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terça-feira, 28 de março de 2023

Vijay Prashad: "A saída da guerra na Ucrânia está na China"

 





Vijay Prashad (Calcutá, 1967) é historiador marxista, diretor do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social, instituição internacional promovida por movimentos e organizações populares. Possuem institutos na Argentina, Brasil, Índia e África do Sul, bem como um escritório inter-regional com membros em várias partes do mundo. Para ler sua entrevista clique aqui


Leia "Igor Kirillov: Sobre as consequências do fornecimento de munição com urânio empobrecido ao regime de Kiev pelas nações ocidentais" clicando aqui


Leia "Martin Jay: Os eurodeputados desonestos votam para proteger os eurodeputados desonestos e a sua corrupção. Para que serve o Parlamento Europeu?" clicando aqui


Leia "Carlos Matos Gomes: A Cimeira do Sol Y Sombrero - Lições de estratégia no Caribe" clicando aqui


Leia "Gilberto Lopes:  A situação na Nicarágua" clicando aqui


Leia "Ian Angus: Apocalipse dos insetos no Antropoceno" clicando aqui


Leia "Nikolaj Schultz: Necessitamos de uma luta coletiva contra a expansão das práticas de produção" clicando aqui


Leia "Bárbara Soares: ChatGPT, tecnologia e programadores. E o bicho-papão da automação" clicando aqui


Leia "Osvaldo Coggiola: Sistema colonial" clicando aqui


Leia "Vinicius Siqueira: Episteme - Michel Foucault" clicando aqui


Leia "Marcus Vinícius Furtado da Silva Oliveira - Antonio Gramsci: uma bibliografia comentada" clicando aqui

sábado, 25 de março de 2023

À beirinha do precipício

 





O governo inglês é, também, o governo mais representativo do que representam, hoje, as designadas “democracias” ocidentais e a indiferença que uma figurinha, ou outra, representam na definição das políticas internas e externas dos apêndices geográficos dos EUA. Daí que, tenha vindo precisamente daí, o informante escolhido para comunicar ao mundo mais um passo nesta histérica escalada belicista – tão irresponsável quanto desesperada -, a qual, continuando, nos arrastará para uma guerra nuclear. Para ler o texto de Hugo Dionísio clique aqui


Leia "Carlos Matos Gomes: Novos Movimentos de Protesto - O jacaré que comeu o tratador" clicando aqui


Leia "Raúl Zibechi - Nicarágua: a tumba das esquerdas estatistas" clicando aqui


Leia "Alex Castro: Prisão Verdade" clicando aqui


terça-feira, 19 de julho de 2022

O fim do mundo unipolar e a alternativa multipolar

 



Disse o Papa Francisco que a III Guerra Mundial já tinha começado "aos bocadinhos". É uma correta abordagem da situação atual. A questão que se coloca é: quando começou? Para o "apagão" histórico em vigor, começou em 24 de fevereiro de 2022. Porém, se a memória não for perdida podemos localizar este início em 16 de janeiro de 2014 ou talvez mesmo em junho de 1991, com o início do desmembramento da Jugoslávia. O que se passou depois culminou na reunião da NATO no final de junho em que a Rússia foi classificada como a maior e mais direta ameaça à segurança dos países da NATO e as “as ambições e políticas coercivas da China desafiam os nossos interesses, segurança e valores”. Para ler o texto de Daniel Vaz de Carvalho clique aqui



Leia "Plínio de Arruda Sampaio Jr.: Guerra, inflação e estagnação" clicando aqui



Leia "Luis Nassif: Para entender a crise da China" clicando aqui



Leia "Sean T. Byrnes: O neoliberalismo só estrepou o Sul Global" clicando aqui



Leia "Evan Smith: Como a esquerda impediu os fascistas de se organizarem na Austrália" clicando aqui



Leia "Hussam Hammoud e Céline Martelet - Síria. Idlib, pobreza e sonhos desfeitos: como é difícil ser criança" clicando aqui



Leia "Cesar Sanson: O que sobrou da Revolução Sandinista?" clicando aqui



Leia "Myriam Bregman: Temos que voltar a explicar o socialismo" clicando aqui



Leia "Benjamin Moffitt: Populismo é a palavra deste século na história política" clicando aqui



Leia "Davide Consoli: A mudança climática como gatilho de conflitos armados na África" clicando aqui



Leia "Maria Carolina Varela - Incêndios na floresta portuguesa: quanto pior, melhor?" clicando aqui



Leia "Ryan Zickgraf: Cyberpunk precisa de uma reinicialização" clicando aqui



Leia "Laura Basu: Seria o TDAH uma condição anticapitalista?" clicando aqui



Leia "Luiz Fernando Leal Padulla - Neoeugenia: como impedir o racismo genético" clicando aqui


terça-feira, 9 de novembro de 2021

China sacode a velha ordem nuclear mundial





Pequim acelera seu programa atômico para se aproximar dos EUA e Rússia, que investem enormes quantias na modernização dos seus arsenais. Para ler o texto de Andrea Rizzi clique aqui 



Leia "Marxismo e relações internacionais" de Caio Bugiato clicando aqui



Leia "A organização da Internacional neofascista" de Lejeune Mirhan clicando aqui



Leia "Biden e Nicarágua: ''Se o império demoniza um dos candidatos, esse é o bom''" de Atilio A. Boron clicando aqui



Leia "Nicarágua é o novo alvo na lista de mudança de regime dos EUA. E ela já esteve lá" de Dakotah Lilly clicando aqui



Leia "Eugênio Bucci: Três culpas" clicando aqui



Leia "Pochmann: capitalismo cognitivo e crise do trabalho"  clicando aqui



Leia "Monbiot: "não acredite em poupar canudinhos"" clicando aqui



Leia "'400 mil à beira da fome': guerra na Etiópia atinge ponto crítico após um ano" de Catherine Byaruhanga & Yemane Nagish clicando aqui



Leia "América Latina: futuro e saúde mental comprometidos" clicando aqui



Leia "Mudança climática - um debate complicado" de Gilberto Lopes clicando aqui



Leia "90 anos vividos corajosamente: a herança intelectual de Charles Taylor" de Paolo Costa clicando aqui


Leia "Big Techs, a grande oportunidade perdida da autorregulação. Artigo de Luciano Floridi" clicando aqui

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

China: o porquê das novas reformas

 



País tornou-se gigante econômico e venceu a pobreza. Mas Saúde, Educação e Habitação, entregues ao mercado, produzem desigualdade e ineficiência. E há um Everest a enfrentar: as lógicas capitalistas que persistem em parte da economia. Para ler o texto de Michael Roberts clique aqui




A metamorfose da Frente Sandinista de Libertação Nacional da Nicarágua 


Em 19 de julho de 1979, rios de jovens chegavam a Manágua, na Nicarágua, vestidos com uniformes militares, maltrapilhos, levantando seus fuzis em sinal de vitória, e contentes de ter participado em um evento daquela importância. Para ler o texto de Maria Mercedes Salgado clique aqui


quinta-feira, 19 de julho de 2018

Boaventura: o que aprender com a Nicarágua


Os democratas, em geral, e as forças políticas de esquerda, em especial, têm razões para estar perplexos. Mas têm sobretudo o dever de reexaminar as opções recentes de governos considerados de esquerda em muitos países do continente e questionar o seu silêncio perante tanto atropelo de ideais políticos durante tanto tempo. Por esta razão, este texto não deixa de ser, em parte, uma auto-crítica. Que lições se podem colher do que se passa na Nicarágua? 
Para ler o texto completo de Boaventura de Sousa Santos clique aqui

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Carta aberta à Anistia Internacional de um ex-prisioneiro de consciência


O maliciosamente intitulado informe da Anistia Internacional 'Atirar para Matar: Estratégia da Nicarágua para reprimir o protesto' poderia ser desqualificado ponto por ponto. 
Para ler o texto completo de Camilo Mejía clique aqui

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