Reflexões sobre o tempo presente
Sobre o frágil e incerto futuro, e a necessidade de inventar um ano novo
O que me agrada na estranha convenção de afirmar em uníssono um tempo novo, e de nos abraçarmos no mesmo minuto, e de celebrarmos um efêmero instante com fogos e gritos, o que me agrada, além da festa, é a atenção ao futuro. Nesse átimo é como se o passado se calasse, reduzido a uma listagem de eventos já menos importantes, é como se o presente também submergisse, com todo seu excesso, seu alarde, seu ruído. E então só nos restasse o futuro, frágil, incerto, sem contorno ainda, só nos restasse essa abstração, esse mistério, só nos restasse contemplar o adorável vazio da existência por vir. Para ler o texto de Julián Fuks clique aqui
O anjo da história
O anjo estaria de costas para o futuro por estar olhando para o passado e para os vencidos e derrotados pelo suposto progresso da história. Para ler o texto de Cidnei Marschalk clique aqui
A armadilha da identidade
Yascha Mounk, autor do livro escolhido como o “melhor do ano” por The Economist, Financial Times e Prospect Magazine, The identity trap: a story of ideas and power in our time [A armadilha da identidade: uma história de ideias e poder em nosso tempo] argumenta muitos defensores da “síntese identitária” serem movidos por uma ambição nobre: remediar as graves injustiças socialmente discriminatórias. Os membros de grupos marginalizados têm sofrido historicamente formas terríveis de discriminação. Para ler o texto de Fernando Nogueira da Costa clique aqui
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