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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

“OK, Google: deflagre a III Guerra Mundial”


EUA preparam a hiperguerra: armas autônomas e decisões de ataque (inclusive nuclear) tomadas por máquinas, em vez de humanos. Quais as consequências. Como China e Rússia responderão. 
Para ler o texto completo de Micchael T. Klare clique aqui

sábado, 7 de julho de 2018

Robôs assassinos, a nova ameaça


Avança nova corrida bélica. Potências militares estão prestes a colocar em operação armas que escolhem seus alvos humanos, matam em massa sem correr riscos e não podem ser responsabilizadas. Surge campanha internacional para bani-las.
Para ler o texto completo de Anne-Sophie Simpere clique aqui

sábado, 11 de março de 2017

Wikileaks revela: a vigilância tornou-se banal.

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Nossos celulares e TVs podem ser espionados regularmente. Programas de ciberguerra criados pela CIA são capturáveis por grupos de ódio. Assange denuncia; em poucos dias, a mídia esquece.
Para ler o texto completo de Jefferson Morley clique aqui

domingo, 5 de março de 2017

Quais são as sofisticadas armas cibernéticas da guerra do século 21?


Eles não sabiam o que estava acontecendo. O equipamento quebrava constantemente, mas a causa era um mistério. Peças eram substituídas, mas o problema ocorria novamente.
Passou-se um ano antes que descobrissem que o problema era um vírus chamado Stuxnet, que havia infectado os sistemas eletrônicos da planta de enriquecimento de urânio em Natanz, no Irã. 
Para ler o texto completo clique aqui

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Homens-bombas, versão ocidental

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Dois relatórios muito tardios – um da Anistia Internacional, outro da Human Rights Watch – focaram, esta semana, uma das marcas da degradação política de nossos tempos: os drones, aviões sem pilotos usados pelo governo dos EUA para assassinar supostos terroristas. Os documentos revelaram algo alarmante.
Até mesmo a alegação capenga, segundo a qual os mortos são criminosos (como se isso tornasse aceitável executá-los…), é falsa. Já se sabia que parte das vítimas é assassinada por adotar “atitude suspeita”; e que os EUA efetuam, às vezes, um segundo disparo – voltado contra a população local, quando ousa socorrer eventuais sobreviventes ou participa do funeral dos mortos. Mas isso não é tudo.
O relatório da Anistia narra, com riqueza de detalhes, episódios grotescos e até o momento inexplicáveis, sabendo-se da altíssima precisão das câmeras e do equipamento de disparo dos drones. Em 2012, na zona fronteiriça entre Paquistão e Afeganistão, dois mísseis disparados em sequência mataram Mamana Bibi, esposa de um diretor de escola aposentado, e feriram seis de seus netos. Na localidade de Zowi Sidgi, situada na mesma região, dezoito homens e adolescentes (alguns com 14 anos) sucumbiram a um único disparo, enquanto conversavam numa sombra. Ao todo, em menos de dez anos, os drones já mataram entre 2 mil e 4,7 mil pessoas, segundo uma terceira organização ocidental: o Bureau de Jornalismo Investigativo. É um número cerca de quinze vezes maior que o total de mortes provocadas pela ditadura brasileira, em duas décadas…
Para ler o texto completo de Grégoire Chamayou clique aqui

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Para compreender as novas ciberguerras

Novo tipo de confronto bélico já começou. Como Estados e exércitos capacitam-se para bloquear capacidade militar de adversários, atingir instalações industriais e própria população civil.
Para ler o artigo completo de Cauê Seignemartin Ameni clique aqui

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