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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Coreia do Norte não está louca; ela está sendo racional demais

Resultado de imagem para Análise: Coreia do Norte não está louca; ela está sendo racional demais

A Coreia do Norte é irracional? Ou apenas finge ser? A Coreia do Norte deu ao mundo amplas razões para perguntar: ameaças de guerra, ataques ocasionais contra a Coreia do Sul, líderes excêntricos e propaganda enlouquecida. Como mostrou seu programa nuclear e de mísseis, que na última semana realizou um quinto teste nuclear, essa preocupação se tornou mais urgente. 
Para ler o texto completo de Max Fisher clique aqui

sexta-feira, 20 de maio de 2016

O que terrorismo nuclear realmente significa?


'Terrorismo nuclear' pode se referir a diversos eventos possíveis, com diferentes graus de probabilidade de ocorrência e de gravidade de consequências.
Para ler o texto de Leonam dos Santos Guimarães clique aqui

sábado, 30 de abril de 2016

DOSSIÊ: Chernobyl, 30 anos depois


A 26 de abril de 1986 deu-se uma das maiores catástrofes nucleares da História numa pequena localidade da Ucrânia, Chernobyl. De central, dizia-se que era tão segura que poderia ter sido construída no meio da praça vermelha de Moscovo. Há cinco anos atrás aconteceu uma nova catástrofe quando, na sequência de um maremoto, houve uma fuga nos reatores da central nuclear de Fukushima. Neste dossier discutimos por que razão a energia nuclear nunca será uma opção segura e os perigos que continuamos a correr quando centrais, como a de Almaraz, continuarem em funcionamento. 
Para ler o Dossiê organizado por Joana Campos clique aqui

sábado, 18 de julho de 2015

Acordo com potências mundiais é positivo, mas insuficiente a longo prazo, diz ativista iraniano


Advogado destaca importância da diplomacia e da lei internacional nas negociações, o que pode trazer ganhos indiretos em termos de direitos humanos.
Para ler o texto completo de Patrícia Dichtchekenian clique aqui

sábado, 8 de novembro de 2014

Armas nucleares, discurso hipócrita e caos

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“Um dos grandes paradoxos da ciência moderna” é que os seres humanos buscam vida em outros planetas enquanto as potências nucleares do mundo mantêm e modernizam suas armas para destruir a vida na Terra, afirmou o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. “Devemos lutar contra o militarismo que engendra a busca por essas armas”, afirmou Ban no dia 6 de agosto, aniversário do lançamento pelos Estados Unidos da primeira bomba atômica sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945.
Para ler o texto completo de Thalif Deen clique aqui

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Às vésperas de uma nova corrida nuclear

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Os Estados Unidos e o Irã estão envoltos em negociações difíceis sobre a possível obtenção, por Teerã, de armas nucleares. A probabilidade de estas negociações resultarem numa fórmula aceita por ambas as partes parece relativamente baixa, porque há, em ambos países, forças poderosas que se opõem frontalmente a um acordo e estão trabalhando com afinco para sabotá-lo.
A visão mais comum, nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, é de que se trata, principalmente, de manter um país que se presume inconfiável, o Irã, distante de armas que poderiam ser usadas para se impor diante de Israel e do mundo árabe, em geral. Mas este não é o ponto, definitivamente. Os riscos de o Irã usar uma arma nuclear, se chegar a possuir alguma, não são maiores que os relacionados a cerca de dez outros países, que já têm este armamento. E a capacidade do Irã para proteger as armas contra roubo ou sabotagem é provavelmente maior que a da maior parte dos países.
Para ler o texto completo de Immanuel Wallerestein clique aqui

sábado, 15 de março de 2014

Fukushima: Carta aberta ao Primeiro Ministro do Japão

Maior tragédia nuclear ocorrida até então. No ano passado em várias capitais brasileiras foram entregues cartas nos consulados e na Embaixada Japonesa lembrando este fatídico dia.Aqui no Recife um grupo de pessoas foi impedida de chegar até o consulado japonês e entregar uma carta ao cônsul, endereçada ao primeiro ministro japonês. Dai esse ano, resolvemos localmente divulgar uma carta aberta dirigida ao primeiro ministro japonês. A mesma está sendo entregue em vários consulados e na embaixada em Brasília, manifestando nossa solidariedade às vitimas da tecnologia atômica, em todo o mundo, e nosso apoio às exigências dos japoneses que anseiam pela imediata indenização de todos os trabalhadores e das populações afetadas pela tragédia de Fukushima; pela evacuação imediata das crianças e comunidades da região; pela revogação da lei que ameaça a liberdade e o direito à informação; pelo fechamento das usinas nucleares e pela não exportação desta tecnologia para outras partes do Planeta!
Leia a carta clicando aqui

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O sigilo sobre Fukushima

Steve Herman / Wikimedia Commons
Mês passado, os partidos de coalizão japoneses tramitaram no Parlamento uma Lei de Segredos de Estado. É melhor que tomemos conhecimento disso.
Sob suas disposições, somente o governo decide o que é considerado segredo de estado e qualquer civil que divulgue algum segredo pode ser preso por até 10 anos. Jornalistas pegos tornando o assunto público podem ser presos por até 5 anos.
Autoridades do Governo têm se mostrado prejudicadas com a constante revelação da sua negligência, tanto antes quanto depois do desastre nuclear de Fukushima em 2011, operado pela Companhia Elétrica de Tóquio (TEPCO).
Semana após semana, surgiram matérias na imprensa apontando para a seriedade da contaminação do fluxo hídrico, a inacessibilidade do material radioativo presente nos reatores e a necessidade de conter o vazamento radioativo que contamina, cada vez mais, a terra, as plantações e o oceano.
Agentes estimam que pode levar até 40 anos para limpar e desativar os reatores.
Para ler o texto completo de Ralph Nader clique aqui

Revolução Iraniana: 35 anos de resistência e avanços



Imediatamente após a eclosão da Revolução Islâmica no Irã - um poderoso movimento de massas liderado pelo aiatolá Khomeini - o imperialismo congelou todas as reservas iranianas no sistema bancário internacional, estimadas em 100 bilhões de dólares. Isso foi em 11 de fevereiro de 1979, quando, ao preço de grande quantidade de vidas, esta rebelião popular se levantou corajosamente contra a ditadura monárquica do Xá Reza Pahlevi, que governava a nação persa mediante um brutal opressão praticada pela sanguinária polícia Savak, sem a menor sombra de eleições durante décadas, e com o total apoio das chamadas “democracias ocidentais”, especialmente os EUA e a Inglaterra.
Aliás, no momento em que foi derrubada, a monarquia do Xá estava justamente implementando, com o apoio de tecnologia inglesa, o seu programa nuclear. Era o cálculo cego do imperialismo sobre os movimentos da história, que, naquele ano de 1979, também daria ao mundo a Revolução Sandinista, na Nicarágua, em 19 de julho, inaugurando outra via histórica para a pátria de Sandino, que a faz hoje um país membro da Celac, tendo eliminado uma vez o analfabetismo, preparando-se para fazê-lo pela segunda vez, sempre com o apoio indispensável de Cuba.
Para ler o texto completo de Beto Almeida clique aqui

sábado, 26 de maio de 2012

Uma energia incompatível com a humanidade

Catorze meses após tragédia de Fukushima, exame de suas consequências movimenta, no Brasil, iniciativa cidadã para banir centrais nucleares.
Para ler o texto completo de Chico Whitaker clique aqui

segunda-feira, 12 de março de 2012

Fukushima: a crise que não termina

Um ano depois da tragédia, o entulho ainda se acumula, não há reconstrução, o perigo nuclear persiste. E novas revelações mostram que nos dias seguintes à catástrofe a situação esteve mesmo fora de controlo.
Para ler o artigo completo de Tomi Mori clique aqui

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

De Nagasaki a Fukushima: o legado nuclear do Japão

Os níveis de radiação nos reactores nucleares de Fukushima, no Japão, aumentaram nas últimas semanas, alcançando patamares de até 10.000 milisieverts (mSv) por hora no mesmo lugar. Este foi o nível máximo informado pela Companhia Eléctrica de Tóquio, a TECO, desprestigiada empresa proprietária da central nuclear, embora caiba dizer que esse número é o máximo que o Contador Geisel possa medir. Em outras palavras, os níveis de radiação literalmente ultrapassam todas as medições. A exposição a 10.000 milisieverts durante um curto período de tempo tem consequências fatais: provoca a morte em apenas semanas (a título de comparação, a radiação total de uma radiografia dental é de 0,005 mSV e a de uma tomografia computadorizada do cérebro é de 5). O jornal The New York Times informou que, após o desastre, funcionários do governo japonês ocultaram os prognósticos oficiais sobre para onde se dirigia a chuva radioactiva devido ao vento e ao clima para evitar o caro deslocamento de centenas de milhares de habitantes.


“O segredo, uma vez aceite, converte-se em vício”. Essas palavras bem que podiam descrever a manobra realizada pelo governo japonês diante da catástrofe nuclear.
Para continuar a ler o artigo de Amy Goodman clique aqui...

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