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terça-feira, 22 de março de 2022

A mentira da inocência dos EUA

 




"Todos os esforços para responsabilizar os nossos criminosos de guerra foram rejeitados pelo Congresso dos EUA", escreve Chris Hedges. Para ler seu texto clique aqui


Leia "A guerra na Ucrânia simboliza a diplomacia do 'macho alfa' e a invisibilização das mulheres na linha de frente política" de María G. Zornoza clicando aqui


Leia "Perder a ingenuidade, voltar a pensar a guerra" de Amador Fernández Savater clicando aqui



Leia "O mundo pós-guerra Russo-Ucraniana: a "nova bipolaridade" ampliada" de Bruno Beaklini clicando aqui



Leia "Quais eram os principais parceiros comerciais da Rússia em 2020" de Gabriel Zanlorenssi e Lucas Gomes clicando aqui



Leia "José Eustáquio Diniz Alves: O tamanho demográfico e econômico da Rússia" clicando aqui



Leia "O mercado planetário da morte" de Tarso Genro clicando aqui



Leia "As guerras do capital e a muralha da China" de Rubens R. Sawaya clicando aqui


Leia "O valor do conhecimento e o domínio da China" de Osvaldo Novais de Oliveira Jr. clicando aqui



Leia "Depois do neoliberalismo" de Paolo Gerbaudo clicando aqui



Leia "A terra é nossa! O som que vem das vozes negras de Sharpeville" de Luciana Brito clicando aqui



Leia "As promessas nunca cumpridas ao povo saharaui" de Miguel Urbán clicando aqui



Leia "A inovação como fetiche no campo educacional" de José Luís Ferraro clicando aqui



Leia "Rosa Luxemburgo" de Valerio Arcary clicando aqui

quarta-feira, 1 de setembro de 2021

Serge Halimi: O caminho para Cabul

 



exército ocidental não pode ser derrotado. Sua derrota é necessariamente provocada por políticos sem espinha dorsal e por auxiliares locais que correm sem luta. Por mais de um século, esse mito da punhalada nas costas alimentou as ruminações dos belicistas e também o desejo de vingançaLavar uma afronta significa preparar-se para o confronto que se segue. Para apagar a "síndrome do Vietnã" e especialmente o trauma do ataque que matou 241 soldados americanos em Beirute em 23 de outubro de 1983, o presidente Ronald Reagan invadiu Granada dois dias depois. E as imagens do aeroporto de Cabul, humilhantes para os Estados Unidos, aterrorizantes para quem os serviu? Para ler o texto de Serge Halimi clique aqui


Leia "Pepe Escobar - 'Blowback', ou efeito bumerangue: O Talibã mira o exército das sombras do serviço de inteligência dos Estados Unidos" clicando aqui


Leia "Pessoas estão destroçadas': afegãos descrevem primeiro dia sob controle total do Taleban " de Akhtar Mohammad Makoii clicando aqui


Leia "Ainda não está claro se os EUA estão se retirando ou se recuperando" de Brad Glosserman clicando aqui


Leia "Afeganistão e o primeiro conflito liderado por uma inteligência artificial" de Riccardo Luna clicando aqui


Leia "Afeganistão, o século XXI começa em Cabul" de Bernard Guetta clicando aqui


Leia "O Ocidente perdeu sua visão estratégica?" de Gilberto Lopes clicando aqui


Leia "«A história é uma velhota que se repete sem cessar.» Carta de Inglaterra, de Eça de Queiroz" clicando aqui






O trabalho examina o desenvolvimento histórico do capitalismo e suas feições atuais, concluindo que a lógica desse sistema engendra uma sucessão de crises, reais em suas consequências humanas, mas provocadas. O catastrofismo que se instala, justificando políticas de austeridade, não condena o sistema: ele constitui uma artimanha política que converte a gestão da crise em uma técnica de governo e de controle sobre entes políticos e agentes sociais, somada à maior liberdade concedida aos movimentos do capital. A revisão bibliográfica a esse respeito indica que essa estratégia de abandono de compromissos mínimos com o bem-estar das populações e com políticas de desenvolvimento, acrescida da tomada e exploração de territórios e bens comuns, acentuou-se sob a égide do capitalismo rentista, especulativo e improdutivo. Sentimentos de perplexidade, insegurança e desalento instauram então uma situação de crise existencial, não obstante também persista um movimento de resistência social, na contraface da sociedade de mercado. Para ler o texto de Luiz Inacio Gaiger clique aqui


Leia "Covid-19: como pode ser o futuro de quem decidir rejeitar a vacina?" de André Biernath clicando aqui


Leia "Como está a vacinação contra a covid-19 ao redor do mundo" de Caroline Souza e Gabriel Zanlorenssi clicando aqui


Leia "Pegasus e o sinistro feirão global de espionagem" de Binoy Kampmark clicando aqui


Leia "Quatro em cada dez espanhóis se declaram ateus ou não crentes. É o maior número em todos os tempos" clicando aqui


Leia "O socialismo internacionalista de Rosa Luxemburgo" de Michael Lowy clicando aqui


Leia "O Congresso de Baku foi uma convocação para o fim do imperialismo" de John Riddell clicando aqui


Leia "A comuna de Baku" de Ronald Suny clicando aqui

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Judith Butler: O futuro da pandemia

 



Apesar da afirmação da interdependência, torna-se patente que o mundo compartilhado não é igualmente partilhado. Para ler o texto de Judith Butler clique aqui


Leia "A felicidade tornou-se uma mercadoria central no capitalismo" Entrevista com Eva Illouz clicando aqui


Leia "Entre o homem e o digital: o diálogo em debate pela neurociência" de Vittorio Gallese clicando aqui



Leia "A pandemia explicita o direito ao futuro" de Niccolò Nisivoccia clicando aqui



Leia "A ilusão do "eu" das redes de comunicação digital produz um tipo de democracia aparente, mas sem uma visada democrática" Entrevista com Rosane Borges clicando aqui



Leia "A morte da teoria autônoma" de Alexandre de Lima Castro Tranjan clicando aqui



Leia "Emprego líquido contra emprego sólido, a grande mudança nas condições de trabalho já chegou" de Miquel Echarri clicando aqui



Leia "O futuro taciturno" de um professor da rede privada de ensino clicando aqui



Leia "Um passeio pelas teorias do Comum" de Rodrigo Savazoni clicando aqui



Leia "Peter Brown: "Pior que esquecer a história é distorcê-la para avivar o ressentimento""  clicando aqui



Leia "Classe e conflitos: prosseguindo o debate (2)" de Sódio clicando aqui



Leia "Pela liberação das vacinas" de Christian Chavagneux clicando aqui



Leia "Rosa Luxemburgo hoje: três provocações" de Hernán Ouviña clicando aqui


quarta-feira, 21 de abril de 2021

Feminista italiana Silvia Federici pede salário para quem cuida do lar: "Estamos exaustas"

 



Prestes a atravessar uma rua de Buenos Aires durante uma viagem a trabalho no início de 2019, Silvia Federici, 79, filósofa italiana e uma das mais importantes feministas do mundo, viu uma frase pichada em um muro que lhe fisgou o olhar: "Eles chamam de amor. Nós chamamos de trabalho não pago". Ao lado, o desenho de uma mulher passando aspirador de pó. A frase foi escrita por ela em 1975, no livro "Wages for Housework" (salário para o trabalho doméstico, em tradução livre), e reverbera até hoje. Segundo Federici, a mulher que cuida do lar e da família é quem sustenta a economia global — se há um homem trabalhando e crianças crescendo para se tornarem trabalhadores, diz, é porque há uma mulher tomando conta deles. Por esse trabalho, que não é amor nem parte da natureza feminina, as mulheres deveriam ser pagas. Para ler o texto de Camila Brandalise clique aqui




A política radical de Nina Simone


Nina Simone, que morreu neste dia em 2003, é frequentemente lembrada pelo seu envolvimento no movimento pelos Direitos Civis – mas ela também era uma socialista que citava Lenin, Marx e via a revolução como o caminho para a verdadeira igualdade. Para ler o texto de Chardine Taylor-Stone clique aqui





Rosa Luxemburgo: o encontro entre o socialismo e a América Latina 



Torge Loeding comenta “Rosa Luxemburgo e a reinvenção da política”, de Hernán Ouviña, enfatizando a importância do sugestivo diálogo entre as diversas trajetórias das lutas populares travadas na América Latina e a profícua contribuição de Rosa Luxemburgo ao movimento revolucionário global. Para ler o texto de Torge Loeding clique aqui


sexta-feira, 16 de abril de 2021

Missão Economia. Um guia para mudar o capitalismo

 



Mariana Mazzucato fala sobre o sucesso do projeto público Apollo para chegar à Lua. Agora, explica, é o momento de replicá-lo aqui embaixo. Para ler o texto de Francesco Manacorda clique aqui


Leia "Alimentação, agricultura e o destino do planeta Terra" de Jonathan Foley clicando aqui


Leia "Pressão sobre Biden contra vacinas genéricas de covid-19 para outros países vem até de ex-governador democrata" de Lee Fang clicando aqui


Leia "Os falcões de Washington que querem guerra com o Irã estão fazendo hora extra" de Ariel Gold e Medea Benjamin clicando aqui


Leia "Obituário da guerra da América no Afeganistão" de M. K. Bhadrakumar clicando aqui


Leia "Refugiados encurralados no inferno da Bósnia" de Janaina Cesar clicando aqui


Leia "O que fazem os abolicionistas" de Dan Berger, Mariame Kaba e David Stein clicando aqui


Leia "José Carlos Mariátegui e a aventura inconclusa" de Deni Alfaro Rubbo e Silvia Beatriz Adoue clicando aqui


Leia ""As táticas da revolução" segundo Rosa Luxemburgo" clicando aqui


Leia "Luta de classes - atualidade e necessidade" de José Micaelson Lacerda Morais clicando aqui


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Simpósio Internacional IHU Homo Digitalis. A escalada da algoritmização da vida em tempos de pandemia

 



Sabe-se que há tempo ocorre um processo exponencial da digitalização da vida e da sociedade. Processo que é acelerado e que evidencia alguns dos seus importantes limites com a pandemia mundial da Covid-19. Os algoritmos cada vez mais dirigem a vida, as decisões e as ações humanas. A inteligência artificial está interferindo no modo de ser no mundo, determinando o relacionamento humano, criando um tipo especial de presença e, também, mostrando-se incapaz da previsibilidade e resolutividade na complexidade que outrora se apostou que ela poderia trazer.

digitalização e algoritmização da vida, mesmo com sua intensidade atual, pode ser percebida como um fenômeno ainda recente e que carece de discussão e aprofundamento, mormente no Brasil. Inserido nesta perspectiva é que o XIX Simpósio Internacional IHU Homo Digitalis. A escalada da algoritmização da vida em tempos de pandemia, realizado entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021, com o apoio da FAPERGS – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul, buscou debater, numa visão transdisciplinar, a digitalização como um modo de ser no mundo, que cada vez mais se estabelecerá com força na estruturação social. O Simpósio debruçou-se sobre as potencialidades, limites e riscos da digitalização, identificando seus impactos na reprodução da vida humana e do Planeta, contextualizando esta reflexão com o cenário da pandemia atual.

Dentro do escopo de debate da digitalização, aspectos relevantes do tema abordados são a cultura, a economia e a ética. Nesse sentido, qual o paradigma cultural e a consequente mentalidade que sustentam a digitalização? Que implicações traz a digitalização para os processos de subjetivação contemporâneos e no governo biopolítico da vida humana?

Igualmente, o processo da produção digital dos dados na economia e no mundo do trabalho exige que se ponderem seus efeitos para a vida social. Tanto a digitalização como a algoritmização dos comportamentos e das decisões morais trazem inúmeros desafios éticos que devem ser analisados e cotejados num processo de reflexão. Por último, frente às desigualdades sociais e à reprodução das identidades, quais são as implicações da inteligência artificial?

Estes e outros temas perfazem os debates do Simpósio que resultaram no conjunto de publicações que podem ser conferidas a seguir. Cada uma das conferências internacionais está sistematizada nos cadernos abaixo e também há traduções de textos publicados pelos conferencistas.

O material aqui publicado, oriundo da realização do XIX Simpósio Internacional IHU Homo Digitalis. A escalada da algoritmização da vida em tempos de pandemia, viabilizado com o apoio da FAPERGS – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul, permite discutir as potencialidades, limites e riscos da digitalização, apontando os impactos na (re)produção da vida humana e do Planeta no contexto da pandemia de Covid-19. Além disso, traz elementos para debater as implicações da digitalização nos processos de subjetivação contemporâneos e no governo biopolítico da vida humana no cenário atual, refletindo sobre os desafios éticos da digitalização e algoritmização dos comportamentos e das decisões morais ao longo do tempo e na atualidade.

Elementos que contribuem para a reflexão acerca dos efeitos da produção digital de dados na organização da economia e no mundo do trabalho, seus possíveis impactos, limites e possibilidades no cenário da pandemia atual, bem como acerca dos papéis da inteligência artificial e da algoritmização na reprodução das identidades e das desigualdades, também marcam forte presença no material publicado e sistematizado. 

Confira os textos e vídeos das palestras clicando aqui










Comuns, novo fantasma que assombra o Capital 




Lógicas de cooperação e compartilhamento não desafiam apenas a economia do capitalismo. Questionam formas atuais de mercado, Estado, hierarquia e relação com a natureza. Novo livro examina este conjunto de transformações. Para ler o texto de Anna Grear e David Bollier  clique aqui


Leia "A luta de classes do século XXI é a luta entre credores e devedores" Entrevista com Juan Coscubiela clicando aqui


Leia "Milhões em fuga devido à catástrofe ambiental" Entrevista com Marco Aime clicando aqui


Leia "Sistema alimentar global é a principal causa da perda de biodiversidade" clicando aqui


Leia "O que a ciência diz sobre o toque de recolher na pandemia" de Estevão Bertoni clicando aqui


Leia "Investigação sobre o Chile, a meses da Constituinte" de Matias Ortiz Figueroa clicando aqui


Leia "A era do testemunho e o impeachment" de Eduardo Escorel clicando aqui


Leia "Pepe Escobar: Putin, cruzados e bárbaros" clicando aqui


Leia "Pepe Escobar: A arte de ser um oráculo espetacularmente equivocado" clicando aqui


Leia "Por que os EUA não deixarão o Afeganistão" de Salman Rafi Sheikh clicando aqui


Leia "'Islamo-gauchisme'. É uma invenção para semear o medo e a discórdia" de Tahar Ben Jelloun clicando aqui


Leia "Teodoro Obiang, o presidente de um país rico com população pobre" de Álvaro Amado clicando aqui


Leia "Vida e polêmicas de Rosa Luxemburgo - um roteiro" de Oswaldo Coggiola clicando aqui

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Biden x Trump: dois rostos da dominação neoliberal

 



Eleição do democrata não visa superar a crise do capitalismo — de onde emergiu extrema-direita –, mas restaurá-lo. Classes dominantes apostam nos dois lados, para tentar manter hegemonia. Superá-los exigirá recuperar imaginação política. Para ler o texto de Karim PourhamzaviGabriel Bayarri Noah Bassil clique aqui


Leia "O Acordo do Brexit" de Michael Roberts clicando aqui


Leia "Os Estados devem retomar a soberania digital" Entrevista com Luciano Floridi clicando aqui


Leia "O que muda na nova política de privacidade do WhatsApp" de Rodrigo Ghedin clicando aqui


Leia "Em 10 anos, covid-19 será como um mero resfriado" de Nuño Domínguez clicando aqui


Leia "A exigência da vacina e o risco da deslembrança" de Antoni Aguiló clicando aqui


Leia "A vacina não é um bem comum" de Christian Chavagneux clicando aqui


Leia "Quando os social-democratas mandaram matar Rosa Luxemburgo" de António Louçã clicando aqui


Leia "O homem que matou Rosa Luxemburgo" de Klaus Gietinger clicando aqui


Leia "Da reforma à revolução" de Lea Ypi clicando aqui


Leia "Socialismo ou barbárie" de Isabel Loureiro clicando aqui


Leia "A trilha sonora de nossa era de decadência" de Alexander Billet clicando aqui

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