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quinta-feira, 7 de julho de 2016

GONÇALO M. TAVARES: Máquina de escrever


Desde que estreou, aos 31 anos, com Livro da dança, GMT já publicou 30 livros, traduzidos para 35 línguas e editados em 46 países — em ficção, ensaio, poesia e teatro. Ganhou praticamente todos os prêmios que importam na língua portuguesa, foi saudado por José Saramago como o futuro da prosa lusófona e não raro é comparado com autores como Beckett e Kafka pela opacidade da linguagem, por seu humor negro e ímpeto experimental.
Para ler o texto completo de Ronaldo Bressane clique aqui

sábado, 9 de janeiro de 2016

Sobre a utopia, alguns apontamentos


Podemos pensar num olhar utópico de uma forma um pouco distinta, como sendo um olhar que não se localiza nem no espaço, nem no tempo. Um olhar que não conseguimos identificar completamente: onde está quem observa isto? Observador utópico pode ser uma categoria relativa às condições do observador e não relativa àquilo que ele vê ou tenta criar.
Para ler o texto completo de Gonçalo M. Tavares clique aqui

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

“Há muitas coisas que ainda gostava de fazer” - Entrevista a Gonçalo M. Tavares


Os fragmentos que a bem dizer não são versos e que compõem “Uma Viagem à Índia” surpreenderam os leitores de Gonçalo M. Tavares. Já se sabia dos livros negros de onde transborda pessimismo; e do bairro imaginário que, título após título, o escritor vai habitando com os autores que lhe são caros. O novo livro é quase inqualificável e é um risco a que parece que, como dizia Pedro Mexia, só Gonçalo M. Tavares podia permitir-se. O resultado está à vista e mereceu a distinção da Associação Portuguesa de Escritores.
Em entrevista, o autor fala desta epopeia imaginária e do anti-herói Bloom (que, como Vasco da Gama, parte de Lisboa), da experiência da viagem e, ao fim e ao cabo, daquilo que o alimenta: as palavras, a escrita e a vontade de fazer um livro ainda mais consistente a seguir.
Leia a entrevista a Gonçalo M. Tavares aqui

domingo, 11 de setembro de 2011

Gonçalo M. Tavares: “A moralidade da máquina está a alastrar pela sociedade

Um dos mais festejados escritores de sua geração em todo o mundo, o português Gonçalo M. Tavares, 41 anos, já teve livros lançados em 32 países e ganhou prêmios importantes como o José Saramago, em 2005, e o Portugal Telecom, em 2007. Ao lhe entregar o prêmio que leva seu nome, o Nobel português proferiu uma frase que ficou famosa: “Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos: dá vontade de lhe bater.”
O escritor falou a Elza Gonçalves da Euronews do “animal que há em nós” e do personagem principal de “Aprender a rezar na era da técnica”, um médico eficaz, frio e calculista que decide dedicar-se à política. Leia a entrevista completa aqui...


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