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quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Palestina: a maior questão moral do nosso tempo




Muito antes de a África do Sul apresentar um processo contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça, em 29 de Dezembro de 2023, devido à sua guerra genocida em Gaza, o seu icónico líder anti-apartheid, Nelson Mandela, que veio a encarnar a luta pela justiça em todo o mundo; declarou: “A Palestina foi a maior questão moral do nosso tempo”.  Três décadas se passaram desde que Mandela expressou esses sentimentos. Eles permanecem tão relevantes hoje quanto eram naquela época. Talvez mais ainda.  Para ler o texto de M. Reza Behnam clique aqui


































































segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

O que o futuro reserva para o conflito israelo-palestiniano?




A guerra em curso no Médio Oriente há mais de um mês manteve o mundo nervoso. Na verdade, nesta fase, Israel está a conduzir uma operação militar combinada massiva, combinando ataques terrestres, aéreos e marítimos para eliminar completamente os militantes, comandantes e liderança política do Hamas na Faixa de Gaza. Para ler o texto de Alexandr Svaranc clique aqui

 

Francesca Albanese: Israel-Palestina. "A política é inerte diante de uma de uma limpeza étnica"


Manuel Pinto - Gaza: Previsível "uma das situações mais horríveis em muitas décadas"


"Ninguém está seguro em Gaza": Relatórios do jornalista Akram al-Satarri de Khan Younis em meio ao ataque israelense


Kurt Hackbarth: A América Latina lidera o oposição à Israel


Eraldo Souza dos Santos: Quando a desobediência civil tranca a rua


Quinn Slobodian: As garras do império


Andrés Ferrari Haines: Por trás da guerra, uma potência endividada


Stephen Bryen: A história de Hersh sobre as negociações secretas de paz na Ucrânia é verdadeira?


Phil Butler: A escrita econômica está na parede e o professor Putin está segurando o giz


Konstantin Asmolov - Após a visita do Secretário de Estado dos EUA a Seul: uma nova ronda de pressão anti-Rússia


Boris Kushhov: Putin e Rahmon: a Rússia como parceiro chave e garante da segurança do Tajiquistão


MK Bhadrakumar: Como os sauditas superarão o "dê-nos reputação"


Fabian Falaconi: Entrada do Irã no BRICS é 'de suma importância, principalmente para a China', aponta especialista


Ramin Mazaheri: Por que foi necessária uma Revolução Cultural numa China já Vermelha? - Parte 3/8


Han Feizi: Da baixa à alta confiança na China


Jeff Pao: China atenderá à demanda do mercado de IA com chips locais


Taut Bataut - A armadilha econômica do Paquistão: imóveis e receitas improdutivas


Paulo Nogueira Batista Jr. - Mercosul-UE: Hora de virar a mesa?


Rafael Evangelista - IA: A luta é pelo futuro do Sul global


Roberto Marchesini: Inteligência Artificial, fronteiras tecnológicas e devires humanos. A complexidade da vida à luz da IA


Ladislau Dowbor: A "Economia da Atenção" e a captura da vida


Carole Roberts, Mark Maslin e Priti Parikh: Porque é que os líderes ainda voam para as cimeiras climáticas em jactos privados?


Raúl Zibechi: Os de cima vêm com tudo


Anfitrião da Cúpula do Clima, Emirados Árabes Unidos, criticado pela HRW por abuso de trabalhadores migrantes, poluição tóxica e vigilância em massa


Fiona Harvey: A crise climática, segundo Thomas Piketty


João Alberto Alves Amorim: A COP28 tem muitas incongruências e corre o risco de representar um fiasco


Elisabete Tavares - Marketing para totós: Cimeiras do Clima e Congressos dos Jornalistas


Stuart Braun: Destrinchando o jargão climático


segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Marchando por Israel?

 Philip Giraldi



Para aqueles que perderam ou optaram por ignorá-la, houve uma grande manifestação em Washington na terça-feira, apelidada de “Marcha por Israel”, com muitos cartazes e faixas escritos “Israel, estamos contigo”. Não tenho grandes problemas com o fato de os americanos “estarem ao lado de Israel”, desde que se desloquem a Israel para o fazer e, em alguns casos, pelo menos coloquem as suas próprias vidas em risco ao fazê-lo, mas não é assim que operam. O que me incomoda é a causa que eles apoiam, nomeadamente a limpeza ética de uma nação inteira ou mesmo, se for necessário, um genocídio de estilo militar dos habitantes de uma área que era inteiramente povoada por um grupo étnico chamado os palestinos antes dos imigrantes de Israel, em sua maioria europeus, entrarem em cena e usarem força maior fornecida por estrangeiros para roubar terras e propriedades. Ao fazê-lo, também mataram milhares de habitantes locais e forçaram mais três quartos de milhão a abandonarem as suas casas e a passarem a vida em campos de refugiados, um processo de limpeza étnica que continuou e foi alargado através da criação de colonatos ilegais desde a fundação do Estado judeu há 75 anos. Para ler o texto de Philip Giraldi clique aqui



Ramzy Baroud e Romana Rubeo: Estupro, ISIS, Mein Kampf e outras mentiras: como Israel perdeu toda a credibilidade



JoséLuís Fiori: As ruínas de Gaza e o horror da humanidade



Eduardo Jorge Vior: A situação em Israel e as suas possíveis repercussões



José Leon Crochik: Ainda a solução dos dois Estados



AlexandrSvaranc: Cimeiras islâmicas em Riade reconciliam as posições dos participantessobre Gaza



Veniamin Popov - Desigualdade: o fosso entre o Ocidente e o Sul Global está a aumentar



Maidan, 10 anos depois… O golpe apoiado pelo Ocidente desencadeou o nazismo, a guerra e a destruição que, em última análise, expõem o fascismo ocidental



Brian Berletic:Ocidente admite que a Ucrânia está perdendo a guerra por procuração



Boris Kushhov: Resultado da cimeira OTS – um fator para o Turquemenistão



Augusto Scapini - ‘O pai do tempo é invicto’: Joe Biden e o etarismo na figura do líder



Lucas Morais - Aliada dos EUA e antiga inimiga do Irã: o que representa a entrada da Arábia Saudita no BRICS?



Franco Berardi: Epicentro



JoãoAlberto Alves Amorim: É preciso chamar Genocídio de Genocídio



AntónioAbreu: Os planos do gás de Israel e o genocídio em Gaza



Luiz Marques: Sociedades da inimizade



Phil Butler: Humanidade sob ataque das elites – quando teremos o suficiente?



Flavio Lazzarin: A derrota do peronismo



Tarso Genro: Mileiestá no fundo do poço de uma esquerda envelhecida



José Luís Fiori & André Ferrari Haines: Javier Milei – espalhafato e mesmice


ThomasPiketty: Para enfrentar a crise climática, precisamos proibir jatos privados


terça-feira, 29 de agosto de 2023

Bem-vindo ao BRICS 11

 





'Nenhuma montanha pode parar o fluxo crescente de um rio poderoso'. Com a adição de seis novos membros que acrescentam influência geoestratégica e profundidade geográfica aos outrora hesitantes BRICS, a instituição multilateral está agora reunindo o impulso necessário para redefinir as relações internacionais. No final, a História foi feita. Superando até mesmo as maiores expectativas, as nações do BRICS deram um passo gigante em direção à multipolaridade ao expandir o grupo para o BRICS 11. A partir de 1º de janeiro de 2024, aos cinco membros originais do BRICS se juntarão Argentina, Egito, Etiópia, Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU). Para ler o texto de Pepe Escobar clique aqui





























terça-feira, 22 de agosto de 2023

Por uma reforma militar

 





Escrevi um livro sobre o que fazer com o militar. Apresento aqui um resumo de meus apontamentos. Para ler o texto de Manuel Domingos Neto clique aqui


Viviane Costa: A emergência dos bandidos e matadores de Deus



Lúcio de Castro: A estranha amizade de Bolsonaro com o ditador saudita



Fernando Castilho:  Não há pena suficiente para punir Jair pelos crimes durante a pandemia



Bolsonaro "tem que sangrar" antes de ser preso, diz Leonardo Avritzer ao GGN



Luís Nassif: Delgatti é um novo caso Assange



Nina Lemos - Caso das joias: o auge da baixeza e falta de classe



Maurício Angelo - Negacionismo de esquerda e PAC 3: "A opção é enfiar o pé no acelerador"



Ana Paula Corti e Márcia Aparecida Jacomini - Novo Ensino Médio: embates em torno da consulta pública



Jacques Távora Alfonsin - Dados do IBGE: Causas e efeitos da pobreza e da fome vitimando milhões de brasileiras(os)



Gabriel Brasil:  Como a politização do Banco Central mexe com o seu bolso


sábado, 19 de agosto de 2023

Militares precisam ser punidos com Jair Bolsonaro para enterrar o golpismo

 




Depoimento do hacker Walter Delgatti na CPMI enrolou generais até o pescoço na tentativa do golpe bolsonarista. Agora, é preciso cortar o mal pela raiz. Para ler o texto de João Filho clique aqui


Alexandre Aragão de Albuquerque: A farra verde-oliva







Carta para Neymar: teus milhões perpetuam a repressão




Caro Neymar,


Depois de dez anos na Europa, tua transferência para a Arábia Saudita revelou muito. Por vários milhões de dólares, você emprestará sua imagem, suas postagens nas redes sociais e até mesmo teu eventual desempenho em campo para ajudar um regime autoritário e que viola direitos humanos diariamente a se reposicionar no mundo.


Enterrados estão as promessas de que você não se metia em política, que a questão tua era jogar bola. Pois bem. Agora, cada vez que entrar em campo, ajudará a justificar a existência de um ditador. Isso, meu caro, é política.


Você, assim como os demais craques que optaram pela aventura saudita, faz parte de uma estratégia mais ampla de promover uma suposta modernização do país. Pelo menos aos olhos do mundo.


Mas deixe-me contar o que ocorreria com tua mãe ou com tua irmã, caso vocês fossem sauditas:


No que país que te pagará um valor obsceno de dinheiro, até 2018 as meninas não podiam fazer aulas de esporte nas escolas e nem frequentar estádios. Verdade, depois de muitos protestos, as mulheres sauditas conseguiram alguns direitos. Agora, elas podem dirigir um carro e viajar sem a permissão de um homem.


Mas estamos longe de uma situação de direitos iguais. Ativistas mulheres continuam impedidas de viajar ao exterior e muitas estão detidas. No ano passado, a saudita Salma Al-Shehab foi condenada a 34 anos de prisão por ter usado as redes sociais por defender mais direitos para as mulheres. Quando ela terminar de cumprir essa sentença, ela terá de permanecer em solo saudita por mais 34 anos. Ou seja, ela está presa para sempre em seu país.


Na lei aprovada em 2022, a relação entre homens e mulheres foi finalmente "codificada". Apesar de alguns avanços, uma mulher ainda é obrigada a pedir autorização de um homem - seu pai, irmão, tio ou avó - para se casar.


Uma vez casada, ela precisa "obedecer" a seu marido. Esse marido ainda pode, por lei, impedir que sua mulher viaje para estudar no exterior. E será dele a tutela dos filhos.


Também é necessária a autorização de um homem para que uma mulher tenha acesso a saúde reprodutiva e certos cuidados médicos.


Obviamente, qualquer debate sobre gênero e sobre o movimento LGBTQI+ estão proibidos. Em 2020, por exemplo, a Justiça saudita condenou a dez meses de prisão um blogueiro pelo mero fato de ele ter escrito que homossexuais "merecem ter direitos"


Mas as mulheres e homossexuais não são as únicas vítimas de teus atuais chefes. Qualquer um que opte por se expressar livremente corre o risco de ser condenado a muitos anos de prisão. Só no ano passado, mais de 15 pessoas foram sentenciadas por tais atos de liberdade de expressão, com penas que variam de 15 a 45 anos.


Num só dia, as autoridades sauditas executaram 81 homens por crimes como roubo, tráfico de armas e "terrorismo", uma palavra jamais definida. Outros ainda foram executados por "perturbar o tecido social e a coesão nacional" e "participar e incitar manifestações e protestos". As autoridades ainda executaram 20 pessoas por crimes relacionados a drogas.


Isso, claro, são as decisões judiciais conhecidas. Há poucos anos, vimos o destino dado a um jornalista - Jamal Kashooghi - que foi esquartejado num consulado saudita por questionar o regime.


A lista de violações é ampla e extensamente documentada. Não há como justificar que não se conhecia essa realidade.


Obviamente você não é o único a tomar esse caminho. Há uma legião de atletas e empresários dispostos a fazer parte do plano saudita de convencer o mundo de que nada disso existe. A estratégia é simples: usando o futebol, um regime dos mais autoritários vende ao mundo uma ideia de modernidade, de abertura, de tolerância, de saúde e de entretenimento.


Mas a história não poupará quem se vendeu a um ditador.


Até hoje, o COI vive o constrangimento de ter dado os Jogos Olímpicos de 1936 para Adolf Hitler. Mesmo na Fifa, a Copa de Mussolini causa arrepios quando se constata que Il Duce deu até mesmo um troféu seu para o vencedor do Mundial, claro, a própria Itália. Em 1978, João Havelange dizia que estava despolitizando o futebol ao levar a Copa para a Argentina do ditador Videla.


Fique tranquilo. Não estou comparando os fascistas aos sauditas. Apenas mostrando como o debate entre o uso do esporte por líderes autoritários não é novo.


Você é apenas a versão milionária e contemporânea de um antigo jogo: o de usar o papel picado das arquibancadas para criar uma cortina de fumaça e camuflar a repressão.


Saudações democráticas,


Jamil Chade


 

Fonte: UOL, 19/08/2023


sábado, 12 de agosto de 2023

O que aconteceria se pudéssemos lembrar de absolutamente tudo?

 






Lembrar de absolutamente tudo seria incrível, não é? Funes, o memorioso, pode não ter a mesma opinião. Aos 19 anos, ele bateu a cabeça com força ao andar a cavalo e, quando voltou a si, percebeu que havia adquirido o incrível talento (ou talvez a maldição) de lembrar tudo o que percebia ao seu redor. Para ler o texto de Pedro Raúl Montoro Martínez, Antonio Prieto Lara e Julia Mayas Arellano clique aqui

quinta-feira, 22 de junho de 2023

Putin e o que realmente importa no tabuleiro de xadrez

 





É fascinante ver como os correspondentes de guerra russos estão agora a desempenhar um papel semelhante ao dos antigos comissários políticos da URSS. Para ler o texto de Pepe Escobar clique aqui


Leia "Chomsky e a guerra na Ucrânia: "Não somos meros observadores passivos" clicando aqui


Leia "Dmitry Orlov - Sodoma ou Gomorra: a sua escolha!" clicando aqui


Leia "Grace Blakeley: O aumento das taxas de juros do Ocidente estão afogando o Sul Global em dívidas" clicando aqui


Leia "Daniel Costa: Khruschov denuncia Stálin" clicando aqui


Leia "Khalida Jarrar: Nova onda de repressão encontra um aumento da resistência palestina" clicando aqui


Leia "Rob Horning: Tecnologias de automação" clicando aqui


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Leia "Greg Grandin: Os Estados Unidos usaram a América Latina como laboratório" clicando aqui


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Leia "Luke Savage: Elon Musk é a prova viva de que a meritocracia não existe" clicando aqui


Leia "Daniel Bensaïd: Estratégia e partido" clicando aqui


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sábado, 3 de junho de 2023

VÍDEO - "Lula está no limiar de ser considerado um inimigo do Império"

 





Correspondente internacional Pepe Escobar avalia que o presidente Lula tem sido extremamente corajoso em seus pronunciamentos internacionais. Para assistir á sua entrevista clique no vídeo aqui


Leia "João Filho: Nossos guerreirinhos da democracia tem nojo de Maduro e amor aos sauditas" clicando aqui


Leia "Ana Estela Haddad: Pioneiro nas Américas, Brasil quer ser referência em saúde digital" clicando aqui

quarta-feira, 29 de março de 2023

Bush fez o que Putin está fazendo - então por que ele está fugindo?

 





A resposta: hipocrisia, mesmo na forma como a narrativa do Ocidente descreve a invasão do Iraque e a guerra na Ucrânia. Para ler o texto de Ahmed Twaij clique aqui


Leia "Alastair Crooke: "Como é possível que os serviços secretos ocidentais se tenham enganado, mais uma vez? Não se enganaram. Eles tinham outros objetivos" clicando aqui


Leia "Ben Norton: Acordo de paz promovido pela China entre Irã e Arábia Saudita é um grande golpe contra o petrodólar e a hegemonia dos EUA" clicando aqui


Leia "Yanis Varoufakis: Deixem os bancos queimar!" clicando aqui


Leia "Jason Resnikoff: A precarização do trabalho, não a automação, é o maior desafio dos trabalhadores" clicando aqui








O ChatGPT vai tirar o seu emprego - e milhões de outros?




A última onda de IA vai atrapalhar o local de trabalho. Os professores podem ser os mais afetados. Mas pode acabar criando mais empregos. Para ler o texto de Somesh Jha clique aqui


Leia "Manuel G. Pascual: O segredo sujo da inteligência artificial" clicando aqui


Leia "Nathan J Robinson: O problema com a IA é o mesmo com o capitalismo" clicando aqui


Leia "Natalia Viana:  Bostificação, o futuro irresistível do ChatGPT" clicando aqui


Leia "Murilo D. C. Corrêa - Chapação maquínica, alucinação estatística: pensar como o ChatGPT" clicando aqui

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