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quarta-feira, 10 de janeiro de 2024

Militares: tudo o que ainda falta mudar




Um estudioso da caserna revisita, em detalhes, a estratégia que quase levou ao golpe há um ano. E aponta o que é preciso para dissuadir as Forças Armadas de aventuras antidemocráticas. Para ler o texto completo clique aqui


Glauco Faria: Como crise no Equador assanha o bolsonarismo


Francisco Fernandes Ladeira: PCO e a extrema direita


Igor Felippe dos Santos: O mito da democracia inabalada


Gabriel Grabowski: Juventudes dispensadas


No Brasil, uma em cada duas pesquisadoras enfrentou assédio sexual


Roberto Andrés: A luta pela tarifa zero é central para fortalecer a democracia


'Política de cuidado é tirar a carga de trabalho das mulheres', diz economista Luiza Nassif Pires


Fabiana Moraes: Essa gente que trabalha enquanto o coach dorme


Jeniffer Mendonça - SP: Câmeras em fardas e os fatos distorcidos


sexta-feira, 17 de março de 2023

Transexualidade: anatomia de um pânico moral

 





Quando corpos que escapam à normatividade passam a ocupar espaços não caricatos da sociedade, emerge a reação, que vê na transidentidade uma “ameaça”. Mas há hoje mais trans que outrora? Já houve um idílico “normal” a defender? Para ler o texto de Pedro Ambra e Sofia Favero clique aqui


Leia "Rafael Mafei: Um presente exorbitante no valor e suspeito na forma" clicando aqui


Leia "Florestan Fernandes Jr: "Eu sou o estado": o delírio do Rei Sol tabajara" clicando aqui


Leia "Luigi Mazza e Renata Buono: Tudo joia no clã Bolsonaro" clicando aqui


Leia "Thallys Braga: A lição de Marielle" clicando aqui


Leia ""O infiltrado" nas redes bolsonaristas" clicando aqui


Leia "Jeferson Miola: Banco Central e Petrobras estão refém do sistema financeiro" clicando aqui


Leia "Mariana Ceci: Eu pensei que ia morrer pegando fogo" clicando aqui


Leia "Aldem Bourscheit: Paraíso baiano ameaçado por dois bilionários" clicando aqui


Leia "Nelson Rodrigues dos Santos: Breve história do SUS, na narrativa de um mestre" clicando aqui


Leia "Ana Paula Orlandi: Como artistas contribuíram para o fim da escravidão no Brasil" clicando aqui

sábado, 15 de janeiro de 2022

A maldade do mito em 7 maldições

 




Morte, Mentira, Militares, Mamata, Milícia, Miséria, Moro. Para ler o texto de Weiller Diniz clique aqui


Leia "Bolsonaro se isolou como o maior líder antivacina do mundo" de João Filho clicando aqui


Leia "O aprofundamento da indignidade" de Fabrício Maciel clicando aqui


Leia "Bioeconomia" de Ricardo Abramovay clicando aqui


Leia "Marighella e seu outro - Carlos" de Dênis de Moraes clicando aqui


Leia "Revista Perspectivas em Psicologia, v. 25 n. 1 (2021)" clicando aqui


sábado, 17 de outubro de 2020

LIVRO - Educar para la emancipación. Hacia una praxis crítica del sur. María Cristina Martínez Pineda, Emilio Guachetá Gutiérrez

 


El libro Educar para la emancipación. Hacia una praxis crítica desde el sur surge en un complejísimo escenario mundial y latinoamericano, signado por la crisis de la pandemia asociada a la enfermedad de la covid-19, la que se ha superpuesto o empalmado con otras múltiples crisis: la del neoliberalismo, la economía de mercado y una crisis estructural del capitalismo; crisis ecológica, ambiental, hídrica, que ha evidenciado los límites materiales de la “lógica incorregible del capital”; crisis político-sociales que han generado históricas jornadas de movilización y protesta por parte de los sectores populares y la clase trabajadora; crisis de un patrón de dominación colonial, responsable del despojo y el saqueo de los pueblos, las comunidades y los territorios de nuestra América; crisis del patriarcado como forma de dominación sexo-genérica y sus brutales expresiones de violencia machista, uxoricidios y feminicidios, entre varias otras. Ahora bien, siguiendo algunas enseñanzas de la historia, parece importante evidenciar que los tiempos y espacios de la crisis son “tierra fértil” para las semillas de la crítica, y en este sentido, el libro que prologamos germina y florece cargado de criticidad para robustecer a las fuerzas sociales emancipatorias comprometidas con la construcción de sociedades democráticas, justas, rebeldes, dignas. Para ter acesso ao conteúdo integral do livro (280 págs.) clique aqui

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