terça-feira, 28 de julho de 2020

Caminhos para enterrar um sistema moribundo


A autofagia dos neoliberais produziu duas grandes crises em menos de 20 anos e abriu caminho ao fascismo. Mas, para criar novas rebeldias e sonhos coletivos, a razão e boas ideias não bastarão — será preciso também mobilizar emoções. 
Para ler o texto de Walden Bello clique aqui



As misérias da ortodoxia econômica

Em novo livro de Robert Skidelsky, uma análise de como economistas abandonaram o pensamento crítico, e criaram ficção de números e conceitos vazios. Reset metodológico será crucial para dar resposta efetiva aos dilemas de nosso tempo. 
Para ler o texto de Ladislau Dowbor clique aqui



Covid: a saída nas mãos de indústrias sem ética 

Em meio à pandemia, cresce a ansiedade por uma resposta da Ciência. Pode ser ilusão. Fraudes, subornos e sabotagens mostram a pesquisa sequestrada por corporações cuja lógica é o lucro máximo – inclusive às custas da Saúde. 
Para ler o texto de Maurício Abdalla clique aqui

Leia "O novo velho continente e suas contradições: As monarquias - glamour e decadência" de Celso Japiassu clicando aqui

Leia "O paradoxo do multilateralismo em tempos de pandemia" de Flavia Loss de Araujo e Kelly Komatsu Agopyan clicando aqui

Leia "Após pandemia, a inadiável taxação de fortunas" clicando aqui

Leia "Democracia por sorteio: por que pode dar certo" de Bruno Neves e Tiago Peixoto clicando aqui

Leia "Elon Musk, a Bolívia e o fascismo proclamado" de Vijay Prashad e Alejandro Bejarano clicando aqui

Leia "Um jornalista é preso a cada quatro dias nos Estados Unidos" de Manuel Ruiz Rico clicando aqui

Leia "O discurso anti-sexismo de Alexandria Ocasio-Cortez foi um triunfo" de Hadas Thier clicando aqui

Leia ""Descolonização de Hong Kong": a história nas páginas da Cadernos do Terceiro Mundo" de Jaqueline Vantapane clicando aqui

Leia "Mantenham as fronteiras abertas" de Pinelopi Koujianou Goldberg clicando aqui

Leia "Obras de arte na condição da pós-memória: alguns atributos (2)" de António Pinto Ribeiro clicando aqui

Milk´n Blues: "Miss You", "The Happiest Days of Our Lives", "Another Brick in The Wall"

Milk'n Blues: Miss You, The Happiest Days of Our Lives, and ...

Para assistir à interpretação de "Miss You", "The Happiest Days of Our Lives", "Another Brick in The Wall" pelos Milk´n Blues clique no vídeo aqui

Se você não está aterrorizado com o Facebook é porque não está prestando atenção

Protesto com recortes do CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, em frente ao Capitólio, em 2018 (Michael Reynolds/EPA)

O Facebook e os EUA são hoje uma coisa só, e o mundo é um lugar mais doente por isso, diz jornalista que revelou o escândalo da Cambridge Analytica. 
Para ler o texto de Carole Cadwalladr clique aqui

10 fotos fascinantes do crepúsculo azul de Kilian Schoenberger

Kilian Schönberger (@Schoenberger_K) | Twitter

Há um momento mágico específico, na cúspide entre dia e noite, quando a luz restante recebe um brilho azul e tudo parece como o cenário de um conto de fadas. O fotógrafo alemão Kilian Schoenberger dedicou toda uma série de fotos a esse horário especial do dia, que ele chama de "fronteira mágica entre o mundo racional da luz do dia e o reino místico da noite". Schoenberger explicou mais sobre o significado que esta hora azul tem para ele - 'é muito mais do que apenas um humor leve especial. Especialmente quando o nevoeiro esconde a paisagem atrás de um véu branco, até as vistas familiares se transformam em cenários fantásticos. Como romancista visual, estou tentando capturar essa transformação diária do mundo com minha câmera. Aprecie abaixo as vistas azuis do crepúsculo pelo talentoso fotógrafo.
A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada
A beleza do crepúsculo azul capturada

A beleza do crepúsculo azul capturada

Acesso integral à Revista Serrote

Revista serrote lança edição especial | Blog e-Urbanidade - e ...

O Brasil desmente a hipótese de que sairemos melhores da pandemia. E é para desmentir o Brasil que a serrote ganha sua primeira versão digital. Concebida em isolamento social, a revista interrompe a edição impressa para, em caráter excepcional, fazer circular o mais rápido e amplamente possível um instantâneo crítico de 2020. Sete ensaístas e três artistas visuais fazem aqui uma crônica possível do que vivemos hoje, entre a longa duração da história e o efêmero do noticiário, a angústia pessoal e a tragédia coletiva. Da abjeção dos métodos da extrema direita à delicadeza dos rituais do luto, constatamos que o peso do que nos oprime não esmaga a vitalidade de nossas resistências. No ensaio que abre esta edição, Carlo Ginzburg afirma que “o país a que pertencemos não é, como quer a retórica mais corrente, o país que amamos, e sim aquele do qual nos envergonhamos”. Talvez não exista hoje no Brasil um vínculo mais poderoso do que a vergonha. É em torno dela que temos a chance de nos unir – para dela nos livrarmos o mais rápido possível. O EDiTOR.
Para ter acesso ao conteúdo integral da revista Serrote clique aqui

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Fernando Echevarría: "Qualquer coisa de paz"

Luso-Poetas: Setembro 2009


Qualquer coisa de paz

Qualquer coisa de paz. Talvez somente 
a maneira de a luz a concentrar 
no volume, que a deixa, inteira, assente 
na gravidade interior de estar. 

Qualquer coisa de paz. Ou, simplesmente, 

uma ausência de si, quase lunar, 
que iluminasse o peso. E a corrente 
de estar por dentro do peso a gravitar. 

Ou planalto de vento. Milenária 

semeadura de meditação 
expondo à intempérie a sua área 

de esquecimento. Aonde a solidão, 

a pesar sobre si, quase que arruína 
a luz da fronte onde a atenção domina. 

Fernando Echevarría

O apocalipse segundo Jair Messias

Messias ou profeta do apocalipse? - Sul 21

Uma guerra colonial, de ocupação, em seu continuum de massacres contra os pobres, pretas, indígenas e outras. A pandemia aguça uma “agenda da morte”, que constitui o elo (explícito) entre as distintas ações e iniciativas do governo, como corte das políticas de solidariedade, liberalização total de agrotóxicos, desmonte das políticas ambientais, oposição à demarcação de terras indígenas, destruição das históricas e premiadas políticas de DST-AIDS, ampliação da posse e porte de armas, intenções punitivistas num país que já embarcou no encarceramento em massa, política externa de intervenção nos vizinhos. Genocídio.
Para ler o texto de Jean Tible clique aqui

Leia "Vladimir Safatle: O mito do desenvolvimento econômico na era Lula" clicando aqui

Leia "Tecnologia: como sua indignação nas redes sociais pode bombar uma campanha de ódiode Osvaldo Bertolino clicando aqui

Leia "Carta ao Povo de Deus: uma sinuca para a CNBBde Marcelo Auler clicando aqui

Leia "Capacitação de professores ao novo contexto é importante legado da pandemiade Alessandra Montini clicando aqui

Leia "Alerta de incêndio perdurávelde Tadeu Valadares clicando aqui

Leia "Contra o subdesenvolvimento brasileiro" de Juliane Furno clicando aqui

  © Blogger template 'Solitude' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP