segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Vietnã busca fortalecer indústria têxtil com enfoque em sustentabilidade ambiental


As mudanças na economia centralizada pelo Estado no Vietnã começaram a engatinhar no fim dos anos 1980, mais de uma década depois do fim da guerra. A política do Doi Moi, ou “Renovação”, foi implementada na época para criar o que o governo descreveu como uma economia de mercado orientada para o socialismo. Em 1995 as relações diplomáticas com os Estados Unidos foram normalizadas, e em 2007 o Vietnã se tornou o 150º membro da Organização Mundial do Comércio. Nos dias de hoje, a economia vietnamita vive um ‘boom’, e boa parte dele teve como condutor o crescimento de uma só indústria: a do vestuário.
Em 2013, as exportações vietnamitas de vestuário alcançaram 20 bilhões de dólares. Mais de 40% dessas vendas foram para os Estados Unidos; a projeção é que até 2020 somente essa fatia passe dos 20 bilhões de dólares. O Vietnã também superou Bangladesh como segundo maior fornecedor para os Estados Unidos, ficando atrás somente da China. Agora, com a expectativa da implantação da Parceria Trans-Pacífico – acordo que vem sendo negociado por 12 países e que pode representar o maior pacto de livre-comércio da história –, o país chegou a um perigoso limiar.
Por que perigoso? Porque não faz mais sentido para o país importar 98% do algodão bruto utilizado em aproximadamente 6.000 fábricas de peças de vestuário. O que faz sentido é construir instalações de fiação, tingimento e acabamento que permitam ao Vietnã competir em praticamente todas as esferas do setor do vestuário, e não apenas na etapa de corte e costura. Este é também o momento em que os riscos ambientais e sociais atribuídos à indústria do vestuário crescem exponencialmente.
Para ler o texto completo de George Black clique aqui

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