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sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

Operações negras do Mossad israelense

 


No seu livro "O outro lado do engano", de 1994, o ex-agente Victor Ostrovsky revelou fraudes e operações negras da inteligência israelense. Para ler o conteúdo clique nos títulos do índice abaixo: 



Viktor Mikhin - Europa: novos desenvolvimentos na política palestina


Wendal Carmo: 'Globalismo'? As teses da extrema-direita que espalham desinformação sobre Israel x Gaza


Valdir da Silva Bezerra: Ucrânia, Hitler e o plano Barbarossa 2.0 do Ocidente


Madi Khalis Maalouf: ISIL "em vez da Al-Qaeda" como franquia global do terrorismo internacional


Dmitry Orlov: A inacreditável estupidez do mal


Jorge Schwerz: O papel da Guerra Eletrônica de Comunicação no conflito Rússia-Ucrânia


Phil Butler: Contos de grãos da Rússia e da Ucrânia, do próprio Big Brother


Ramin Mazaheri - Você mantém os olhos abertos apenas para os seus olhos: que luto é contra o que está acontecendo na Revolução Cultural da China? - Parte 5/8


Abbas Hachemita: Implicações da Cimeira Xi-Biden


John Helmer: A Rússia e os Estados Africanos derrotaram o plano dos EUA-UE-Israel para excluir os diamantes russos do mercado


Lucas Morais: Fome na África: para analista, potências ocidentais têm interesse na 'instabilidade' do continente


Henrique Rodrigues: 10 anos da morte de Nelson Mandela, ícone da luta contra o racismo


Edgar Morin: A busca por um novo humanismo planetário


Luiz Marques: A ética do neoliberalismo


McKenzie Wark: O fim do capital e as alternativas hackers


Marcos Barbosa de Oliveira: PIB, história de um índice-zumbi


terça-feira, 28 de agosto de 2018

As origens e o legado da luta contra o apartheid na África do Sul

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Os 70 anos de criação do regime de segregação racial e a luta dos sul-africanos para reunificar o país. 
Para assistir à fala de João Paulo Charleaux clique no vídeo aqui

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Mandela 100 anos: mundo relembra um dos maiores líderes do século 20


Em entrevista, jornalista português António Mateus relembra convívio com Nelson Mandela, a partir do qual escreveu os livros 'Mandela, a construção de um homem' e 'Mandela - O Rebelde Exemplar'. 
Para ler a entrevista de António Mateus clique aqui

Leia "15 fatos que fazem de Mandela, nascido há 100 anos, 'o cara' " de Alexandre dos Santos clicando aqui

Leia "Memórias do cárcere no centenário de Nelson Mandela" de Pedro Alexandre Sanches clicando aqui

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Richard Stengel - Os caminhos de Mandela : lições de vida, amor e coragem

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DESEJAMOS TER HERÓIS, mas existem muito poucos. Nelson Mandela talvez seja o último herói puro do planeta. É o símbolo sorridente do sacrifício e da integridade, reverenciado por milhões como um santo vivo. Mas essa imagem é unidimensional. Ele seria o primeiro a lhe dizer que está longe de ser um santo – e isso não é falsa modéstia. Nelson Mandela é um homem de muitas contradições. Tem a casca grossa, mas se fere facilmente. É sensível ao modo como os outros se sentem, mas com frequência ignora aqueles que estão mais próximos. É generoso com relação a dinheiro, mas conta os centavos quando dá uma gorjeta. Não pisa um grilo ou uma aranha, mas foi o primeiro comandante do braço armado do Congresso Nacional Africano (CNA). É um homem do povo, mas se deleita na companhia de celebridades. É ávido por agradar, mas não teme dizer não. Não gosta de colher louros, mas vai deixá-lo saber quando deve recebê-los. Cumprimenta todos na cozinha, mas não sabe o nome de todos os seus seguranças. 
Para ler o livro completo clique aqui

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Nelson Mandela: os caminhos inesperados



Nelson Mandela morreu. Tornou-se um ícone, um símbolo unanimemente celebrado pelo mundo fora. No entanto… Quem se recorda das décadas em que a França, de Charles de Gaulle a Valéry Giscard d’Estaing, cooperava com o regime do Apartheid? Quem se recorda de a Amnistia Internacional não o ter adaptado como prisioneiro de consciência por ele não ter rejeitado a violência? Ou que ele foi um «terrorista», denunciado como tal por Ronald Reagan e Margaret Thatcher, porque ele sabia que a violência faz parte das armas dos oprimidos para derrubar o opressor?
Para ler o texto completo de Achille Mbembe clique aqui

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Mandela Day


Todos os anos, a 18 de Julho, as Nações Unidas juntam-se à Fundação Nelson Mandela e pedem a cada um de nós 67 minutos da nossa existência para ajudar os outros. São poucos os minutos, entre os quase 525 mil que o ano tem. É uma forma de assinalar o Mandela Day, o dia internacional do líder sul-africano.
Esta celebração foi instituída pela ONU em 2009 para assinalar, na data de aniversário do ex-presidente sul-africano, a importância do seu legado. Hoje será ainda mais simbólico porque se trata do primeiro desde a morte de Madiba, que completaria hoje 95 anos.
“O primeiro Mandela Day sem Madiba”, escreve a fundação no seu site, “é da responsabilidade de cada um de nós viver o seu legado e fazer com que o ethos do icónico estadista tenha um efeito de mudança positiva a nível global”, para que todos possamos “fazer de cada dia um Mandela Day”.
Para ler o texto completo de António Rodrigues e Marta Lança clique aqui

sábado, 10 de maio de 2014

Livro "Os caminhos de Mandela" - Richard Stengel

Prefácio
Na África existe um conceito conhecido como ubuntu – o sentimento profundo de que
somos humanos somente por intermédio da humanidade dos outros; se vamos realizar
qualquer coisa neste mundo, ela será devida em igual medida ao trabalho e às realizações
dos outros. Richard Stengel é uma dessas pessoas que facilmente compreendem essa ideia.
Ele é um excelente escritor, com um profundo conhecimento da nossa história. Somos
muito gratos a ele por sua colaboração na criação de Long walk to freedom [Longo caminho
para a liberdade]. Temos lembranças ternas das muitas horas de conversas e trabalho árduo
que realizamos nesse projeto. Ele mostrou ter uma notável percepção sobre os muitos e
complexos desafios da liderança que ainda fazem frente ao mundo de hoje e a todos os seus
indivíduos. Todos podem aprender com isso.

Nelson Mandela, novembro de 2008

Para baixar o livro de  Richard Stengel clique aqui

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Após Mandela, a encruzilhada

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O ícone está morto. Longa vida a quê? O mundo assistiu, em dezembro de 2013, à incrível celebração no funeral de Nelson Mandela. Os elogios eram inacabáveis. Mais chefes de estado e de governo, passados e presentes, prestaram homenagem do que em qualquer outro funeral na história. Houve, é claro, algumas vozes contrárias entre os comentários, mas realmente muito poucas. Existia, certamente, uma boa parte de hipocrisia na celebração, mas também houve expressões de dor genuínas, e uma admiração verdadeira por alguém extraordinário. Foi o último viva quem a África do Sul chamava de Tata Madiba.
Mas e agora? A realidade para a África do Sul é que, qualquer que tenha sido o papel de Mandela na luta contra o apartheid e depois, na (re)construção do país e na passagem do poder político para outros, ele não pode mais desempenhá-lo. O país está agora em suas próprias mãos, para melhor ou pior — sem a graça especial concedida por um ícone vivo. Quais são seus conflitos internos presentes e sua atual posição geopolítica? E o que podemos esperar que ela seja, nas próximas décadas?
Para ler o texto completo de Immanuel Wallerstein clique aqui

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

NELSON MANDELA (1918-2013): A morte de um libertador

Nelson Mandela, que comandou a emancipação da África do Sul do seu regime da minoria branca e foi o primeiro presidente negro do seu país, tornando-se um símbolo internacional de dignidade e tolerância, morreu na noite de quinta-feira, aos 95 anos, segundo anúncio feito pelo presidente sul-africano, Jacob Zuma.
Há muito tempo, Mandela havia dito que desejava sair de cena discretamente, mas seu período de hospitalização no último inverno em Pretória foi um clamor de disputas familiares, meios de comunicação ávidos por notícias, políticos em busca de atenção e uma efusão nacional de afeto e pesar. Ao final, Mandela faleceu em sua casa, às 20h50 (hora local; 16h50 em Brasília), e será enterrado, de acordo com seu desejo, na aldeia do Qunu, onde cresceu. No começo de julho, um mandado judicial determinou que os restos exumados de três filhos dele voltassem a ser sepultados ali, encerrando assim uma briga familiar que tinha causado sensação na imprensa.
Para ler o texto completo de Bill Keller clique aqui
Leia o texto "Mandela, Hannah Arendt e o perdão" de Celso Lafer clicando aqui
Leia o texto "Um grande líder, mas escorregou em algumas áreas" de Greg Marinovich clicando aqui
Leia o texto "A morte de um estadista" de Renato Janine Ribeiro clicando aqui
Leia o texto "O ser humano e o estadista" de Dorrit Harazim clicando aqui
Leia o texto "O círculo da vida se fecha pacificamente" de Gilles Lapouge clicando aqui
Leia o texto "Um grande homem, mas não um santo" de Adam Roberts clicando aqui
Leia o texto "O Evangelho segundo Mandela" de Alain Gresh clicando aqui
 
 
 
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

DOSSIER NELSON MANDELA

(...) No decorrer de longas e atrozes horas de solidão, empurrado à beira da loucura, ele redescobrirá o essencial, aquilo que gira em torno do silêncio e do detalhe. Tudo para ele falará de novo: uma formiga que corre para não sei onde, a semente enterrada que morre e ressuscita dando a ilusão de um jardim, um pedaço de coisa, não importa qual; o silêncio dos dias sombrios que parecem não se mover, o tempo que se estende indefinidamente; a lentidão dos dias e o frio das noites; a fala rara; o mundo exterior do qual não se ouvem senão murmúrios, o abismo que foi Robben Island, e os traços da penitenciária agora na sua face esculpida pela dor, em seus olhos apertados pela luz do sol refletida no quartzo, nas suas lágrimas que não vertem mais, a poeira sobre a face transformada em espectro fantasmático e em seus pulmões, na ponta dos pés, e acima de tudo este sorriso alegre e brilhante, esta postura altiva, ereta, de pé, o punho cerrado, pronto a abraçar novamente o mundo e fazer sussurrar a tempestade.
Privado de quase tudo, ele lutará passo a passo para não ceder o resto de humanidade que seus carcereiros queriam a todo custo extrair dele e exibir como o último troféu. Reduzido a viver com quase nada, ele aprende a economizar tudo, mas também a cultivar um profundo desapego das coisas da vida profana, inclusive os prazeres da sexualidade. Até o ponto em que, prisioneiro de fato, confinado entre pouco mais que dois muros, ele não é, contudo, escravo de ninguém.
Homem de carne e osso, Mandela viveu no entanto próximo ao abismo. Ele penetrou na noite da vida, o mais perto da escuridão, à procura de uma ideia, de como aprender a viver livre da raça e da dominação do mesmo nome. Suas escolhas o levaram à beira do precipício. Ele fascinou o mundo por ter saído vivo do país das sombras, jorrando vigor ao anoitecer de um século envelhecido e que não soube mais sonhar.(...)
Para ler o texto "Os caminhos inesperados de Nelson Mandela" de Achille Mbembe clique aqui
Para ler o texto "O verdadeiro bom combate" de Ariel Dorfman clique aqui
Para ler o texto "Todos amam Mandela" de Gary Younhe  clique aqui
Para ler o texto "Chorando por Mandela" de Elizabeth Carvalho clique aqui
Para ler o texto "Chora por Mandela, mas acha um absurdo pobre querer os mesmos direitos" de Leonardo Sakamoto clique aqui
Para ler o texto "Magnanimidade!" de John Carlin clique aqui
 
 
 


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