domingo, 5 de maio de 2013

África: Um Continente sem História?

 
Os atravessamentos políticos e sociais na África, que levam ao apagamento histórico da produção de conflitos no continente, deixando como marca visível uma tendência à naturalização da miséria e violência.
Palestrante: Emir Sader (UERJ)
Debatedores: José Moura Gonçalves Filho (USP e Instituto AMMA Psique e Negritude) e Caterina Koltai (PUC-SP).
Para ouvir a palestra de Emir Sader clique aqui

sábado, 4 de maio de 2013

Documentário "Falando Naquilo: Um estudo sobre TV, Sexualidade e Adolescência"

Partindo do pressuposto de que existe uma banalização do sexo na televisão brasileira, o documentário Falando naquilo: Um estudo sobre TV, Sexualidade e Adolescência, bem como o projeto que lhe deu origem procuram promover uma reflexão sobre as relações entre a programação da televisão, o estímulo precoce à sexualidade e a adolescência. Ou seja, investiga-se como a TV estimula a sexualidade em indivíduos que ainda não estão maduros o suficiente para ter uma vida sexual e nem estão prontos para assumir as consequências que podem resultar do exercício da sexualidade.
Nesse sentido, o documentário procura estabelecer as relações da programação da televisão (em canais abertos e pagos) e seu poder de influência para a construção da sexualidade de crianças e, em especial, de adolescentes. O propósito do vídeo é promover uma discussão sobre como a televisão aborda temas relativos à sexualidade e como especialistas e adolescentes compreendem essa programação e a influência da TV.
Essa discussão tem como objetivo provocar a reflexão a respeito de como o sexo é tratado pela televisão e como esses conteúdos são absorvidos, discutidos pela sociedade e de que modo afetam diretamente a socialização de crianças e adolescentes.
A 1ª Parte do documentário pode ser visto clicando aqui
A 2ª Parte aqui
A 3ª Parte aqui
A 4ª Parte aqui
A 5ª Parte aqui
 
 

 

EUA: O fascismo cristão está cada vez mais forte

Eles estão a criar um Estado teocrático, baseado na lei bíblica, e buscam aniquilar a todos aqueles que definem como inimigos. Esse movimento, que vai cada vez mais se aproximando ao fascismo tradicional, procura forçar um mundo recalcitrante à submissão ante uma América imperial. Ele defende a erradicação dos “desviantes sociais”, a começar pelos homossexuais, e avança sobre os imigrantes, os humanistas seculares, feministas, judeus, muçulmanos e aqueles que rejeitam como "cristãos nominais", como são denominados os fiéis que não aceitam a sua interpretação pervertida e herética da Bíblia. Os que se opõem a este movimento de massas são condenados por constituírem uma ameaça à saúde e higiene do país e da família. Todos devem ser expurgados.
Para ler o texto completo de Chris Hedges clique aqui

Pequeno Almanaque do Reacionário de Sofá

Se não há como discordar do fato de que ninguém é obrigado a conhecer razoavelmente um assunto qualquer, acho especialmente alarmante o número de pessoas que, sem se debruçarem um segundo sequer sobre temas polêmicos e delicadíssimos, expressam suas opiniões pré-moldadas com a desenvoltura de quem sabe realmente do que está falando. Pois bem: opiniões pré-moldadas existem em todos os espectros ideológicos e, para além do campo político propriamente dito, atingem inclusive campos do conhecimento técnico, como o direito, a medicina e a economia. Vou abordar, porém, durante esta coluna, apenas uma classe de comentários: os dos reacionários de sofá.
Os reacionários de sofá são aqueles que, preguiçosamente, no conforto de suas residências, absorvem passivamente as opiniões vociferadas pela grande mídia contra toda e qualquer posição política que possa implicar uma mudança positiva para um grupo com o qual ele não se identifica. Outras vezes, eles não precisam nem mesmo recorrer à mídia para terem uma opinião qualquer sobre um assunto com o qual ele não tem o mínimo de contato: basta recorrer aos preconceitos que lhe foram incutidos na infância.
São quase sempre individualistas, pois não conseguem cogitar a defesa de um interesse qualquer que não seja o seu próprio. Também gostam de pautar os seus discursos por alarmismos apocalípticos, derivando conseqüências genéricas gravíssimas de medidas que muitas vezes têm um escopo bastante restrito. Ressentem-se ferozmente de terem nascido no Brasil e odeiam os brasileiros, a quem, do sofá de suas casas ou da cadeira de suas escrivaninhas, taxam de passivos, indolentes, comodistas e estúpidos.
Pois bem: essa é uma pequena coletânea de conceitos caros a esse tipo de usuário das redes sociais que pretende ser uma modesta contribuição para estudos posteriores dessas mentalidades tão peculiares. Separei alguns verbetes sobre os quais nossos reacionários adoram opinar. Estou aberto a contribuições.
Para ler o texto completo de Pedro Munhoz clique aqui

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Um ancestral direto do ser humano?

Em Agosto de 2008, Dirks foi, juntamente com seu cachorro, visitar um dos lugares mais promissores e deu de cara com uma caverna, cujo nome era Malapa, que parecia ser muito rica em fósseis. Duas semanas depois, Berger,o filho Matthew de 9 anos e um ajudante e foram explorar o lugar, o menino, já entediado de ficar na caverna, se distanciou cerca de 15 metros e logo gritou “Papai, encontrei um fóssil”. Berger foi verificar, sem apresentar muito interesse, mas quando se aproximou do filho percebeu que era o osso fóssil de um hominídeo preso na rocha.
Dois anos depois, em 2010, foi anunciada uma nova espécie de hominídeos para a comunidade cientifica, foi nomeado Australopithecus sediba. A primeira parte, que seria o sobrenome ou gênero em latim significa macaco do sul, já o nome da espécie sediba, quer dizer fluxo natural, em sotho, um dos onze idiomas oficiais da África do Sul. Lee Berger escolheu esse nome para a espécie, pois estava convencido que era o mais apropriado para os que poderiam ser os ancestrais diretos de nosso gênero Homo.
Para ler o texto completo de Martin Caglaini clique aqui

Sociedade de consumo banaliza conceito de felicidade

A tendência à simplificação do que é a felicidade e do que pode tornar as pessoas felizes, própria da necessidade de criar demandas de consumo da sociedade atual, pode produzir uma redução dos diferentes sentidos e interpretações que a felicidade pode ter. “Tanto será menor a qualidade da felicidade, quanto mais se fala dela, neste caso”, diz o psicólogo Luciano Espósito Sewaybricker, autor da pesquisa realizada no Instituto de Psicologia (IP) da USP.
A definição variada do que é felicidade e a tendência à banalização que a sociedade impõe ao desejo de satisfação, ideia compartilhada pelo conceito de Modernidade Líquida, de Zygmunt Bauman, permitiram à Sewaybricker concluir que satisfação “em massa” e imediata não garantirá felicidade. Para a pesquisa, o psicólogo buscou conceituações da felicidade feita por alguns pensadores de variadas épocas para aproximar da Modernidade Líquida. A pesquisa, que começou em 2010 e foi finalizada em 2012, teve a orientação do professor Sigmar Malvezzi.
Para ler o texto completo de Mariana Melo clique aqui

quarta-feira, 1 de maio de 2013

As escolas do futuro já existem

O uso dos computadores e da internet revolucionou a maneira como as pessoas compram, trabalham e se comunicam. Depois de muitas tentativas e muitos erros, os educadores começam a perceber o que funciona na sala de aula.
Para ler o texto completo publicado na Exame clique aqui
Para ler a entrevista "Nós paramos no século 19" de Ken Robinson clique aqui

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