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sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Por um imposto global sobre as transnacionais


Nobel de Economia sustenta: tributo evitará que elas continuem ocultando lucros, por meio de operações fraudulentas nos paraísos fiscais. De quebra, reduzirá desigualdades e neutralizará discurso da direita sobre “globalismo”. 
Para ler o texto de Joseph Stiglitz clique aqui

Leia "Quando nos empurram para a Zona Cinza" de Rosemberg Cariry clicando aqui

Leia "Jeffrey Sachs: "Fome, guerra e caos climático: é possível detê-los"" clicando aqui

Leia "Índice Global da Fome, crescimento populacional e desperdício de alimentos" de José Eustáquio Diniz Alves clicando aqui

Leia "Gilvan, trabalho e sono no capitalismo periférico" de Priscila Figueiredo clicando aqui

Leia "América Latina vive mês-chave nas urnas" de Diego Fernando Gonzalez clicando aqui

Leia "O cenário de guerra no México após prisão (e soltura) de filho de El Chapo" clicando aqui

Leia "Tráfico impõe sua lei em Sinaloa e exibe a fraqueza do Estado mexicano" de Javier Lafuente clicando aqui

Leia ""Bolívia está superando Estado republicano colonial", diz chanceler boliviano Diego Pary Rodríguez"  clicando aqui

Leia "Curdistão: "Só uma opinião pública mobilizada conseguirá inverter o jogo"" Entrevista com José Manuel Pureza  clicando aqui

Leia "O manifesto anticapitalista de Erik Olin Wright" de Ruy Braga clicando aqui

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

O que será do Curdistão?

capa

Menos de um mês depois de os curdos expressaram seu desejo de independência em relação ao Iraque, sonho de um país próprio encontra-se muito mais longe. Um erro de cálculo monumental levou ao fracasso.
Para ler o texto completo de Vinicius Gomes Melo clique aqui

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

O surpreendente Curdistão libertário

Combatentes das YPG, as Brigadas de Proteção do Povo curdas

Excluídos das negociações e traídos pelo Tratado de Lausanne de 1923, depois de terem um estado próprio prometido pelos aliados da Primeira Guerra Mundial durante a dissolução do Império Otomano, os curdos são a maior etnia sem estado do mundo. Mas hoje, apesar de um Irã inflexível, sobram cada vez mais obstáculos para uma independência de jure curda no norte do Iraque. Turquia e Israel já sinalizaram apoio enquanto Síria e Iraque têm as mãos atadas pelo rápido avanço do Estado Islâmico (antigo ISIS).
Com a bandeira curda tremulando do alto de todos os prédios oficiais e a Peshmerga mantendo os islâmicos afastados com a extremamente atrasada assistência militar dos EUA, o Curdistão do Sul (Iraque) se junta aos camaradas do Curdistão Ocidental (Síria) como a segunda região autônoma de facto do novo Curdistão. Já começaram a exportar seu próprio petróleo e retomaram a petrolífera Kirkuk, têm um próprio parlamento secularizado e eleito e uma sociedade pluralista, pediram reconhecimento da ONU, e não há nada que o governo do Iraque possa fazer – ou os EUA fizessem sem o apoio de Israel – para detê-los.
Para ler o texto completo de Rafael Taylor clique aqui

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