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sábado, 6 de março de 2021

'O perverso não aceita restrições ao seu gozo': Maria Rita Kehl analisa o negacionismo

 



A psicanalista Maria Rita Kehl se diz pessimista em relação às chances de convencê-los da gravidade da pandemia. Para ler sua entrevista clique aqui


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Leia "A política não sabe lidar com as soluções da ciência para a pandemia" de Estêvão Bertoni clicando aqui


Leia "O cientista Pedro Hallal não pode ser um homem só" de Moisés Mendes clicando aqui


Leia "As escolas cívico-militares" de Ana Penido e Suzeley Kalil clicando aqui


Leia "Como transformar a indignação em resultado político" de Fernanda Boldrin clicando aqui


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Leia "Chico Buarque, Boff, Lancellotti e outros denunciam Bolsonaro ao mundo: "monstruoso governo genocida"" clicando aqui


Leia "Comitiva busca em Israel spray que está sendo produzido ali, na USP" de Denise Assis clicando aqui


Leia "Na presidência mora um assassino!" de Miguel Rosseto clicando aqui


Leia "Brasil é 'racista' e parece executar 'indesejados' com conivência da Justiça, diz Comissão Interamericana da OEA" de Ricardo Senra clicando aqui


Leia "Quem nos representa? Um olhar da Rocinha sobre política, representatividade e corrupção" de Igor Soares e Michele Silva clicando aqui


Leia "Na ruína econômica da covid-19, pai de família dorme no trabalho e mãe aceita risco de o filho virar motoboy" de Felipe Pereira clicando aqui


Leia "Supermercados têm ano dourado durante a pandemia em meio à insegurança alimentar e incertezas para trabalhadoras" de Lola Ferreira e Flávia Bozza Martins clicando aqui


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Marilena Chaui: Como surgiu a "mulher freudiana"?

Resultado de imagem para Marilena Chaui: Como surgiu a "mulher freudiana"?

Confira o texto que a filósofa Marilena Chaui escreveu para a nova edição, revista e ampliada, do clássico "Deslocamentos do feminino", de Maria Rita Kehl clicando aqui

quarta-feira, 13 de julho de 2016

'A mídia certamente foi a favor desse golpe', afirma Maria Rita Kehl

Boitempo

Em entrevista, Maria Rita Kehl fala sobre sua pesquisa em relação à construção da Rede Globo e o papel que a mídia tem no cenário político atual.

Para ler a entrevista clique aqui

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

MARIA RITA KHEL: Olhar no olho do outro

150924-Multidão

O outro é, bem ou mal, um semelhante. Aí residem seu valor, seu poder perturbador e seu caráter problemático. O que temo, na proximidade com o semelhante, é o mesmo que temo em mim. 
Para ler o texto completo de Maria Rita Khel clique aqui

domingo, 14 de junho de 2015

Maria Rita Kehl - "Justiça ou vingança?"


Alguém realmente acredita que reduzir a maioridade penal há de amenizar a violência social de que somos todos, sem exceção, vítimas?
Sou obrigada a concordar com Friedrich Nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. Nem por isso as duas coisas se equivalem. O que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. Essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país.
Para ler o texto completo de Maria Rita Kehl clique aqui

domingo, 27 de outubro de 2013

“Cidade com desigualdade é um inferno”

MariaRitaKehl_RafaelStedile
O principal problema das grandes cidades é a desigualdade social, que faz do mesmo território um espaço distinto para as diferentes classes sociais. As contradições dentro de uma mesma cidade levam ao sentimento de desencanto, que está na raiz das mobilizações que tomaram o país em junho.
A avaliação é da psicanalista Maria Rita Kehl, que é especialista em psicologia social e em psicanálise. Em entrevista ao "Brasil de Fato", Maria Rita Kehl relaciona desigualdade, juventude e violência policial.
Maria Rita Kehl foi indicada pela presidenta Dilma Rousseff, em 2010, para integrar a Comissão Nacional da Verdade, criada para investigar os crimes cometidos pelo Estado brasileiro durante o regime militar.
Autora do livro “O Tempo e o Cão” (Boitempo), que debate a depressão na sociedade contemporânea, ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Educação, Psicologia e Psicanálise.
Para ler a entrevista de Maria Rita Kehl clique aqui

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Aceleração e depressão – Maria Rita Kehl

Numa época em que a vida social parece tão antidepressiva, como é possível que o aumento das depressões tenha adquirido características de uma epidemia? Penso que a aceleração que marca a vivência temporal do sujeito contemporâneo desvaloriza a vida psíquica, produzindo justamente o sentimento de vazio interior que caracteriza as depressões.
Veja a palestra de Maria Rita Kehl no programa Café Filosófico no vídeo aqui

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