Quatro teses contra a acusação de vitimismo de negros, mulheres e LGBT

Para Aristóteles, o termo falácia significa um raciocínio falso que se apresenta como verdadeiro. Diante da liberdade alcançada pelo advento da internet, a responsabilidade pela interpretação dos fatos e da real dinâmica social parecem ter ficado de lado. Somam-se a isso centenas de pontos de vista argumentativos que, na falsa pretensão de imparcialidade e sem base histórica, colocam a luta por direitos como vitimismo. Muitos desses argumentos, que não por acaso colocam a luta por direito dos negros, mulheres e LGBT como vitimismo, são falaciosos e tendenciosos; ocultam uma face conservadora com verniz liberal só admitido num país em que as mínimas realizações democráticas não foram realizadas.
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