Mostrando postagens com marcador Informações Públicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Informações Públicas. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de junho de 2019

Guerras do século 21

(Reprodução)

Volume de leitura indispensável para quem pretende decifrar o mundo de hoje, o livro/manual 'clima, de Andrew Korybko, explica como um país-alvo é desestabilizado sem bombardeios nem tanques na rua - como ocorreu no Brasil. 

Para ler o texto completo de Léa Maria Aarão Reis clique aqui


Leia "A crise climática é nossa terceira guerra mundial e exige uma resposta corajosa" de Joseph Stiglitz clicando aqui

Leia "Um milhão de manifestantes protestam em Hong Kong contra a extradição à Chinade Macarena Vidal Liy clicando aqui

Leia "China 1989: Os manifestantes, o Partido e o massacre de Beijing" clicando aqui

Leia "Como o México deve enfrentar Trumpde Pedro Miguel clicando aqui

Leia "Quando a economia é vista como ciência exata, saídas para crises são restritas a dados numéricosde Ricardo Machad clicando aqui

Leia "Projeto para combater a desinformação ganha US$ 2,25 milhões em novo financiamento" clicando aqui

Leia "Grigori Perelman, o gênio que resolveu um dos maiores problemas matemáticos do milênio e 'sumiu do mapa'de Dalia Ventura clicando aqui

Leia "O que Stephen Hawking dizia sobre quem acredita em astrologia?de  Gabriel Francisco Ribeiro clicando aqui

Leia "Svetlana Alexiévich, a voz de Chernobyl: "O medo se apoderou das pessoas"de Pilar Bonet clicando aqui

Leia "O Grande Irmão de Orwell está vivode Ignacio Vidal-Folch clicando aqui

Leia "Sidney, noites em todas as coresclicando aqui


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Contra os rumores em África: checagem de fatos


AfricaCheck é uma organização de jornalistas que se dedica a desmentir informações errôneas sobre a África. 

Para ler o texto de Carlos Bajo Erro clique aqui

domingo, 7 de agosto de 2016

HABERMAS E O JORNALISMO: A relação entre esfera pública, informação e o direito


O filósofo alemão Jürgen Habermas é sempre lembrado nos cursos e estudos sobre jornalismo e comunicação, especialmente por suas obras-primas Mudança estrutural da Esfera Pública.[1] e Teoria da Ação Comunicativa [2]. Em resumo, a primeira é um estudo sociológico e filosófico sobre o surgimento de espaços de comunicação e expressão entre cidadãos privados reunidos em públicos desde o século 17, no início da fase concorrencial do capitalismo na Europa. Os suportes principais desses públicos eram os recém-criados jornais, a imprensa, sua instituição por excelência, e seu produto, a opinião pública, tornar-se-iam o fundamento último da lei no Estado democrático. Isso significa que a imprensa incorpora para Habermas o princípio da esfera pública, que deveria garantir a proteção da esfera privada e a publicização do poder, ou seja, a separação entre sociedade civil e Estado por meio dos direitos humanos e da soberania popular. 
Para ler o texto completo de Vitor Blota clique aqui


sábado, 9 de julho de 2016

Liberdade para Julian Assange

160706-Assange3b

Começa campanha internacional em favor do dissidente político que desconcerta os EUA. Seu confinamento revela: “democracias” ocidentais já não toleram jornalismo que revele segredos do poder.
Para ler o texto completo de Ignacio Ramonet clique aqui

domingo, 7 de fevereiro de 2016

O preso político que expõe o Império

Vitorioso, mas ainda aprisionado, Julian Assange, exibe, na sacada da embaixada do Equador em Londres, a resolução da ONU que afirma: perseguição movida contra ele é ilegal e atenta contra os Direitos Humanos

Como uma comissão da ONU desmontou farsa montada para calar Julian Assange e o Wikileaks. Por que EUA, constrangidos, já não podem falar em “liberdade de expressão”.
Para ler o texto completo de John Pilger clique aqui

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

“Informação é a melhor arma para enfrentar o preconceito”, diz Tereza Campello

"O Brasil Sem Miséria acabou implementando um padrão de inovação nas políticas sociais brasileiras que coloca um ponto de não retorno". Por Roberta Fofonka/Sul21

Após a disputa eleitoral de 2014, houve um grande crescimento do volume de manifestações preconceituosas contra vários setores da sociedade, em especial negros, pobres e nordestinos. O fenômeno não é novo, mas reapareceu com força no final do ano passado. “O que piorou muito não está relacionado à media da opinião da população. O problema está entre aqueles setores mais reacionários que nutrem uma coisa racista contra os mais pobres. Essas pessoas passaram a ter coragem de expressar seus preconceitos mais abertamente. Saíram do armário”, diz a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.
Em entrevista ao Sul21, Tereza Campello analisa as causas desse tipo de preconceito e defende que a informação é a melhor arma para combatê-lo. “Recentemente tivemos o caso de uma jornalista que disse que os pobres só pensam em procriar. É um negócio inacreditável. Os dados sobre taxa de fecundidade no Brasil, hoje, são completamente conhecidos. A taxa de fecundidade brasileira caiu em todas as classes sociais e caiu muito mais entre os mais pobres, uma queda em torno de 50% acima da média nacional”, exemplifica. A ministra também fala sobre o atual estágio das políticas sociais no Brasil, aponta as prioridades para o próximo período e nega que programas como o Bolsa Família possam sofrer cortes em função de medidas de ajuste fiscal.
Para ler a entrevista de Tereza Campello clique aqui

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Devemos ser ativos em nossa própria informação

http://alexgiaco.blogspot.com.br/
No blog L’Ombelico de Mondo, o fundador do Le Monde Diplomatique, Ignacio Ramonet, analisou o papel da mídia no panorama internacional e as novas formas de informação da era digital.
Em uma sociedade “hipermidiatizada”, o papel ativo de quem consome a informação é preponderante. Esta é a conclusão que o escritor e jornalista Ignacio Ramonet traz sobre as práticas dos grandes meios de informação aos quais estamos diariamente exposto.
“Informar-se não pode ser uma atitude passiva”, explicou Ramonet, em uma nova entrevista da série que o L’Ombelico del Mondo leva adiante com os principais protagonistas do jornalismo internacional em espanhol.
Para ler a entrevista de Ignacio Ramonet clique aqui

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Especial: a apresentação do livro Julian Assange

569924-britain-wikileaks-assange-free-assange
“Uma guerra furiosa pelo futuro da sociedade está em andamento. Para a maio‑ ria, essa guerra é invisível”, alerta Julian Assange, fundador do WikiLeaks, na apre‑ sentação do seu programa de entrevistas World Tomorrow, realizado em parceria com a rede de TV russa WT – e que serviu de base para este livro. “De um lado, uma rede de governos e corporações que espionam tudo o que fazemos. Do outro, os cypherpunks, ativistas e geeks virtuosos que desenvolvem códigos e influenciam políticas públicas. Foi esse movimento que gerou o WikiLeaks”.
É com essa descrição em mente que o leitor deve percorrer cada página deste livro, que traz uma das mais instigantes conversas públicas entre importantes par‑ tícipes desta batalha: a batalha pela liberdade na rede.
Para ler o texto completo de Natalia Viana clique aqui

terça-feira, 24 de abril de 2012

ENTREVISTA / PERRINE CANAVAGGIO - Abrir informações requer nova cultura

Em 16 de maio, entra em vigor a Lei de Acesso a Informações Públicas (Lei nº 12.527, de 18/11/2011). Dá-se como certo que o Estado brasileiro não tem nem ferramentas nem cultura para cumprir o disposto na lei: foi, em outras palavras, o que declarou o ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage, à Agência Brasil (17/4). Hage disse que na data prevista nem tudo estará funcionando integralmente, porque foi curto o prazo de seis meses dado para a preparação da máquina estatal – ele entende que o prazo deveria ter sido de dois anos.
Nesta entrevista ao Observatório da Imprensa, feita por e-mail, a arquivista francesa Perrine Canavaggio diz que para vencer a resistência da administração à aplicação da lei é preciso, entre outras medidas, designar responsáveis por sua aplicação num nível elevado de responsabilidade e publicar seus nomes e formas de contato nos sites dos organismos.
A Lei de Acesso à Informação dispõe sobre o acesso a dados dos órgãos públicos em todas as esferas: nos casos do Executivo e do Legislativo (incluindo os tribunais de contas), esferas federal, estadual e municipal; no caso do Judiciário, federal e estadual. Também deverão fornecer informações o Ministério Público e “as entidades privadas sem fins lucrativos que recebam, para realização de ações de interesse público, recursos públicos diretamente do orçamento ou mediante subvenções sociais, contrato de gestão, termo de parceria, convênios, acordo, ajustes ou outros instrumentos congêneres”. O mesmo prazo para entrada em vigor da Lei de Acesso foi dado ao Poder Executivo para regulamentá-la.
Para ler o texto completo de Mauro Malin clique aqui

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP