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terça-feira, 24 de março de 2020

Para entender a geopolítica da guerra na Síria


Em meio à Batalha de Idlib, um roteiro sobre o conflito. O esforço dos EUA para fragmentar o pais. A Turquia e seus aliados jihadistas. A batalha dos curdos para existir como nação. A entrada da Rússia no conflito. A dificílima paz. 
Para ler o texto de Bulend Karadag clique aqui

terça-feira, 19 de novembro de 2019

"Há mesmo quem queira um Tiananmen 2.0" em Hong Kong

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A China está a ver desafiada a sua legitimidade e o princípio “um país, dois sistemas”. É muito difícil prever a sua resposta, diz o investigador Ferran Pérez-Mena, da Universidade de Sussex. 
Para ler sua entrevista clique aqui

Leia "Entre os EUA e a Turquia uma troca às custas dos curdos" Entrevista com Gilles Kepel clicando aqui

Leia "EUA: Os campos de detenção da Era Trump" de Marianna Braghini clicando aqui

Leia "América Latina: um pêndulo entre ditaduras e primaveras democráticas esmagadas" de Carolina Vásquez Araya clicando aqui

Leia "Centenas de milhares de pessoas marcham, em La Paz, para pedir saída de Janine Áñez" de Leonardo Wexell Severo clicando aqui

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Uma revolução mundial em andamento

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“Assim como os incêndios florestais, as revoltas populares contra os líderes corruptos autocráticos, as políticas de austeridade e a desigualdade também estão se espalhando e se intensificando. Os povos também estão inundando as ruas em todo o mundo, vinculando os movimentos contra a desigualdade à luta por um mundo justo e sustentável, alimentado por energias renováveis”.
Para ler o texto completo de  Amy Goodman e Denis Moynihan clique aqui

Leia "No Equador, mais de 180 organizações apresentam projeto econômico anti-neoliberal" clicando aqui

Leia "Rojava, revolução ameaçada no Oriente Médio" de Arthur Castro clicando aqui

Leia "Em xeque, o projeto que Guedes quer no Brasil" de Paul Walder clicando aqui

Leia "Chile volta às ruas e pede que Piñera se vá" de  clicando aqui

Leia "No Chile, educação é cara, elitista e gera angústia nos jovens" clicando aqui

Leia "Gravações vinculam Estados Unidos e mercenários com tentativa de golpe na Bolívia" de Leonardo Wexell Severo clicando aqui

Leia "O Islã não proíbe a democracia" Entrevista com Michael Cook clicando aqui

Leia ""Ciência não é o único conhecimento válido", diz Boaventura de Sousa Santos" clicando aqui

Leia "David Wallace-Wells. O planeta inabitável" clicando aqui

Leia "VÍDEO - ANGELA DAVIS: A liberdade é uma luta constante" clicando aqui

Leia ""O sistema chegou à perfeição, com o trabalhador forçado a se explorar". Entrevista com Ken Loach" clicando aqui


quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Estados Unidos. A necropolítica de Trump

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Claramente, o governo dos Estados Unidos não procura atender às necessidades mais básicas dos animais que habitam este mundo. Nem mesmo as dos humanos que nele habitam e que sofrem com as mudanças climáticas, a degradação da qualidade do ar e a deterioração da qualidade dos alimentos e energia. É o governo da necropolítica, tomando emprestado o conceito desenvolvido pelo filósofo camaronês Achille Mbembe”.
Para ler o texto de Daniel Amelang, especialista em Direito Penal, Penitenciário e Trabalhista, com formação em Direito e Ciência Política pela Universidade Autônoma de Madri, clique aqui

Leia "Israel e EUA estariam desenvolvendo armas genéticas para controlar população mundial" de Luis Beatón clicando aqui

Leia "Eleições na América Latina e os ares de uma nova esperança: o caso do Uruguai" de Mateus Fiorentini clicando aqui

Leia "América do Sul: dez dias que podem abalar a direita" de Jorge Galindo clicando aqui

Leia "Quem são os curdos da Síria e por que estão na mira da Turquia?" clicando aqui

Leia "Curdos defendem-se com aliança com regime sírio, russos avançam" clicando aqui

Leia "Os paraísos fiscais servem para todos os tipos de fraude" Entrevista com Maxim Renahy clicando aqui

Leia "Experiências contra a pobreza" de Pietro Saccò clicando aqui

Leia "A repolitização do uso de dados depois de 15 anos de tecnotopia" Entrevista com Rafael Zanatta clicando aqui

Leia "Como funciona o NaNoWriMo, o maior desafio literário do mundo" de Cesar Gaglioni clicando aqui

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A China ainda pode ser a alternativa ao capitalismo

 

Originário de Jiangxi, e hoje professor de estudos chineses na Austrália, na Universidade de Adelaide, Gao Mobo é uma das muitas figuras da chamada “Nova Esquerda”, termo ambíguo que designa uma linha de pensamento, internamente muito diversa, através de um foco multidisciplinar, que relê a recente história chinesa em seu contexto, indo além das categorias estabelecidas pelos ocidentais. Em consequência, alguns autores desta corrente têm se dedicado concretamente ao tema da Revolução Cultural e seu impulso transformador inicial. Além de sua projeção acadêmica, esta “Nova Esquerda” chinesa também tem suas referências políticos, e uma delas é, justamente, a obra de Gao Mobo. 
Para ler sua entrevista clique aqui

Leia "O socialismo de mercado chinês é resultado da fusão entre a economia monetária, o keynesianismo e a planificação soviética" Entrevista com Elias Jabbour clicando aqui

Leia "Reviravolta no Oriente Médio: os curdos podem resistirde Antonio Martins clicando aqui

Leia "Os curdos e Rojava: Uma revolução democrática sob o ataque da Turquiade Brian Feldman Clough clicando aqui

Leia "A eleição mais árdua de Evo Moralesde Pablo Stefanoni clicando aqui

Leia "Há uma revolução em curso na Bolívia, afirma ex-guerrilheiro e membro do governo Evode Daniel Giovanaz clicando aqui

Leia "Evo Morales denuncia que Embaixada dos EUA tenta comprar votos para a oposiçãode Leonardo Wexell Severo clicando aqui

Leia ""É ingenuidade julgar que fascismo só aparece se for parecido aos anos 1920", diz pesquisador Manuel Loffclicando aqui

Leia "Está chegando o cato-fascismode Jan Zielonka e Stefanie Bernini clicando aqui

Leia "A guerra do cacau: Gana e Costa do Marfim aliados dos trabalhadores do campode Nicola Scvola clicando aqui

Leia "Rumo a um anticapitalismo realista" Entrevista com Wolfgang Sreeck clicando aqui

Leia "A velha receita do Banco Mundialde Paulo Kliass clicando aqui

Leia "Pânico na Reserva Federal e retorno ao ''credit crunch'' num oceano de dívidas" de Eric Toussaint clicando aqui

Leia "O feminismo é um projeto de transformação radical da sociedade no seu conjuntode Paul B. Preciado clicando aqui

Leia "O mundo está tomando uma direção aterrorizantede David Wallace-Wells clicando aqui

Leia "Estamos enfrentando o colapso da civilização das energias fósseisde Jeremy Rifkin clicando aqui

Leia "Mudança climática. Por que devemos ser ativistas em prol do meio ambientede Luisa Neubauer clicando aqui

Leia "É possível confiar no conteúdo dos livros na era das fake news?" clicando aqui

Leia ""Facebook ameaça a democracia", adverte Chris Hughes, cofundador da rede socialclicando aqui

Leia "O plano secreto que motiva Jeff Bezos a acumular riqueza" clicando aqui

Leia "A escola tradicional não responde ao funcionamento do cérebrode Ana Torres Menárguez clicando aqui

Leia "Lênin e os impasses da democracia liberalde Fábio Palácio clicando aqui

Leia "'Dor e Glória': uma peça teatral rica e comovente de Pedro Almodóvarde John Anderson clicando aqui

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Pela legislação, Trump poderia ser condenado a dez anos de prisão no caso da Ucrânia

O presidente Donald Trump chega para uma coletiva de imprensa em Nova York, em 25 de setembro.

Diante da montanha de provas de que o presidente Donald Trump teria pressionado um país estrangeiro para prejudicar um rival político, a maioria dos membros do Partido Republicano optou por permanecer em silêncio ou negar frontalmente a ocorrência de qualquer coisa fora do normal. Outros, porém, tomaram uma posição mais sofisticada: admitem as infrações, mas alegam que elas não servem de base para um impeachment. 
Para ler o texto completo de Ryan Grim clique aqui

Leia "Annamaria Andriotis - Estados Unidos: Com mais de 60 anos, e esmagados pela dívida de empréstimos estudantis" clicando aqui

Leia "A "facada nas costas" de Trump ao movimento nacional curdo" de Gilbert Achcar clicando aqui

Leia "Como a China pretende chegar ao topo da ciência mundial" de Roger Mazorchi clicando aqui

Leia "Marxismo e lutas LGBT, para além da "cortina de fumaça"" de Artur Renzo e Ivana Jinkings clicando aqui

Leia "Protestos massivos ressaltam a instabilidade política e insatisfação popular no Iraque" de Rodrigo Amaral clicando aqui

Leia "Equador: bastidores e sentidos da notável vitória" de Antonio Martins clicando aqui

Leia "A crise equatoriana em 12 pontos" de Tiago Soares Nogara clicando aqui

Leia "Por Trás do Terror Negro de Hong Kong" de Pepe Escobar clicando aqui

Leia "Por trás do iPhone, o Estado e os militares" de Marianna Braghini clicando aqui

Leia "'Não somos racionais, e isso determina nossas escolhas alimentares'" de  Guilherme Zocchio clicando aqui

Leia "De saúde ao mundo dos negócios, a maconha é uma fábrica de notícias" clicando aqui

Leia "Carta de Coimbra: A morte da geringonça" de Miguel Cardina clicando aqui

Leia "Os novos navegadores da memória cultural portuguesa" de Sharon Lubkemann Allen  clicando aqui

sábado, 12 de maio de 2018

Curdas criam vila só para mulheres


A cidade de Jinwar, no Norte da Síria, está quase pronta; são 20 casas e uma escola para abrigar mulheres que se rebelam contra o jugo dos homens em meio à violência da guerra. 
Para ler o texto completo de YB Rocha clique aqui


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Síria, notável mudança


Inusitada aliança: atacada pelo exército turco, parte das milícias rebeldes curdas (as YPG) — alia-se ao exército de Damasco e se afasta dos Estados Unidos.
Para ler o texto completo de André Ortega clique aqui

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Os curdos e xadrez geopolítico do Oriente Médio


Em meio a um intrincado jogo de potências globais (EUA e Rússia) e regionais (Turquia e Síria), eles buscam autonomia, enquanto combatem vigorosamente o Estado Islâmico, agora praticamente derrotado.
Para ler o texto completo de Ercan Ayboga clique aqui

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Qual o papel dos curdos nos conflitos do Oriente Médio

Forças curdas carregam bandeiras em Tel Abyad

Ignorada pelos tratados que desenharam as fronteiras depois da Primeira Guerra, essa população se converteu em força central nas guerras travadas hoje no Oriente Médio. 

Para ler o texto completo de Rafael Iandoli clique aqui 

sábado, 15 de agosto de 2015

Símbolo de luta contra Estado Islâmico, mulheres curdas enfrentam machismo e violência de gênero no Iraque


Apesar de avanços em representação política e militar, com as combatentes sendo a principal face da luta contra o EI, mulheres curdas iraquianas enfrentam flagelos como casamentos forçados, crimes de honra e mutilação genital.
Para ler o texto completo de Nada Maucourant clique aqui

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

David Graeber narra revolução curda que derrotou Estado Islâmico em Kobani


Os milicianos armados do EI (Estado Islâmico) terão que reformular uma de suas canções: “O Estado Islâmico permanece, o Estado Islâmico cresce”. Reconhecidos hoje como a maior ameaça fundamentalista do Oriente Médio, o EI acaba de sofrer um inesperado revés, depois de triunfar em consecutivas batalhas contra forças iraquianas e síria. Nesta segunda-feira (26/01), depois de 134 dias de resistência, a guerrilha curda, reunida nas Unidades de Proteção do Povo (Yekîneyên Parastina Gel – YPG), surpreendeu o mundo, expulsando as tropas do EI da cidade de Kobani, em território curdo situado no norte da Síria, junto à fronteira com a Turquia. Trata-se da derrota mais importante imposta sobre o EI na Síria desde sua aparição.
Desde o inicio da ofensiva contra Kobani, em 16 de setembro de 2014, mais de 600 combatentes curdos e 1.000 jihadistas morreram. A vitória foi comemorada nas redes sociais após anúncio feito pelo porta-voz oficial do YPG, Polat Can, via Twitter. Assim como o EI, os combatentes curdos articulam-se na rede mundial de computadores. Nas paginas do Facebook Kurdish Resistance & Liberation e Solidariedade à Resistência Popular Curda pode-se acompanhar as fotos e vídeos dos últimos confrontos e a festa de comemoração após a vitória. Nem o mais otimista analista político, nem a poderosa coalizão encabeçada pelos EUA para derrotar o EI, esperavam tamanha proeza. Como é possível que uma guerrilha formada por homens e mulheres, desamparados militarmente pela falta de um Estado oficial, consiga derrotar a tropa mais sanguinária dos últimos tempos?
Para ler o texto completo de Pinar Öğünç’s clique aqui

terça-feira, 18 de novembro de 2014

DOSSIER: Os Curdos, um povo sem Estado


Para ler o texto “Perguntas e respostas sobre os curdos” de Luis Leiria clique aqui
Para ler o texto “A batalha por Kobane: Uma guerra civil sem fim” de Patrick Cockburn clique aqui
Para ler o texto “Estará o PYD a colaborar com o imperialismo?” de Rıdvan Turan clique aqui
Para ler o texto A democracia é “radical” no norte de Síria” de Karlos Zurutuza clique aqui
Para ter acesso à “Infografia: Guerra na fronteira turco-síria” clique aqui

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