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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Brasil: Amanhã vai ser outro dia (10)

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Leia "Diário: a primeira tarde de protesto na era Bolsonaro" de Gavin Adams clicando aqui

Leia "Carta de Paris: O bode expiatório: sempre eficaz nas horas de crise" de Leneide Duarte-Plon clicando aqui

Leia "O jogo vai começar: time, esquema e objetivos em campo" de Joaquim Ernesto Palhares clicando aqui

Leia "Antiglobalistas, militares e liberais disputam o controle da política externa bolsonarista" de Patrícia Fachin e João Vitor Santos clicando aqui

Leia "'Novo governo é o triunfo da ignorância e da estupidez', diz Leonardo Boff" clicando aqui

Leia "A ciência no Brasil está sob ataque ideológico do governo de Bolsonaro" Entrevista com Marcos Pedlovski clicando aqui

Leia "Entenda por que falas de Damares apontam piora na política para mulher" de Mariângela Magalhães clicando aqui

Leia "Os ataques contra os povos indígenas e o novo padrão de dominação" de Silvia Beatriz Adoue clicando aqui

Leia "SP lança guia para orientar cientistas no relacionamento com a imprensa" clicando aqui

Leia "Com tantos desmentidos, o Brasil de 2019 precisa de um VAR" de Matheus Pichonelli clicando aqui

Leia "Em 10 dias, governo coleciona recuos e desentendimentos públicos" de Marcella Fernandes clicando aqui

Leia "Baixo Amazonas, um canto em que o Brasil ainda é colonial. Entrevista especial com Rogério Almeida" clicando aqui

Leia "Neoliberalismo interno com recessão externa: a cilada bolsonarista" de Bruno Santos de Moraes clicando aqui

Leia "Sentença de improcedência em ação contra o curso da UFRGS ''O golpe de 2016 e a nova onda conservadora no Brasil'' acata parecer do MPF" clicando aqui

Leia "MST minimiza recuo do governo sobre reforma agrária: "É uma tentativa de nos enrolar"" de Lu Sudré clicando aqui

Leia "Sobre a cogitação de extinguir a Justiça do Trabalho" de Victor Farinelli clicando aqui

Leia "Agora, a Samarco zomba de suas vítimas" de Juca Guimarães clicando aqui

Leia "Publicidade de Coca-Cola e Ambev é paga com dinheiro público, diz Receita" de João Peres clicando aqui

Leia "Meu pai entrou no tráfico para eu virar advogado" de Joel Luiz Costa clicando aqui

Leia "Afrânio Jardim: Gleisi acerta ao ir à posse de Maduro" clicando aqui

Leia "Onde estão as crianças sequestradas pela ditadura civil militar brasileira?" clicando aqui


quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Brasil: Amanhã vai ser outro dia (9)

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Leia "Vai, Brasil (1)" de  Joana Mortágua clicando aqui

Leia "Recuos mostram que governo precisa de um amigo sincero que lhe dê um toque" de Leonardo Sakamoto clicando aqui

Leia "Trajetória, contradições e desafios do MSTde Felipe Betim clicando aqui

Leia "Paulo Arantes provoca: a esquerda está sem programa clicando aqui

Leia "Quem são os discípulos de Olavo de Carvalho que chegaram ao governo e Congressode João Fellet  clicando aqui

Leia "O enterro das políticas afirmativas e a transformação do espaço público em privado. Entrevista especial com Maria Luiza Franco Bussede João Vitor Santos clicando aqui

Leia "O núcleo central do governo Bolsonaro – o proto-fascismode Virgínia Fontes  clicando aqui

Leia "O que muda (ou resta) no Meio Ambiente com a reforma de Bolsonaro?"  clicando aqui

Leia "ONGs pedem diálogo a governo Bolsonaro" clicando aqui

Leia "Povos da megadiversidadede Manuela Carneiro da Cunha clicando aqui

Leia "A sociedade civil reage ao “monitoramento”" clicando aqui

Leia "Desempregados não se interessam por 'menino veste azul e menina veste rosa' e só querem que a vida melhore, diz economista Monica de Bolle" clicando aqui

Leia "ECONOMIA Depois das mudanças no COAF, Guedes promove o desmonte da Receita Federalde Wilson Luiz Muller clicando aqui

Leia "O que precisamos saber e o ministro da Saúde não quis dizer" clicando aqui

Leia "Chefe do BB coleciona posts machistas e não crê em aquecimento globalde Vinicius Segalla clicando aqui


domingo, 30 de dezembro de 2018

BRASIL: desafiando o futuro (10)

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Leia "Elisa Lucinda: "Vamos precisar de todo mundo" clicando aqui

Leia "As várias faces do MST, o movimento que Bolsonaro quer criminalizar" de Felipe Betim clicando aqui

Leia "Como o Congresso foi a máquina do retrocesso social nos últimos quatro anos"  de Leonardo Sakamoto clicando aqui

Leia "Com Trump, Bolsonaro e Obrador as Américas abraçam o nacionalismo"  de Javier Lafuente clicando aqui

sexta-feira, 17 de julho de 2015

'Moro tem se prestado a alimentar um ódio da classe média contra os petistas'

Rafael Stedile

Dirigente nacional do MST analisa o momento pelo qual passa a sociedade brasileira e aponta os desafios que os setores progressistas devem enfrentar.

Confira a entrevista de João Pedro Stedile clicando aqui

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Os 30 anos de ódio ao MST nas páginas de Veja

reprodução
O ódio da mídia ao MST acompanha os 30 anos do movimento, desde a sua fundação, em janeiro de 1984. Mas o padrão de manipulação usado para tentar fraudar a imagem do movimento muda bastante, acompanhando a conjuntura e tentando tirar proveito dela. Prova é a forma com que a maior revista do país, a Veja, teceu a trajetória do MST em suas páginas: primeiro com a tentativa de cooptação, depois com total invisibilidade, até a campanha permanente de criminalização, que oscilou da associação com o perigo comunista, herdada da ditadura, à acusação de terrorismo, no período pós 11 de setembro. Nos últimos anos, uma nova condenação ao ostracismo, acompanhada pelo conjunto da mídia, garantiu a retirada do tema reforma agrária da pauta nacional.
O MST foi fundado no bojo do mesmo desejo de democracia que levou às ruas a Campanha das Diretas Já, como um movimento pacífico de luta pela terra. Mas o esforço dos companheiros que tentavam retomar a pauta da reforma agrária, interrompida com o deposição de João Goulart em 1964, não mereceu nem mesmo uma linha nas páginas da revista. Isso só viria a acontecer em junho do ano seguinte, quando José Sarney já havia herdado de Tancredo Neves o posto de primeiro presidente civil pós-ditadura, e acabava de lançar um pacote para viabilizar uma espécie de reforma agrária que jamais sairia do papel.
Para ler o texto completo de Njala Passos clique aqui

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Lula e Dilma seguiram alinhados às oligarquias, afirma Stedile

“O Estado deve atuar em áreas  estratégicas para garantir o interesse do povo”
Com a passagem dos 30 anos de fundação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no dia 22 de janeiro, o Jornal do Comércio entrevistou um de seus fundadores e principais líderes. João Pedro Stedile não poupa críticas aos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, ambos do PT. Stedile questiona o fato de a reforma agrária não ter apresentado resultados significativos no governo Dilma. Segundo o ativista, a reforma agrária só não tem avanços porque a presidente está “alinhada com as oligarquias”.
O líder nacional do MST critica a política do atual governo em promover concessões de setores estratégicos. Sobre a política econômica do governo de coalizão, acredita que é necessário realizar mudanças, barrar o superávit primário e destinar os R$ 280 bilhões anuais, hoje pagos em juros aos bancos, para educação, saúde, reforma agrária e transporte público. Reitera que, para que haja essas mudanças estruturais, será necessário primeiro promover uma reforma política para que o poder seja exercido pelo povo, “e não contra ele”.
O MST foi criado em um encontro de camponeses em Cascavel, no Paraná, no dia 22 de janeiro de 1984. Em três décadas de mobilização pela reforma agrária, seus integrantes realizaram mais de 2,5 mil ocupações. O movimento tem 2 mil escolas instaladas em assentamentos. 
Para ler a entrevista de João Pedro Stedile clique aqui

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