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domingo, 24 de novembro de 2024

O Império está beijando a lona e Lula foi Garrincha na relação com a China

 



Analista geopolítico Pepe Escobar destaca elevação das relações Brasil-China e crises no domínio americano. Para ler seu texto clique aqui




























































































sexta-feira, 3 de maio de 2024

Um mapa interativo dos acampamentos de solidariedade de Gaza em todo o mundo





Para ver o mapa interativo dos acampamentos de solidariedade de Gaza em todo o mundo clique aqui

 


Ivânia Vieira: Coração de estudante pulsa contra a guerra genocida


Nos EUA, estudantes declaram que protestos pró-Palestina 'continuam fortes' apesar da polícia prender 2 mil pessoas


Yanis Varoufakis: Alemanha está resguardando o direito de Israel cometer crimes de guerra


Sarah Babiker: A possível Primavera conta a Barbárie


Carlos Alexandre Klomfahs: O Iron Dome israelense e a importância da Avibras na defesa aérea


Gabriel Camilli - Ucrânia em abril de 2022: Quão perto estava de encerrar a guerra?


Erik Prince: Grande demais para vencer


Aleena Im: O aprofundamento dos laços Rússia-China expõe a hipocrisia dos EUA


Phil Butler: EUA admitem estratégia fracassada para África: mas há mais!


Ruanda, 30 anos: As digitais colonialistas no genocídio


Carlos Bocuhy: Desertificação na África muda hábitos e camelos viram opção


Daniel Boguslaw e Ken Klippenstein: A Terceira Guerra Mundial não é como as anteriores


José Goulão: Em louvor da guerra


Han Feizi - O acerto de contas: guerras automobilísticas chinesas


Alikber Alikberov: "Quando estudamos o Oriente e o Ocidente, pensamos primeiro no nosso país". Parte 2


Alistair Walsh: Alemanha já consumiu em 4 meses o limite de um ano inteiro


António Garcia Pereira: Portugal - (In)Justiça a funcionar (sobre a Operação Influencer)


Urariano Mota: Uma escravidão portuguesa, com certeza


Afonso Ferreira: A criatividade europeia em Inteligência artificial


Gustavo Freire Barbosa: Por que a esquerda precisa retomar a tradição marcial


quinta-feira, 2 de maio de 2024

O plano de Israel e dos Estados Unidos para Gaza




Não é preciso ser um adivinho para compreender que o plano de jogo de Israel e Estados Unidos para Gaza é mais ou menos assim: Em público, Joe Biden parece “duro” com Benjamin Netanyahu, instando-o a não “invadir” Rafah e pressionando-o a permitir mais “ajuda humanitária” a Gaza. Mas a Casa Branca já está preparando o terreno para subverter a sua própria mensagem. Insiste que Israel ofereceu um acordo “extraordinariamente generoso” ao Hamas – um acordo, sugere Washington, que equivale a um cessar-fogo. Não é o que acontece. Segundo todas as notícias, o melhor que Israel ofereceu foi um imponderável “período de calma sustentada”. E mesmo essa promessa não é confiável. Para ler o texto de Jonathan Cook clique aqui


Daniel Willians: A tentativa de diplomacia de Biden em Gaza falha completamente


Raul Gabriel: As perguntas da Pietá de Gaza


Abed Zagout: Em Gaza fotografei a fome como faminto, a sede como sedento


Trinidad Deiros Bronte: Os idosos, as vítimas invisíveis da guerra de Gaza


Helen Benedict: Estudantes do lado certo da história


Estudantes acampados nas universidades veem Gaza como caminho para luta global contra a opressão


Finian Cunningham: O pacto de segurança Estados Unidos-Ucrânia é o batom numa derrota sangrenta da OTAN


Ramin Mazaheri - O suicídio ucraniano: Lendo "The Defeat of the West" ("A derrota do Ocidente"), de Emmanuel Todd


Francesco Sisci: Sobre a contradição entre os EUA e a China


Christian Edward Cyril Lynch: A Internacional fascista


Conor Gallagher: Stasi no Ocidente


Mikhail Gamandiy-Egorov: As razões para a motivação de vários países africanos para retirarem as suas reservas de moeda-ouro dos EUA


Olumba E Ezenwa e John Sunday Ojo: Rússia empurra os EUA para fora da África Ocidental


Gilbert Achcar: Uma guerra fria com outro nome


Thierry Meyssan: Paris 2024 e Berlim 1936 ao serviço de um impossível sonho imperial


Miguel Vale de Almeida: Portugal - Reparar


Apolo de Carvalho: Reparações? As omissões, os portões trancados da revolução e a petrificação dos cravos


Ricardo Pagliuso Regatieri & Lucas Amaral de Oliveira: Teoria social e desafios pós-coloniais


Nuria Alabao: Quando a crise do capitalismo é narrada como crise "de valores"


sábado, 27 de abril de 2024

Luiz Felipe de Alencastro: Brasil não pode entrar apenas como vítima em debate sobre reparação de Portugal pela escravidão

 




A discussão sobre reparação histórica pela escravidão e pelos crimes cometidos durante o período colonial não pode se resumir a um diálogo entre Portugal e Brasil, afirma o historiador Luiz Felipe de Alencastro, um dos maiores pesquisadores da escravidão no Brasil. É preciso trazer Angola e outros países africanos, como Moçambique e Benin, para o debate, defende Alencastro. E o Brasil não pode entrar nessa discussão somente como vítima. Reparação histórica é um conjunto de ações cujo objetivo é diminuir as injustiças que aconteceram no passado contra certos grupos sociais, e assim promover a igualdade e combater a discriminação. Para ler o texto de Thais Carrança clique aqui















quinta-feira, 14 de março de 2024

Uma leitura arriscada: a verdadeira razão da Ucrânia, de Gaza, do Iémen e da nossa miséria

 




A Rússia não tem futuro. As Ilhas Britânicas sim. Muito antes de a última porção de peixe com batatas fritas passar para a história da gastronomia, Blinis e Pelmeni terão sido eliminados de todas as línguas da Terra. Pelo menos é isso que acredita Owen Matthews, autor do livro Stalin's Children. Infelizmente, ele não está sozinho no seu ódio ridículo e viciante por tudo o que diz respeito à Rússia. Para ler o texto de Phil Butler clique aqui
































domingo, 26 de novembro de 2023

O futuro das relações árabe-americanas à luz do massacre de Gaza




Poucos sabem como terminará o ataque horrível e assassino de Israel a Gaza, que já dura quase dois meses, ou quantos palestinianos comuns morrerão. Contudo, o Médio Oriente e o resto do mundo compreenderão uma nova realidade quando as armas finalmente pararem de disparar e os bombardeamentos em massa cessarem. Para ler o texto de Viktor Mikhin clique aqui

 

Jesus Cardoso e Mariana Schlickmann: Os significados políticos do cessar-fogo temporário em Gaza



Abbas Hachemita: Interesses econômicos dos Estados Unidos por trás de sua política sinistra



SalmanRafi Sheikh - EUA-China: Cimeira sem progresso real



Tom Engelhardt - Uma Gaza em câmera lenta: Ou comocarbonizar o planeta Terra



NourielRoubini: Perspectivas sombrias



Pepe Escobar: A Ordem de Despejo está sendoredigida e virá em Quatro Línguas



Benita van Eyssen & Isaac Mugabi: África aumenta pressão por indenização pela escravidão



Atilio Boron analisa triunfo de Milei: “foi uma construção midiática cuidadosamente planejada



Juan Torrez López: A vitória da extrema direita naHolanda


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

A Estética da Vulgaridade no Templo da Ciência - Radicalizar a Proposta de Mazula para uma Efectiva Reforma Universitária (parte II - conclusão)

 





Retomamos a segunda parte do texto publicado recentemente, sobre a necessidade da reforma da estrutura da organização académica no subsistema de ensino superior em Moçambique. A proposta, da autoria do Professor Brazão Mazula, surge no seguimento das celebrações dos sessenta (60) anos do Ensino Superior em Angola e em Moçambique, decorridas em 2022. Na referida proposta, Mazula sugere que o departamento e o respectivo chefe, como unidade orgânica primordial na organização da actividade académica, tivessem maior autonomia, autoridade e legitimidade científica do que o director da faculdade, enquanto unidade orgânica académica político-administrativa. Para ler o texto de Patrício V. Langa e Jorge Ferrão clique aqui





O perigo do discurso simplista sobre a escravidão na África 



escravidão na África volta à cena pública brasileira de tempos em tempos. É recorrente o argumento de que a escravidão era natural no continente e que, durante o comércio transatlântico de escravos, líderes africanos lucravam com o negócio. Tais argumentos são agora renovados pela economista estadunidense Deirdre McCloskey, colunista desta Folha ("Quem lucrou com a escravidão?", 15/2). Cumpre, assim, que pesquisadores eticamente comprometidos com a divulgação do saber histórico restaurem a verdade dos fatos. É o que fazemos neste artigo. Para ler o texto de Marcos Leitão de Almeida (Northwestern University), Gilberto da Silva Francisco (Unifesp), Patrícia Marinho (Negrarqueo), Camilla Agostini (Uerj), Bruno Pastre (Ufam) e Vanicléia Santos (University of Pennsylvania) clique aqui








VÍDEO - Eduardo Moreira entrevista o ator norte-americano Danny Glover 




Danny Glover é Embaixador(a) da boa vontade da UNICEF (San Francisco22 de julho de 1946) é atordiretor de cinema e ativista americano. É conhecido por suas atuações como ator em dezenas de filmes. Participou também em programas de televisão e produções teatrais. É um defensor ativo de várias causas humanitárias e políticas. Entre suas atividades como ativista, Glover se notabilizou por opinar sobre a política brasileira. Para assistir à entrevista em que ele fala sobre o MST (Movimento dos Sem Terra) clique no vídeo aqui


segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Corrida geopolítica pela África será definitiva para novo cenário internacional, aponta analista

 





O que está reservado para o continente africano em 2023? Para dois analistas de política internacional consultados pela Sputnik Brasil, há muito em jogo com a nova corrida geopolítica pela África. Enquanto potências competem por influência no continente, os 54 países da União Africana vislumbram crescimento e prosperidade. Para ler o texto de João Werneck clique aqui






 Opressão "democrática" 




O tratamento que a imprensa corporativa do Atlântico Norte deu à questão do cessar-fogo de 36 horas (de 6 para 7 de Janeiro), é um retrato fiel do uso destes órgãos para fins eminentemente propagandísticos. Perante a proposta de cessar-fogo, não foi apenas Biden que a ridicularizou, referindo que o seu homólogo estaria a tentar “ganhar oxigénio”. Foi o próprio regime banderista que declarou rejeitá-la. Para ler o texto de Hugo Dionísio clique aqui







Não, Portugal não foi a maior potência esclavagista




O historiador Miguel Cardina afirmou, em recente entrevista ao DN, que Portugal foi “a maior potência esclavagista da modernidade” e que isso não tem sido devidamente considerado no país. Devo dizer ao meu colega que está enganado. Eu não sei em que fonte ou fontes Miguel Cardina se apoiou para afirmar o que afirmou. Admito que tenha recorrido ao site The Trans-Atlantic Slave Trade Database. Se foi esse o caso, não terá visto com suficiente rigor. As tabelas do referido site, referem-se exclusivamente ao tráfico transatlântico de escravos, e para além de deixarem de fora, claro está, a parte africana do negócio escravista, reportam os números de Portugal e Brasil, em conjunto. Já chamei a atenção para isso em artigo anterior, que terá passado despercebido a Miguel Cardina. Para ler o texto de João Pedro Marques clique aqui







 Já vai tarde, Juan Guaidó 




Juan Guaidó era o rosto ideal escolhido pelos EUA para fazer a mudança de regime na Venezuela. Mas, a partir dessa semana, após uma esmagadora votação na Assembleia Nacional, ele não pode mais nem mesmo usar o título de presidente fictício. Para ler o texto de Branko Marcetic clique aqui


quarta-feira, 9 de novembro de 2022

A democracia escravista - Achille Mbembe

 





Tanto o sistema colonial com o escravagista se unem de maneira envergonhada mas real com a democracia. Fazem parte de seu inventário amargo, de difícil digestão. A democracia ocidental nunca foi imune ao sistema de desigualdade evidente nas práticas coloniais e escravagistas. Para ler o texto de Vinicius Siqueira clique aqui

sexta-feira, 3 de junho de 2022

"O Batalhão de Azof, um olhar de relance". Por Universidade de Stanford

 





O Batalhão Azov é uma organização paramilitar de extrema-direita nacionalista sediada na Ucrânia. Fundado em 2014, o grupo promove o nacionalismo ucraniano e o neonazismo através da sua organização paramilitar da Milícia Nacional e da ala política do Corpo Nacional. É notável pelo seu recrutamento de combatentes estrangeiros de extrema-direita dos EUA e da Europa, bem como pelos seus extensos laços transnacionais com outras organizações de extrema-direita. Em 2022, o grupo voltou a destacar-se por lutar contra as forças russas em Kiev, Kharkiv, e Mariupol. Para ler o texto da prestigiada Universidade de Stanford clique aqui


Leia "Bernhard Horstmann - Guerra na Ucrânia: A mudança de tom da mídia ocidental" clicando aqui


Leia "Carlos Branco: Alteração da narrativa" clicando aqui


Leia "Alessandra Algostino: A guerra e a lógica do inimigo" clicando aqui


Leia "Milhões para Zerolensky, sanções para Moscovo" clicando aqui


Leia "Aaron Maté - Texto 3. EUA combate a Rússia "até ao último ucraniano": diz Chas Freeman, um veterano diplomata americano" clicando aqui








 Portugal - Do próprio veneno




A ultradireita de Portugal e os bolsonaristas que vivem por lá. Para ler o texto de João Gabriel de Lima clique aqui


Leia "Agenda do governo Biden para a América Central e a reestruturação da hegemonia dos EUA" clicando aqui


Leia "Oliver Stuenkel: Petro, Lula e o futuro da integração latino-americana" clicando aqui


Leia "Joe Hanlon analisa a guerra em Cabo Delgado (Moçambique): a Frelimo trava uma velha batalha" clicando aqui


Leia "As 10 crises de refugiados "mais esquecidas" do mundo estão na África" clicando aqui


Leia "Colleen Walsh: Como uma pesquisa investiga e enfrenta o legado da escravidão na vida universitária de Harvard" clicando aqui


Leia "Chloe Maurel: "A Rota do Escravo", um projeto memorial transatlântico da Unesco (de 1994 até hoje)" clicando aqui


Leia "As crianças do mundo pagam a fatura da opulência dos ricos" clicando aqui


Leia "Otávio Augusto Alves dos Santos: A relação entre memória coletiva e espaço geográfico" clicando aqui

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