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sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

A gente da guerra

 





Dizem-nos que, se Putin vencer, entrará Europa adentro; se perder, usará a arma nuclear. Admitindo que ambas as fábulas são verdadeiras, o que devemos nós preferir: a vitória ou a derrota da Rússia? Talvez a paz, não? Para ler o texto de Miguel Sousa Tavares clique aqui





























































sexta-feira, 31 de março de 2023

Terá a América um futuro?

 





Neste artigo, explico porque penso que a guerra nuclear está nas cartas. Sei que a maioria não quer ouvir isto. Mas se ninguém souber, há ainda menos hipóteses de a evitar. Para ler o texto de Paul Craig Roberts clique aqui


Leia "Raniero La Valle: Ah! Serva Europa, à mercê de armas, dinheiro e poderosos" clicando aqui


Leia "Hamid Hajizadeh: A exata mensagem da manobra conjunta entre Rússia, China e Irã" clicando aqui


Leia "Stephen Karganovic: O Tribunal Penal Internacional atravessa Irreversivelmente a Linha da Decência Legal" clicando aqui


Leia "Carlos Matos Gomes: O fim dos Acordos de Bretton Woods" clicando aqui


Leia "Daniel Afonso da Silva: O mal-estar francês" clicando aqui


Leia "Maior greve em três décadas paralisa a Alemanha" clicando aqui


Leia "Paulo Ghirardelli: De Taxi Driver aos assassinos na escolas" clicando aqui


Leia "Reis Friede: A Guerra do Vietnã em breve retrospecto" clicando aqui


Leia "Reis Friede: A Ofensiva do Tet (30 de janeiro a 23 de setembro de 1968)" clicando aqui

sábado, 22 de outubro de 2022

'Modernização pacífica': a oferta da China ao Sul Global

 





"O que a China propõe ecoa por todo o Sul Global porque Pequim é o maior parceiro comercial de nada menos que 140 países", escreve o colunista Pepe Escobar. Para ler o texto de Pepe Escobar clique aqui


Leia "Jin Hongjun: Significado mundial da modernização de estilo chinês" clicando aqui


Leia "Felix Abt: Rei do cimento acerta contas com a China" clicando aqui


Leia "Alfredo Jalife-Rahme: Xi dobra a aposta para superar as guerras dos microchips de Biden" clicando aqui


Leia "Carlos Matos Gomes: Um funeral de Londres antes de Bruxelas" clicando aqui


Leia "Eduardo J. Vior: A demissão de Truss agrava a crise britânica" clicando aqui


Leia "Martin Jay: A única coisa de Borrell que faz notícia são as suas birras. Não pode a UE fazer melhor do que isto?" clicando aqui


Leia "David Sacks: Um novo casamento político" clicando aqui


Leia "Stephanie K: Cruzada contra os livros nos EUA" clicando aqui


Leia "Vietname e o esforço contínuo pela igualdade de género" clicando aqui


Leia "Ana Sá Lopes: Portugal - Os lindos olhos de Costa não seguraram o MidCat" clicando aqui


Leia "Júlio Marques Mota - 1972-2022: um olhar pessoal sobre a violência organizada do fascismo em Portugal" clicando aqui


Leia "Franco "Bifo" Berardi: O abismo raivoso do gerontofascismo" clicando aqui

sexta-feira, 22 de julho de 2022

Será o BCE capaz de combater a "grande fragmentação" da zona euro?"

 





Os líderes do Banco Central Europeu reuniram-se na quarta-feira 15 de Junho numa emergência para encontrar uma resposta aos spreads das taxas de juro da dívida pública dos países da zona euro. Recordamos que há pouco mais de uma década, foram estes spreads que colocaram a moeda única em perigo real. Para ler o texto de Jean Claude Werrebrouck clique aqui


Leia "Carlos Branco: Ideologia ou pragmatismo?" clicando aqui


Leia "Fernando Marcelino: Francis Fukuyama - quem diria - morreu em Pequim" clicando aqui


Leia "André Márcio Neves Soares: O paradoxo da globalização" clicando aqui


Leia "Oliver Stuenkel: A segunda maré rosa da América Latina parece muito diferente da primeira" clicando aqui


Leia "José Eustáquio Diniz Alves: O grande salto da renda per capita do Vietnã" clicando aqui


Leia "Luis Nassif: As macrotendências globais, segundo a FIESP" clicando aqui


Leia "Crise climática é um legado do colonialismo, diz Greenpeace" clicando aqui


Leia "Carmo Afonso: Portugal - José Milhazes deu início à Festa do Avante!" clicando aqui

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Tanta verdade junta mereceu publicação - take VIII

 





Tem toda a razão. Assim sendo, fico à espera da sua condenação da Ucrânia cuja guerra, já com 8 anos, matou mais de 13 mil pessoas no Donbass e destruiu tantas estruturas civis em Lugansk e Donetsk, e tem um Presidente que andava a prometer fazer o mesmo na Crimeia. E o que fizeram nas outras cidades, está mais que documentado pela Amnistia Internacional, Human Rights Watch, ONU, e OSCE. Para ler o texto de Carlos Marques clique aqui


Leia "Pepe Escobar: O caso de amor das Big Techs com a "Cultura do Cancelamento" clicando aqui


Leia "10 operações secretas do governo dos EUA, reveladas" de Meghan Jones clicando aqui


Leia "Algumas das consequências das guerras levadas a cabo pelos EUA - "Agente Laranja: muito foi feito para resolver o desastre no Vietname"" clicando aqui


Leia "Julian Assange, um símbolo de liberdade" de Luis Varese clicando aqui


Leia "Onde a água pode ser pretexto para o conflito" de Clara Barata clicando aqui


Leia "O homem que teorizou sobre a cor azul do céu e a mulher que estudou o efeito de estufa antes dele" de Daniel Dias clicando aqui


Leia "O lugar do conceito de fascismo na teoria marxista do Estado" de Armando Boito Jr. clicando aqui

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Europa, brincando com fogo na Ucrânia

 





Não sei se alguém notou, mas, na minha opinião, o conflito na Ucrânia é o mais perigoso que ocorreu no planeta desde o fim da Guerra Fria. É verdade que, naquele período, ocorreram várias invasões de países africanos, golpes de Estado na América Latina, uma profunda crise econômica e financeira, a sangrenta desintegração da Iugoslávia, genocídio em meio a um cerco permanente de Israel contra o povo palestino, a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) ameaçando constantemente com ataques ao Irã, as guerras de intervenção pós-imperial no Afeganistão, Iraque, Líbia e Síria… Mas, em nenhum deles, o confronto direto entre duas ou mais potências nucleares foi ou está tão próximo. Isso tem uma explicação no contexto local, regional e global. Vamos do particular ao geral. Para ler o texto de Sergio Rodríguez Gelfenstein clique aqui


Leia "O Ocidente, não a Rússia, enfrenta um atoleiro ucraniano" de Chen Feng clicando aqui


Leia "O colapso do imperialismo no Vietname" de Luís Fazenda clicando aqui


Leia "Software espião Pegasus foi usado contra mulheres ativistas no Oriente Médio" de Anamaria Silic clicando aqui


Leia "Governos populistas geram mais mortes por covid, diz estudo" clicando aqui


Leia "Dá para atacar fake news, mas não do jeito que a maioria faz, diz cientista" de Pedro Santos clicando aqui


Leia "Entre lucro e verdade, Spotify escolhe o primeiro" de César Locatelli clicando aqui

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Boaventura de Sousa Santos: A urgência e a poética do abraço

 



Ao retomar, após 525 dias isolado, o gesto de abraçar, sociólogo reflete sobre seu significado, em diferentes culturas e épocas. Também tenta (em vão) descrever a emoção que o tomou. E indaga: “deixar de abraçar será viver como se morre”? Para ler o texto de Boaventura de Sousa Santos clique aqui


Leia "É possível melhorar a globalização?" de Branko Milanović clicando aqui


Leia "Retrato da barbárie" de Cristina Diniz Mendonça clicando aqui


Leia "Biden destrói a aliança mais antiga da América" de Brandon J. Weichert clicando aqui


Leia "20 anos de guerra contra o terrorismo" de Gilberto Lopes clicando aqui


Leia "Dez anos após o Occupy: o que mudou nos EUA" de David Brooks clicando aqui


Leia "O mundo pedaço por pedaço de Cabul à Hungria" de Furio Colombo clicando aqui


Leia "Crise da Evergrande: o mundo à espera da China" de Paulo Kliass clicando aqui


Leia "Japão e Vietnã gentilmente se unindo contra a China" de Nate Fishler clicando aqui


segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Dossiê: Afeganistão

 




Tariq Ali: Debacle no Afeganistão


Na Grã-Bretanha e em outros lugares, todos aqueles que querem continuar lutando devem mudar seu foco para os refugiados que logo estarão batendo à porta da Otan. No mínimo, refúgio é o que o Ocidente deve a eles: uma pequena reparação por uma guerra desnecessária. Para ler o texto de Tariq Ali clique aqui





Assim o Norte quer livrar-se dos refugiados globais


Dinamarca e Reino Unido debatem leis que permitem confinar, em ilhotas dispersas no globo, imigrantes que aguardam asilo. Ideia é restringir ainda mais direitos, criminalizar imigrantes e burlar acordos internacionais. Para ler o texto de Ana França clique aqui


Leia "Slavoj Žižek: Nossa resposta ao Talibã" clicando aqui


Leia "A rápida aquisição do Taleban prova que as análises dos EUA e do Reino Unido estão totalmente errada" de Dan Sabbagh clicando aqui


Leia "Guerra do Afeganistão não é mais dos Estados Unidos: Biden não vai "repetir os mesmos erros do passado"" de Mara Tribuna clicando aqui


Leia "De Saigão a Cabul" de José Manuel Rosendo clicando aqui


Leia "Milhares de afegãos tentam fugir do Talibã, e caos se instala no aeroporto de Cabul" de Ángeles Espinosa clicando aqui


Leia "Universitárias são proibidas de frequentar aulas com a tomada do Talibã no Afeganistão" de Ángeles Espinosa clicando aqui


Leia "24 imagens que contam a história do primeiro dia de um Afeganistão governado (de novo) pelos talibã" clicando aqui

quarta-feira, 7 de julho de 2021

Por que semana de quatro dias é 'sucesso gigantesco' na Islândia



Os testes de uma semana de trabalho de apenas quatro dias na Islândia foram um "sucesso esmagador", segundo pesquisadores. Os testes de uma jornada menor, nos quais os trabalhadores recebiam o mesmo valor por menos horas, ocorreram entre 2015 e 2019. A produtividade permaneceu a mesma ou melhorou na maioria dos locais de trabalho, segundo os pesquisadores. Para ler o texto clique aqui


Leia "E se construíssemos cidades inteligentes, mas cidadãs?" de Igor Calzada clicando aqui


Leia "O escudo de vacinas de Cuba e os cinco monopólios que estruturam o mundo" de Vijay Prashad clicando aqui


Leia "Delta, Gama, Beta: quais são as principais variantes da covid e quanta proteção as vacinas oferecem?" clicando aqui


Leia "Xi Jinping fustiga ''forças estrangeiras'' e clama por ''rejuvenescimento nacional''" de Frédéric Lemaitre clicando aqui


Leia "Os fundamentos econômicos dos sucessos e fracassos do comunismo chinês" de Nancy Qian clicando aqui


Leia "Pepe Escobar: Um momento de Saigon no Hindu Kush" clicando aqui


Leia "Reabilitando Rumsfeld, apagando o império: sobre todos os crimes de guerra estadunidenses no Iraque" de Anthony Dimaggio clicando aqui


Leia "O falso mito do esforço na América Latina" de Alfredo Serrano Mancilla clicando aqui


Leia "As petroleiras vão resistir à descarbonização" Entrevista com Andreas Malm clicando aqui


Leia "Os dias tristes de Beppe Grillo, o palhaço que triunfou com o experimento político mais estranho da Europa" de Daniel Verdú clicando aqui


Leia "Uma breve história das guerrilhas no século XX" de Bruno Ribeiro clicando aqui

sábado, 3 de julho de 2021

Por que os EUA jogaram helicópteros no mar no final na Guerra do Vietnã?

 



No final da Guerra do Vietnã (1955 a 1975), com a evacuação da cidade de Saigon, os militares norte-americanos jogaram dezenas de helicópteros no mar durante os trabalhos de resgate. A situação fora do comum foi necessária para evitar mortes e aumentar o número de pessoas resgatadas. O volume de aeronaves que deixava a cidade era tão grande, que não havia mais espaço nos porta-aviões para que todos eles pousassem. Com as filas de aeronaves se formando para desembarcar pessoas resgatadas, o combustível acabando, e pouco espaço para os pousos, optou-se por fazer algo que, até então, não se imaginaria ser necessário: arremessar os helicópteros no mar. Para ler o texto de Alexandre Saconi clique aqui

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