O esvaziamento da noção de subalternidade, a sobrevalorização da fala e os silêncios como resistência
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A produção social não criteriosa de subalternidades e lugares de
fala, tal como o entendimento de silêncios como silenciamentos, desperdiça o
potencial emancipador e revolucionário que esses conceitos transportam, adiando
o aprofundamento interseccional das lutas feministas. A solução poderá passar
pela auto-reflexão das nossas práticas enquanto sujeitos implicados na
manutenção da escala de opressões e pela identificação e estudo das causas e
sujeitos que geram deliberadamente essas subalternidades.
Para ler o texto de Raquel Lima clique aqui
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