surgiu o clube de governantes que expressava a hegemonia do Ocidente sobre o planeta. Por que o poder dos EUA sempre foi um amparo e um ruído. Quais os sinais de que tudo está por um triz.
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sexta-feira, 4 de maio de 2018

Wallerstein: assim 1968 começou

Integrantes da SAS — a Sociedade Estudantil Afro-americana — protestam em maio de 1968, na Universidade Columbia. Segundo Wallerstein, eram claramente melhor organizados, disciplinados e ativos

Uma semana antes de Paris, revolta global eclodiu em Columbia. Participante ativo, o grande sociólogo faz seu relato pessoal — e frisa a decisiva participação dos negros.
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Leia "Žižek: A atualidade de Marx" clicando aqui
 
Leia "Maio e a ideia da Revolução" de Tarso Genro clicando aqui
 
Leia "Um cinema que desconfiava da revolução" de Carlos Alberto Mattos clicando aqui




sexta-feira, 13 de abril de 2018

Wallerstein: roteiro para Marx, duzentos anos depois


No bicentenário do filósofo alemão, capitalismo parece mais brutal que nunca. Qual a atualidade do principal crítico do sistema? Por que lê-lo no original – não em segunda mão?
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sábado, 10 de março de 2018

Immanuel Wallerstein: Geopolítica do Século XXI: volatilidade por todos os lados

 

A última potência hegemônica, os Estados Unidos, já leva um tempo atuando como um gigante incapaz. Têm poder para destruir, mas não para controlar a situação. Prefere proclamar regras que espera que os demais sigam, mas pode ser (e é) ignorado. 

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domingo, 8 de outubro de 2017

Wallerstein: tempos de incerteza caótica

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Cresce a instabilidade global. Atores políticos antes previsíveis alteram seu comportamento bruscamente. Antecipar o futuro torna-se quase impossível. A crise estrutural aprofunda-se.
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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Kim Jong-un enxerga a impotência de Trump

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Coreia do Norte ignora sanções internacionais porque sabe que ameaças dos EUA são retóricas – e revelam um superpoder em declínio.
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sábado, 17 de junho de 2017

Trump e a era da política sem ideia alguma

Efeitos visuais em show de Roger Walters, em outubro de 2016

Paspalho e bruto, presidente dos EUA tem um único objetivo: manter-se no poder. A tragédia é que os “representantes do povo”, no mundo todo, pensam quase sempre do mesmo modo.
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Wallerstein: o que esperar da era Trump

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Os riscos de desmonte de toda a legislação social nos EUA. O plano fantasioso de aliar-se à Rússia contra a China. O arsenal nuclear nas mãos de alguém imprevisível.
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