segunda-feira, 30 de maio de 2022

A impressionante penetração da China no mercado brasileiro





O predomínio americano se reduz a setores ligados a transportes e a motores. Para ler o texto de Luis Nassif clique aqui


Leia "Malu Delgado: A Educação cerceada no Brasil - e como combatê-la" clicando aqui


Leia "Luciane Barbosa: "A educação domiciliar é um projeto egoísta" clicando aqui


Leia "Marcos Bagno: O que é preconceito linguístico" clicando aqui


Leia "Conceição Evaristo: Um convite para acreditarmos no Brasil" clicando aqui


Leia "Christina Queiroz: Terra sem lei" clicando aqui


Leia "João Carlos Salles: O absurdo e a esperança" clicando aqui


Assista ao "VÍDEO - Eliane Brum: 'Não há como recuperar a Amazônia sem tirar Bolsonaro da Presidência'" clicando aqui


Leia "Caminhos para conhecer a história" clicando aqui

 

A campanha de Zelensky de assassinatos, sequestros e tortura de opositores políticos

 





Apesar de dizer que defende a democracia, Volodymyr Zelensky proibiu a oposição, ordenou a prisão de rivais e presidiu ao desaparecimento e assassinato de dissidentes em todo o país. Para ler o texto de Max Blumenthal e Esha Krishnaswamy clique aqui








Massacre no Texas: os Estados Unidos ainda vivem no século XVIII 




violência é endêmica na potência mundial: sua Constituição continua afirmando que “o direito do povo de manter e portar armas não deve ser violado”. A Associação Nacional do Rifle é a principal garantia para evitar qualquer possibilidade de desarmamento. Para ler o texto de Gustavo Veiga clique aqui








 O direito ao aborto na América Latina 




Não há uma trajetória única para a legalização do aborto para os países latino-americanos. Para ler o texto de Omar G. Encarnación clique aqui









Byung-Chul Han: Infocracia e a caverna digital





Mundo online forja novo totalitarismo, aponta o filósofo Byung-Chul Han em recente livro. Esfera pública é pervertida: emerge comunicação sem comunidade. Verdade vira borrão e, através de algoritmos e auto exploração, desejos coletivos são reduzidos ao eu. Para ler o texto clique aqui










Colômbia: rechaço às oligarquias e esperança




Nas eleições de ontem, Gustavo Petro foi o mais votado, mas a ultradireita surpreende com Hernández. 2º turno pode ser acirrado. Abstenção é alta – e esquerda apostará em horizonte de direitos e indignação popular para mobilizar ruas. Para ler o texto de Olga L. Gozales clique aqui

Kendji Girac: "Elle M'a Aimé"

 





Para assistir à interpretação de "Elle M'a Aimé" na voz de Kendji Girac clique aqui

HUMOR - Eu vou embora

 





Em uma briga de casal, a impulsividade e a raiva tomam conta do bom senso e a razão. No calor do momento somos capazes de coisas que jamais imaginaríamos. Atire a primeira pedra quem nunca xingou o outro de tudo quanto é coisa, atirou objetos ou colocou fogo na casa quando a pessoa estava dormindo. Não leva mais que um segundo para um amor de conto de fadas se tornar um ódio daqueles que levanta audiência de novela. Mas no final, quando bate o arrependimento, o amor sempre volta a florescer. Divirta-se clicando aqui




Navegando pelo cinema

 






"O Homem do Norte", de Robert Eggers (2022)




Em "O Homem do Norte" (The Northman), o diretor Robert Eggers deixa de lado a brincadeira de mau gosto que foi O Farol (The Lighthouse, 2019). Desta vez, o filme é sério, ou seja, nada de buscar o humor com personagens peidando. O que ainda resta do segundo filme de Eggers são ecos da música sinistra e um falatório exagerado. Essa música se concentra apenas na segunda parte, quando o protagonista Amleth (Alexander Skarsgård), já adulto, faz parte de uma desumana tribo que ataca pequenas comunidades para roubar e tomar como escravos. A trilha musical arrepia, mas também irrita com suas harmonias estridentes. Já o falatório está presente durante todo o filme, principalmente dessa segunda parte em diante, o que ajuda a tornar a trama mais arrastada. Para ler o texto de Eduardo Kaneko clique aqui







 Tristeza e alegria na vida dos cinéfilos




O medo da juventude parece um sintoma sobretudo manifestado por quem vê o seu cânone ameaçado por eventuais revisionismos ou reavaliações patrimoniais. Inconcebível percepção de que até os mesmos jovens detêm o seu direito de “queimar livros”, apologia de Henri Langlois que parece ser apenas aplicada a qualquer intervenção de Godard e nunca amplificada aos demais. Para ler o texto de Hugo Gomes clique aqui









"A Ausência Que Seremos", de Fernado Trueba (2020) 




O médico colombiano Héctor Abad Gómez era um daqueles homens que Bertold Brecht definiria como imprescindíveis. Lutou a vida inteira pelo bem, pela saúde pública, por melhor as condições de vida das populações mais pobres de seu país. Uma parte de sua vida é contada neste belo El Olvido Que Seremos (2020), do espanhol Fernando Trueba – que, a cada novo filme, demonstra ser, ele também, um imprescindível. Para ler o texto completo clique aqui


Gilbert Achcar: Socialismo e colonialismo

 





Gilbert Achcar faz a história da influência do orientalismo e do colonialismo no pensamento socialista. Desde o socialismo utópico e ao momento em que Marx e Engels se desligam dos preconceitos culturalistas até às divisões posteriores no movimento comunista internacional sobre este tema. Para ler seu texto clique aqui


Leia "Igor Sulaiman Said Felicio Borck - Achille Mbembe e o escancaramento dos mundos de morte" clicando aqui


Leia "Vinicius Siqueira: As 4 características do delírio na Idade Clássica - Michel Foucault" clicando aqui


Leia "György Lukács: Tática e ética (1919" clicando aqui

domingo, 29 de maio de 2022

"Amor proibido" - Maria Hilda de J. Alão

 




Amor proibido

 

 

 

 



Antes de morrer queria muito viver


Um exuberante amor proibido,


Daqueles que ninguém haja tido


Para sentir nas veias correr




O sangue, tal qual a lava dum vulcão,


Queimando tudo, deixando só brasas.


Um amor que me transporte em suas asas,


Que não confesse que o seu coração




A outro amor há muito tempo pertence.


Mesmo assim, entregar-me-ia sem pensar,


Porque nada me impede de sonhar,


Como um bufão sob a lona circense,




No palco, onde seu encanto o transfigura,


Ao lembrar a mulher do seu passado


Que o fazia sentir-se feliz, amado,


Esconde a dor que no peito perdura.




Antes de morrer queria muito viver


Esse amor que causa tanta ansiedade


Que é antítese da felicidade,


Fonte do prazer e do muito sofrer.

 

 

 

 

 



Maria Hilda de J. Alão

 


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