Navegando pelo cinema
Postado por MIGUEL às 18:42 0 comentários
Postado por MIGUEL às 18:27 0 comentários
Marcadores: Humor
O artista australiano James Corbett teve a ideia única de
usar peças de carros antigos e transformá-las em incríveis esculturas
realistas. Também conhecido como The Car Part Sculptor , o artista passa muito
tempo coletando centenas de componentes recuperados de carros antigos para
esculpir suas figuras metálicas únicas. O entusiasmo de Corbett por carros e
motos de corrida se reflete em suas obras. Suas criações impressionantes incluem
uma variedade de animais e pássaros, como patos, cães, galinhas e ouriços. Ele
garante que nenhuma peça do carro seja ignorada e as utiliza das formas mais
criativas em suas figuras. Corbett estuda meticulosamente seu assunto antes de
iniciar o processo de soldagem. Cada escultura pode levar até três semanas para
ser feita, mas o resultado final é incrível! Confira clicando aqui
Postado por MIGUEL às 18:18 0 comentários
Marcadores: arte, escultura, fotografia, música
Precisava de
falar-te ao ouvido
Precisava de falar-te ao ouvido
De manter sobre a rodilha do silêncio
A escrita
Precisava dos teus joelhos. Da tua porta aberta.
Da indigência. E da fadiga.
Da tua sombra sobre a minha sombra
E da tua casa
E do chão.
Daniel Faria
Postado por MIGUEL às 16:53 0 comentários
Postado por MIGUEL às 16:47 0 comentários
Marcadores: africanidades, Brasil, cotas, democracia, economia, Educação, feminismo, gênero, política, universidade, valores, violência, violência contra a mulher
Postado por MIGUEL às 16:28 0 comentários
Marcadores: africanidades, alimentação, astronomia, ciência, Cuba, economia, Estados Unidos, fascismo, filosofia, geopolítica, guerra, Ocidente, política, Portugal, Rússia, universidade, valores, violência contra a mulher
Às vezes as cantoras (ou os
cantores) não são a coisa mais importante, embora de um modo geral seja esse o
estatuto de que se revestem numa qualquer atuação – quer por si próprias(os)
quer através do grande público. E este vídeo é um bom exemplo disso.
A capitosa cantora começa por expor
um tema francês, conhecidíssimo, habitualmente lento e algo meloso, mas aqui
tratado com um entusiasmo e um ritmo mais áspero, mexido e menos académico.
A seguir cala-se e como não tem nada
que fazer, meneia-se, dá à perna e ao resto, demonstra um entusiasmo algo
pueril e folclórico e tenta aguentar o menos penosamente possível todos aqueles
compassos preenchidos pelos restantes músicos.
Ainda por cima todos eles óptimos –
com um solo de piano avassalador, a evocar um difícil stride piano, de uma
rapidez e imaginação fora de tudo – a fazer mesmo esquecer a cantadeira ocupada
nos meneios regulamentares. No entanto (e o contrário disto) enquanto, por
exemplo, o sax tenor executa o seu solo, o trompetista segue-o atentamente, com
aprovação e “meneios”, mas de olhos, cabeça e sentido crítico – as pequenas
diferenças entre músicos a sério e modos de estar em palco…
(Claro que se ele, o trompetista,
desatasse a dar ao rabo e a sorrir dengosamente, abafaria por completo a
execução ornamental da cantora).
Há cantores(as) que têm a
possibilidade de poder contracenar assim, com músicos poderosos e acima da
média o que é uma sorte para eles(as). Lá fazem então um pequeno e
razoavelzinho scat e acabam de novo em primeiro plano, como começaram – tudo à
custa da qualidade dos secundários músicos presentes.
A Música é realmente uma coisa
complexa e tem com o que se lhe diga.
Carlos Reis (30/08/2022)
Para assistir à interpretação clique
no vídeo aqui
Postado por MIGUEL às 15:31 0 comentários
"Hoje o mais estimulante ocorre nas fronteiras, nos espaços de transgressão disciplinar e de fertilização entre diferentes campos científicos, o que exige o recurso a uma panóplia diversificada de ferramentas teóricas e metodológicas" ( Antônio Nóvoa)
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