Mostrando postagens com marcador holocausto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador holocausto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 6 de outubro de 2015

DOCUMENTÁRIO SOBRE CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO: Digitalização dissemina imagens que o mundo não viu


Para o jornalista Elio Gaspari, o mundo só começou a encarar o Holocausto a partir dos anos 1960, com o julgamento público de Adolf Eichmann em Israel. De fato, a captura do oficial nazista em Buenos Aires por um comando israelense, seu transporte clandestino para Tel Aviv e as audiências na Suprema Corte em Jerusalém renderam milhares de reportagens, centenas de livros e ensaios, questionamentos políticos, filmes e documentários.
Entretanto, essa revelação histórica – a do mais brutal massacre institucional de cidadãos promovido por um governo em solo europeu – poderia ter sido antecipada e exibida ao mundo 15 anos antes, ainda em 1945, caso as autoridades britânicas e americanas não tivessem arquivado em uma repartição pública militar os cinco cilindros de filme que registraram em tempo real o horror dos campos de concentração alemães.
Para ler o texto completo de Sheila Sacks clique aqui

terça-feira, 27 de maio de 2014

Jacques Gruman: O ateu pede uma segunda rodada de chope

Como eu, formou-se em química. Em Turim, na Itália, graduou-se com distinção e louvor. O detalhe é que, no diploma, há a menção: “De raça judia”. Vigoravam, naquele 1941 distante, as leis raciais da Itália fascista, e Primo Lévi só conseguiu um emprego clandestino, que mal dava para se sustentar. Envolve-se com a resistência e é preso no final de 1943. Enviado a Auschwitz, seu destino era a morte certa. Auschwitz foi o maior campo de extermínio da Europa, onde cerca de 1,5 milhão de pessoas, a maioria judeus, foram assassinadas com requintes de crueldade. A qualificação científica salvou-lhe a vida: os nazistas precisavam de gente para trabalhar no pequeno laboratório do campo. Lévi é um dos sobreviventes quando, em janeiro de 1945, o Exército Vermelho liberta os últimos e escassos prisioneiros. A experiência em Auschwitz torna Lévi um memorialista obsessivo. Era preciso narrar o indizível, a dissolução da fronteira entre bestas e homens, o horror. Durante décadas, até seu suicídio em 1987, escreveu uma obra decisiva sobre uma das páginas mais negras da humanidade. Refletindo sobre o que passara, disse: “Devo dizer que a experiência de Auschwitz, para mim, foi de tal ordem que varreu qualquer resto de educação religiosa que também tive (...) Há Auschwitz, logo não pode haver Deus. Não encontro solução para o dilema. Busco-a, mas não a encontro”.
Para ler o texto completo de  clique aqui

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Difamação: a indústria do antissemitismo

Sinopse: Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de “A indústria do holocausto”, Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de “A indústria do antissemitismo”. Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa “indústria”. A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos grupos oriundos das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta. Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis. O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.
Veja agora o documentário. Ele tem cerca de 1,30h de duração. Mas não vai perder seu tempo. Absolutamente perturbador e contundente

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP