terça-feira, 1 de março de 2016

ELIANE BRUM: Todo inocente é um fdp?

O golfinho que pode ter morrido por desidratação tirando selfie com turistas na Argentina

Lembro uma cena do primeiro filme da trilogia Matrix, ícone do final do século 20. Os membros da resistência eram aqueles que, em algum momento, enxergaram que a vida cotidiana era só uma trama, um programa de computador, uma ilusão. A realidade era um deserto em que os rebeldes lutavam contra “as máquinas” num mundo sem beleza ou gosto. Fazia-se ali uma escolha: tomar a pílula azul ou a vermelha. Quem escolhesse a vermelha, deixaria de acreditar no mundo como nos é dado para ver e passaria a ser confrontado com a verdade da condição humana.
Para ler o texto completo de Eliane Brum clique aqui

No México, Papa pede perdão aos povos originários


Foi memorável a data de 15 de fevereiro de 2016 quando o Papa Francisco esteve na cidade colonial San Cristóbal de de las Casas, capital do estado mais pobre do México, Chiapas, lá onde em 1994 irrompeu a rebelião dos zapatistas que perdurou até 2005. Encontrou-se com os povos originários, maias, quichés e outros. Diante de cem mil pessoas celebrou missa  utilizando as línguas deles.
Para ler o texto completo de Leonardo Boff clique aqui

"Filho de Saul": a troca da vida pela morte

Filho de Saul divulgação

Filho de Saul”, filme húngaro dirigido por László Nemes, é um dos melhores longas-metragens atualmente em cartaz no circuito nacional. Com justiça, ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro na premiação do dia 28/2/2016. A categoria que premia filmes estrangeiros talvez seja a mais interessante do Oscar porque é a menos contaminada pela indústria hollywoodiana e seus conluios – o que não significa que não haja conluios entre as produções estrangeiras ou que nenhum filme produzido em Hollywood seja interessante.
Para ler o texto completo de Renato Tardivo clique aqui

Céu - "Perfume invisível"


Para assistir à interpretação de "Perfume invisível" na voz de Céu clique no vídeo aqui

Burrice que mata

Homofobia

A sociedade precisa entender que o discurso de intolerância sanciona a violência homofóbica.
Para ler o texto de Jean Wyllys clique aqui 

Ter ou não filhos é só uma opção


Embora as pressões sociais e familiares não cedam, há sinais de que alguns tabus começam a cair. 

Para ler o texto completo de Cristina Galindo clique aqui

Há cada vez mais "consciência política e participação cívica" em Moçambique


São da geração pós-independência. Estudaram fenômenos como a imigração ou os sistemas políticos. Iniciamos hoje uma série de entrevistas a cinco pensadores de países africanos de expressão portuguesa para refletir sobre as suas áreas. Começamos em Moçambique, com o politólogo Jaime Macuane.
Para ler a entrevista de Jaime Macuane clique aqui

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