domingo, 8 de abril de 2012

Pais se declaram em greve contra a lição de casa dos filhos na França

As tarefas de casa estão proibidas na escola primária francesa (de 6 a 11 anos) desde 1956, quando o Ministério da Educação aprovou uma circular nesse sentido. Mas os professores continuam impondo aos alunos menores que realizem deveres em casa. Desde 26 de março, dezenas de milhares de pais e colegiais franceses disseram basta. A FCPE (Federação de Conselhos de Pais de Alunos da França) convocou uma greve de deveres de duas semanas, em protesto contra os "trabalhos forçados" fora do horário letivo.
Eles argumentam que os deveres não servem para nada, são antipedagógicos, causam tensões na família ao obrigar os pais a servir de professores, prolongam desnecessariamente a jornada de seis horas diárias, impedem as crianças de dedicar tempo à leitura e aumentam as desigualdades entre os alunos que podem ou não se beneficiar da ajuda da família.
Para ler o artigo completo de Miguel Mora e J. A. Aunión clique aqui

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A mídia boicota os Brics

Jornais preferem ressaltar diferenças entre Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — ao invés de informar sobre sua oposição comum à postura neocolonial da Europa e EUA.
Para ler o texto completo de Mauro Santayana clique aqui

Pintando na água: técnica incrível de arte turca chamada Ebru

Veja esta arte incrível no vídeo aqui

A grande mídia a serviço de quadrilhas organizadas

No Brasil, estamos assistindo estupefatos ao descortinamento do conúbio inacreditável entre setores da mídia e o crime organizado: gravações feitas pela Polícia Federal com autorização da Justiça revelam que a maior revista do país, a Veja, teria sido regularmente pautada por bandidos que usam espiões privados, alguns egressos do antigo SNI, para muitas vezes forjar escândalos.
Para ler o texto completo de J. Carlos de Assis clique aqui

SESC: O modelo brasileiro que deu certo


Sistema do Sesc ganha elogios ao redor do mundo, e reflete desenvolvimento do Brasil no novo século.
Ao redor do mundo as organizações culturais estão apertando seus orçamentos e reduzindo as produções. Mas Danilo Miranda enfrenta um desafio diferente, que faz dele o alvo da inveja de seus colegas. Como o diretor da entidade líder em financiamento artístico no Brasil, seu orçamento está crescendo em 10% ou mais anualmente, e ele precisa descobrir maneiras de gastar essa recompensa, equivalente a US$ 600 milhões anuais.
Para ler o artigo completo de Larry Rohter clique aqui

Ensino superior sob ataque - Immanuel Wallerstein

A capacidade de sobrevivência da universidade sempre encontrou raízes na sua autonomia financeira relativa, baseada no baixo custo real da operação. Esta foi a universidade de ontem, não a de hoje – nem a de amanhã.
Durante muito tempo, existiram no mundo apenas umas poucas universidades. O corpo estudantil total destas instituições era muito pequeno. Este pequeno grupo de estudantes era em grande parte originário das classes mais altas. Frequentar a universidade conferia um grande prestígio e refletia um grande privilégio.
Este quadro começou a mudar radicalmente depois de 1945. O número de universidades começou a expandir-se consideravelmente, e a porcentagem de pessoas que frequentavam a universidade começou a crescer. Além disso, não se tratou de uma simples questão de expansão nos países que já tinham universidades importantes. A educação universitária foi lançada num grande número de países que tinham poucas ou nenhuma instituição universitária antes de 1945. O ensino superior tornou-se mundial.
Para ler o texto completo de Immanuel Wallerstein clique aqui

"Equilíbrio" - Encandescente


Numa mão os sonhos

O que nunca terei

Noutra a realidade.

É por isso que

Não ando direita

Não encontro o equilíbrio

Entre uma mão

Cheia de nada

E outra

Cheia de talvez.

Encandescente

Foto: Jerry Uelsmann

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