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domingo, 5 de março de 2017

Morrer de fome no Sahel fugindo do Boko Haram


A desnutrição ameaça dezenas de milhares de pessoas que permanecem refugiadas no deserto. 

Para ler o teto de Nacho Carretero clique aqui


terça-feira, 26 de julho de 2016

Com maior demanda por comida, ciência é vital para enfrentar fome


A humanidade continuamente desenvolve e incorpora técnicas de produção, conservação e armazenamento de mantimentos. Apesar disso, hoje o desafio do setor de produção de alimentos é ainda maior, uma vez que temos que produzir mais em menos tempo. Inclusive, de acordo com um estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a demanda por alimentos deverá aumentar em 60% até 2050. 
Para ler o texto completo de Adalberto Luis Val clique aqui

domingo, 16 de novembro de 2014

Fome: o ingênuo otimismo da ONU

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A indiferença glacial a respeito da fome no mundo contrasta com os dados do sociólogo Jean Ziegler, que considera a destruição anual de dezenas de milhões de homens, mulheres e crianças pela falta de comida como o escândalo do nosso século. No seu estado atual, a agricultura mundial poderia alimentar, sem problemas, 12 bilhões de pessoas, quase duas vezes a população mundial. No entanto, a cada cinco segundos, morre uma criança de menos de dez anos, num planeta que transborda riquezas. Os neurônios do cérebro humano formam-se entre zero e cinco anos. Se nesse período não receber uma alimentação adequada, suficiente e regular, a criança ficará lesionada pelo resto da vida.
Para ler o texto completo de Juliana Dias clique aqui

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Agências humanitárias da ONU definem situação no Iraque como caótica


Agências humanitárias da ONU (Organização das Nações Unidas) definiram nesta sexta-feira (20/06) a situação no Iraque como "caótica". De acordo com o órgão, são dezenas de milhares de deslocados internos que não podem ser ajudados, aumentando o temor do pelo número de refugiados diante da ampliação dos conflitos internos. 
"A situação é caótica", afirmou o porta-voz do Acnur (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), Adrien Edwards, ao definir a situação no Iraque, que tem vários conflitos em ebulição no momento.
Por enquanto, a ONU estima em 500 mil deslocados internos provocados pela tomada de Mossul pelo grupo jihadista EIIL (Estado Islâmico do Iraque e do Levante).
Além disso, as agências humanitárias procuram ajudar mais 500 mil pessoas forçadas a se deslocar em função do conflito na província de Al-Anbar, uma situação de crise prévia ao conflito com o EIIL nas últimas duas semanas.
Edwards afirmou que o Acnur está "muito preocupado" com a possibilidade dos combates provocarem deslocamentos, pois as agências da ONU já estão saturadas com a quantidade de pessoas que necessitam ajuda. E, além disso, pela impossibilidade de se chegar a todos os refugiados por questões de segurança.
Os números não são concretos e o Acnur, o OCHA (Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU) e a OIM (Organização Mundial das Migrações) não são capazes de dizer quantos deslocados não contam com ajuda internacional no Iraque, nem onde estão exatamente. A estimativa, no entanto, é de que 100 mil pessoas estejam nesta situação.
Para ler o texto completo clique aqui

sábado, 31 de maio de 2014

Para quebrar o mito da "ineficiência camponesa"

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Calcula-se que a população mundial, em 2050, chegará aos 9,6 bilhões de habitantes, segundo um relatório das Nações Unidas. O que significa 2,4 bilhões a mais de bocas para alimentar. Diante destes números, existe um discurso oficial que afirma que para dar de comer para tantas pessoas é imprescindível produzir mais. No entanto, é necessário nos perguntarmos: Hoje, falta comida? Cultiva-se o bastante para toda a humanidade?
Atualmente, no mundo, “são produzidos alimentos suficientes para dar de comer para até 12 bilhões de pessoas, segundo dados da FAO”, afirmava Jean Ziegler, relator especial das Nações Unidas para o direito à alimentação, entre os anos 2000 e 2008. E recordemos que o planeta é habitado por 7 bilhões. Sem contar que todo dia é jogada 1,3 bilhão de tonelada de comida, em escala mundial, um terço do total que se produz, conforme um estudo da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Segundo estes dados, comida não falta.
Para ler o texto completo de Esther Vivas clique aqui

sexta-feira, 9 de maio de 2014

"Erradicar a fome não é uma opção, é uma necessidade imperiosa, se queremos ter um futuro"

“A crise alimentar provocou, em 2008, revoltas em mais de 50 países. Hoje, o aumento nos preços dos alimentos está novamente contribuindo para a instabilidade política no mundo”, afirma o diretor da Cátedra de Estudos sobre a Fome e a Pobreza – CEHAP da Universidade de Córdoba, Espanha, José Esquinas-Alcázar.
Confira a entrevista de José Esquinas-Alcázar clicando aqui

domingo, 6 de abril de 2014

A especulação da fome no mundo

Através de suas atividades comerciais, os bancos são os principais especuladores nos mercados de comércio direto e a prazo de matérias-primas e de produtos agrícolas, visto que dispõem de meios financeiros notadamente mais privilegiados que os outros protagonistas em jogo. Uma breve visita ao sítio on line do “Commodity business awards” (1) nos permite descobrir uma lista de bancos e de corretores de bolsas que têm um papel de primeira ordem no mercado de commodity (2) – seja no mercado no qual os bens primários são comprados e vendidos fisicamente, ou dos derivados que têm como subjacentes as commodities . Entre esses bancos, encontramos quase sempre os bancos BNP Paribas; Morgan Stanley; Crédit Suisse; Deutsche Bank e Société General.
Para ler o texto completo de Eric Toussaint clique aqui

sábado, 25 de janeiro de 2014

Obesidade e fome: dois lados de um problema

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Esther Vivas é ativista política e social dos movimentos a favor da soberania alimentar e do consumo crítico. É autora de diversos livros sobre altermundialismo e alternativas ao sistema agroalimentar atual como resistências globais. Atualmente, é membro do Centro de Estudos sobre Movimentos Sociais na Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona. Ela é também colaboradora de alguns veículos de comunicação alternativa em diferentes países, entre eles o Canal Ibase. Este mês ela concedeu uma entrevista à revista Mundo Rual, na qual afirma que a fome e a obesidade são duas pontas do mesmo problema. Segundo ela, dois milhões de pessoas no mundo sofrem deficiências de micronutrientes (ferro, vitamina A, iodo…).
Veja as consequências nesta entrevista, clicando aqui

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Josué de Castro e sua defesa da agricultura familiar no combate à fome

Uma equação que é influenciada por vários fatores e que afetava grande parte da população brasileira e mundial. Josué de Castro pensou e refletiu sobre temas de variadas áreas, como o meio ambiente, a paz e o subdesenvolvimento. Ele acreditava na multidisciplinaridade do trabalho científico. Mas dedicou a maior parte de seus esforços ao problema da fome e da miséria.
Um problema que ainda hoje é um dos maiores que a humanidade enfrenta. Segundo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2012, 925 milhões de pessoas de todo o mundo não comem o suficiente para serem consideradas saudáveis. A fome é a campeã na lista dos dez maiores riscos para a saúde. Ela mata mais pessoas por ano do que a AIDS, a malária e a tuberculose juntas. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).
Para ler o texto completo de Sara Brito clique aqui


domingo, 17 de fevereiro de 2013

Por que a fome volta a rondar o mundo



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O mundo transita de uma era de abundância de alimentos a uma de escassez. Na última década, as reservas mundiais de grãos reduziram-se em um terço. Os preços internacionais da comida mais que dobraram, desencadeando uma febre pela terra e dando origem a uma nova geopolítica alimentar.
Os alimentos são o novo petróleo. A terra é o novo ouro. Essa nova era caracteriza-se pela carência dos alimentos e propagação da fome.
Do lado da demanda, o aumento demográfico, uma crescente prosperidade e a conversão de alimentos em combustíveis para automóveis, combinam-se para elevar o consumo a um grau sem precedentes.
Para ler o texto completo de Lester R. Brown clique aqui

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Diretor da FAO quer tratar a fome como um tema de guerra

Em entrevista à Carta Maior, o diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, fala sobre a prioridade da entidade para os próximos anos: a luta contra a fome no mundo. E Graziano quer transformar essa luta numa guerra: "O século XXI não pode conviver mais com a fome. Estou defendendo que a segurança alimentar seja tratada no mesmo nível dos temas tratados no Conselho de Segurança da ONU, ou seja, como um tema de guerra. Essa é uma guerra que vale a pena".
Confira a entrevista concedida por José Graziano da Silva aqui

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