quinta-feira, 17 de junho de 2021

Navegando pelo cinema

 


Eduardo Coutinho e a arte do encontro 


No Dia do Cinema, três filmes do cineasta estarão disponíveis para streaming gratuito. Com a fricção entre mundos, ele revolucionou o documentário com premissa simples: ouvir o outro faz com que ele se revele (ou se reinvente) diante das câmeras. Para ler o texto de José Geraldo Couto clique aqui



Heitor Villa-Lobos e o Cinema Novo 



Para ler o comentário de Luiza Beatriz Alvim sobre filmes do Cinema Novo e suas relações com as músicas de Villa-Lobos clique aqui




Quando as máquinas paravam, por Roberto Gervitz 


Roberto Gervitz escreve sobre 'Braços Cruzados, Máquinas Paradas', que terá exibição sábado na TVT, antecedida por entrevista com o diretor no Youtube. Para ler o texto de Carlos Alberto Mattos clique aqui




"Fantasmas do Império é um contributo para trabalharmos a nossa memória"



Em entrevista ao Esquerda.net, a realizadora Ariel de Bigault explica que o documentário luso-francês “Fantasmas do Império”, atualmente em exibição, é “um filme sobre as imagens produzidas pelo cinema no que respeita à história colonial”.  Para ler sua entrevista clique aqui




Esculpir a paisagem com o tempo (e os gestos) em "O movimento das coisas"


Este é um filme de restituição. Um dos legados de António Ferro e da sua “política do espírito” foi a estetização e aportuguesamento do mundo rural – dos gestos, dos modos de vestir e de habitar e mesmo da paisagem, com uma tentativa de definição estrita da “casa portuguesa”. O modelo, nacionalista, eliminou a crónica da pobreza, abstraiu-se dos caminhos de mau piso, alagados; escondeu o estrume e as lenhas, escamoteou que pessoas e animais partilhavam espaços. Para ler o texto de Maria do Carmo Piçarra clique aqui


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