Mostrando postagens com marcador sociologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sociologia. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de abril de 2026

Reflexões sobre o tempo presente

 


































sábado, 25 de outubro de 2025

Reflexões sobre o tempo presente








Raíssa Araújo Pacheco - IA: ponte ou abismo?



Eliseu Raphael Venturi: O equilíbrio como destino



Wesley Sousa: O antissemitismo como conceito moral



Nelson Lichtenstein: O marxismo de Mike Davis



Novidade editorial CLACSO



David W. Lawson - Repensando a poligamia: novas pesquisas mudam visão convencional sobre as vantagens da monogamia



Penelope Jackson - A “Mona Lisa”, um sanitário de ouro e agora as joias do Louvre: a fascinante história dos roubos de arte



Alejandro Marcó del Pont: Capitalismo líquido versus capitalismo sólido



Carlos Bauer: Pedagogia da ansiedade



Paulo Eduardo Bodziak Junior: A centralidade do medo na modernidade e a esperança em novos inícios



Antonio Martins: Amazon, o nome da distopia



João Melo - Uma falsa maka: o português, língua nacional angolana



Yanis Varoufakis: Assim o dinheiro pode ser um Comum



Giorgio Agamben: Sobre Inteligência Artificial e Estupidez Natural



Douglas Rushkoff - Colapso: Os super ricos preparam o fim



Donald Sassoon: Não se pode prever a história



Johann Chapoutot: Estamos voltando ao século XIX



Crise climática afeta 900 milhões de pessoas que vivem na pobreza


sábado, 2 de agosto de 2025

Brasil - Radiografia semanal
















































sábado, 12 de julho de 2025

Reflexões sobre o tempo presente























sábado, 7 de junho de 2025

Reflexões sobre o tempo presente

 





 Utopia: buscá-la se tornou algo tedioso?



Uma diálogo entre Ernest Bloch, autor que “restituiu” a dignidade da ideia de esperança, e Adorno. Refletem sobre os efeitos da tecnologia e cutucam as esquerdas: é preciso resgatar a imaginação política e enfrentar à “venda de sonhos” feita pela indústria cultural. Para ler o texto de Bruna Della Torre clique aqui






 Hipernormalização: Barulho inaudível da ruína



Colapso do sistema está em curso: corpos exaustos, crise climática e democracia agonizante. Resignação não serve: e se o papel do revolucionário for escancarar a realidade para que se possa parir outro mundo, no limiar deste que se esgota? Para ler o texto de Gil-Manuel Hernàndez i Martí clique aqui






O anti-humanismo contemporâneo


A escravidão moderna é basilar para a formação da identidade do sujeito na alteridade do escravizado. Para ler o texto de Marcel Alentejo da Boa Morte e Lázaro Vasconcelos Oliveira clique aqui


Sam Pizzigati: O mundo seria um lugar melhor sem os ricos


Meagan Day: Como o reacionarismo explora a nostalgia econômica


Paulo Baía - A aventura sociológica: desnaturalizar o mundo, compreender as contradições e transformar a realidade


Nicola Bressi: Biodiversidade, um verdadeiro extermínio. A ecologia deve ser ensinada desde cedo


Kate Raworth: Precisamos de um novo retrato da humanidade


Tales Ab’Saber: Escrevendo com a inteligência mundial


sábado, 29 de março de 2025

Novidade editorial CLACSO & Reflexões sobre o tempo presente

 


Reflexões sobre o tempo presente







Distraídos e ansiosos: porque a luta para manter o foco tornou-se ato de resistência nas escolas e na sociedade



A ansiedade sempre foi essencial à sobrevivência da humanidade. Motiva reações físicas e psicológicas que nos permitem lidar com ameaças, enfrentando-as ou fugindo delas. O problema surge quando ela se configura como um transtorno. É exatamente aí que precisamos relacionar a sua manifestação exacerbada com o período histórico atual. O modo como a ansiedade se intensifica em nossa sociedade está diretamente vinculada ao recrudescimento das forças produtivas, especialmente daquelas vinculadas à tecnologia. Para ler o texto de Antônio Álvaro Soares Zuin clique aqui






Nós e o cyborg. Minorias e políticas da identidade



A fragmentação favorece “neutralizar as diferenças”. Mudam a população de referência, as técnicas de governo, as políticas identitárias e a configuração das minorias. Completa-se o projeto do neoliberalismo: a individualização das políticas deve visar a subtração de referências coletivas. Para ler o texto de Stefano Rota clique aqui






A corrida pela atenção nas plataformas sociais



Cortes, reels e avalanche de “conteúdo”. Como o comportamento nas redes está vazando para a vida – agora reduzida a gestão de marca pessoal e impulso de publicações. Na aspiração pelo crescimento digital a qualquer custo, é possível viver sem o Instagram? Para ler o texto de Matheus Silveira de Souza clique aqui














  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP