Navegando pelo cinema
Críticas a "Sentimental Value", de Joachim Trier
Hugo Gomes: Quanto vale aquele, e dito cujo, sentimento?
João Lanari Bo: A voz de Hind Rajab
Carlos Alberto Mattos: Duas ou três coisas sobre Silvio Da-Rin
Bernardo Vaz de Castro - “Kontinental ’25”: Jude, o Zola que nos calhou em sorte
Wisam Zoghbour: Mohammad Bakri… quando a voz humana vence a máquina da repressão
Jorge Alexandre Neves: O “Agente Secreto” e seus acertos políticos e históricos
Ana Elisa Faria: Cinco nomes de “O Agente Secreto” para ficar de olho
Hugo Albuquerque: O "Agente Secreto" e a brasilidade universal de Kleber Mendonça Filho
Bruno Victorino: "The Big Parade" (1925), de King Vidor – Uma pastilha e um cigarro
Luis Felipe Miguel: Coletividade e distopia
Vítor Ribeiro - Tragam as mulheres, parte II: “Savage Pampas”
Críticas a "The Chronology of Water", de Kristen Stewart
Obras cinematográficas para entender o impacto das jornadas de exílio na vida de quem as atravessa
Hugo Gomes: Um outro cinema americano é possível. Arranca o 5.º Outsiders em Lisboa!
Luiz Renato Martins: Dois filmes sobre a Palestina
Thriller Legendado "Human Flow: Não Existe Lar se Não Há Para Onde Ir" (2017), de Ai Weiwei
(Ao longo de um ano, o diretor Ai Weiwei acompanhou crises de refugiados em 23 países, incluindo França, Grécia, Alemanha, Iraque, Afeganistão, México, Turquia, Bangladesh e Quênia. Ele retrata as causas que levam milhões de pessoas a abandonarem seus países de origem, como a guerra, a miséria e a perseguição política, refletindo sobre as dificuldades encontradas na busca por uma vida melhor)
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